O pequeno Bruxo e a sereia Aquariana! (1 Parte)

Segundo as lendas sobre a Magistrada Morrigan Lune Effroi Privity, dizem que seus cabelos eram brancos como a neve e seus olhos dourados como o próprio sol. Era uma princesa, amada e adorada como uma deusa, vivendo nos palácios dourados que vagavam pelo universo em busca da sabedoria eterna. Então, repentinamente, sua raça entrou em guerra. Uma guerra que devastou toda galáxia, que dizimou incontáveis civilizações. A princesa do povo antigo lutou, lutou, é lutou até seus cabelos brancos se encharcarem com o sangue de seus inimigos, é mesmo assim nada pode fazer para evitar a queda de seu povo, é chorou, chorou por incontáveis anos, até seus olhos dourados se tornarem azul cristalino, um mar de lágrimas. É assim, a princesa se tornou uma Bruxa.

Fonte: relato anônimo de um alto membro do Santuário das Águas.

Não ouso dizer que a conheci, talvez não exista ninguém que saiba a verdade sobre sua origem. Para mim, ela foi uma mestra amável, uma segunda mãe, é graças a ela me tornei o homem que sou hoje em dia. Ela foi e sempre será, a luz na escuridão da minha vida.

Fonte: relato do Bruxo Aur Muggulis El Neth.

>>>>> 1 <<<<<

 
Cinco anos se passaram em um piscar de olhos. Agora com dez anos de idade, pequeno Aur tem uma compreensão melhor sobre seus poderes, e o fardo da responsabilidade de ser um Bruxo. Desde pequeno sabia que o universo era grande, com centena de milhares de estrelas, planetas e sistemas solares. No entanto, compreendeu com o passar do tempo, que os grande pesquisadores e renomados cientistas do universo mal tinham mapeado 5% do universo conhecido. É que mesmo nesses 5% conhecido, havia centenas de mundos paralelos, dimensões escondidas e forças sobrenaturais que vagavam pelas civilizações do cosmo.

– É impossível calcular com exatidão, quantas civilizações e mundos existem no universo – disse a Magistrada sentada de pernas cruzadas sobre uma grande rocha no pico de um monte. Sua feição era calma e seus cabelos ruivos pareciam arder como as chamas do poder e do triunfo. – É como tentar contar cada gota de água que compõem o mar. É como tentar contar cada estrela do vasto universo. Podemos calcular quantas pessoas habitam um planeta, mas, nunca poderemos calcular quantos mundos, dimensões, universos e sub-universos existem em nossa realidade.

O jovem Bruxo, não muito longe de sua mestra, estava sentado com as pernas cruzadas. Ouvindo cada palavra com gratidão e carinho. Apesar dos vários defeitos da personalidade se sua mestra, era uma das pessoas mais sábias que conheceu. Pequeno Aur acreditava fielmente que não havia pessoa mais sábia do que sua mãe, mas, após cinco anos de convivo com a Magistrada descobriu que estava terrivelmente enganado.

Aos poucos, ela abriu seus olhos, irradiando uma luz fria. Estudando seu jovem aprendiz, cujo corpo irradiava uma escuridão sem fim e sob sua cabeça três estrelas demoníacas.

– Meu patinho, você se desenvolve rápido demais – disse a Magistrada com um sorriso orgulhoso nos lábios. – Em menos de cinco anos seu nível de poder atingiu três estrelas demoníacas. Se continuar evoluindo com essa taxa de velocidade, com mais cinco é possível que você obtenha seis estrelas demoníaca e condensar-lo em um anel de poder.

– A fonte de poder de um Magistrado cresce aos poucos, normalmente com uma taxa de crescimento regular – continuou a Magistrada. – Tomamos por exemplo a taxa de crescimento de poder de sua mãe. Assim como você, ela tinha cinco anos quanto se tornou minha discípula. Somente após uma década, conseguiu manifestar sua segunda estrela demoníaca, mais trinta anos para manifestar a terceira estrela demoníaca, mais cinquenta anos para manifestar a quarta estrela demoníaca. É após quase quinhentos anos seu poder cresceu o suficiente para manifestar a sexta estrela demoníaca e condensar-lo em um anel de poder. Atualmente sua mãe está em um gargalo, a meio passo de se tornar uma feiticeira.

O pequeno Aur arregalou seus olhos ao ouvir o tempo que sua mãe levou para chegar ao seu nível de poder atual. É arregalou seus olhos mais ainda por saber que sua mãe era mais velha do que imaginava.

A Magistrada levantou-se, saltando da rocha, pousando suavemente no chão, pisando com os pés descalços sobre a vegetação rasteira. Fez um gesto com a mão para que seu discípulo a seguisse.

Os dois iniciaram a descida do monte, tendo uma visão privilegiada sobre as colinas verdejantes e no horizonte distante, a borda da floresta cujo no centro havia um lago com uma torre no meio que viveu durante esses cinco anos.

Pequeno Aur amava a visão do topo do monte, mas odiava ter que subir sem o uso de seu poder.

Era um dos poucos treinamentos físico imposto por sua mestra.

– Um Bruxo não tem Fraquezas – disse ela vendo aparência amuada de seu discípulo. – Um corpo fraco e uma fraqueza, uma mente fraca é uma fraqueza, um coração bondoso é uma fraqueza. Bruxos tem corpos de aço, mentes afiadas como a lâmina de uma espada, é corações de gelo.

Ouvindo as palavras de sua mestra, limpou sua mente e coração, substituindo o rosto cheio de desagrado por ter que descer o monte, por um rosto calmo e frio.

– Todos Magistrado levam todo esse tempo? – perguntou o pequeno Aur minutos depois, lembrando-se do tempo que sua mãe levou para conseguir materializar seu anel de poder.

– Quanto maior for sua compatibilidade com um dos sete princípios, maior será sua taxa de crescimento – respondeu a magistrada. – A compatibilidade de sua mãe com a sextaessência era de 10%, algo comum entre as bruxas. As que tem maior taxa de crescimento, tem entre 20 e 25% de compatibilidade com a sextaessência. Bruxas com essa taxa de compatibilidade podem manifestar um anel de poder com metade do tempo que sua mãe levou.

Após ouvir a explicação de sua mestra chegou a um entendimento melhor sobre a taxa de crescimento de poder de um Magistrado. Agora entendia por quê conseguiu manifestar três estrelas demoníacas em apenas cinco anos, quanto sua mãe levou centena de anos.

Pequeno Aur tendo 100% de compatibilidade com a sextaessência, no tempo que sua mãe levou para manifestar um anel de poder. Poderá se tornar uma existência que irá abalar toda galáxia e o conselho dos Magistrado.

Não seria exagero dizer que o pequeno Aur pode se tornar um lendário Ser Supremo.

– Sei o que está pensando – falou a Magistrada tirando de seu devaneio. – Não é impossível. No entanto, não é tão fácil como você imaginar. Principalmente para você que, com um passo em falso pode acabar sendo possuído por uma entidade da sextaessência.

Ele franziu a testa e perguntou:

– Mestra, o que você quis dizer com essas palavras?

A magistrada não respondeu de imediato. Levaram meia hora para descer o monte, o que para uma criança de dez anos, havia o deixado muito cansado. No entanto, diferente da primeira vez que subiu e desceu o monte, não estava cansado ao ponto de desmaiar.

Seguiram a pé em direção a borda da floresta. Pequeno Aur usava todas forças que podia para conseguir acompanhar os passos bem fluídos e rápidos de sua mestra. Lembrou-se de uma vez que não conseguiu acompanhar o ritmo de sua mestra, ficando para trás. Sua amável mestra o deixou para trás, esquecendo de sua existência completamente.

Hoje em dia, após cinco anos, ele vê tudo com bons olhos. No entanto, na época foi uma experiência aterrorizante para ele.

Pequeno Aur não perdoou sua mestra por meses. Hoje em dia, compreende que às vezes, sua mestra era alheia ao tempo.

Sua noção de tempo era diferente do qual estava acostumado na terra. Uma hora para sua mestra era o mesmo que um piscar de olhos, é os cinco anos que passaram, apenas alguns dias em sua noção de tempo.

– Quantos Magistrados você acha que existe em toda galáxia? – perguntou a Magistrada, minutos depois. – Existem centena de milhões de Magistrados – disse sem esperar por uma resposta. – Dessa centena de milhões de Magistrado, na melhor das hipóteses, cem mil conseguiram se tornar Feiticeiros. Sabe por quê, meu patinho?

Quanto Aur tinha cinco anos, não se importava muito em ser chamado de patinho. Mas agora ele tinha dez anos, quase um homem feito em sua opinião, e ser chamado de patinho o deixava profundamente envergonhado.

– Não sou seu patinho – disse irritado. – Sou um Bruxo!

A Magistrada encarou seu discípulo irritado e falou:

– Sim, você é meu patinho – disse ela com seus olhos cheio de carinho, puxando as bochechas de seu discípulo. – Não importa quanto tempo passar, nem quanto seus cabelos se tornarem brancos e sua pele enrugada, você sempre será meu patinho.

A Magistrada virou-se e seguiu em frente, deixando para trás seu discípulo envergonhado.

Após recuperar seus sentidos seguiu sua mestra sem abrir a boca para falar um pio se quer.

– Não é fácil se tornar um Feiticeiro, independente de sua compatibilidade com um dos sete princípio – disse ela voltando ao assunto anterior. – Existe um requisito importantíssimo para se tornar um Feiticeiro: pacto com uma entidade espiritual.

A expressão do pequeno Aur se tornou grave. Apesar das palavras causais usada por sua mestra, compreendeu o significado por trás de suas palavras.

– Para nós, conectados com a sextaessência, é muito mais difícil e perigoso, quanto comparado aos demais Magistrados. Ao conseguir a sexta estrela demoníaca, uma Bruxa obtém o poder da projeção astral. Podemos projetar nossas almas para fora de nossos corpos, é, entrar nos planos espirituais.

Pequeno Aur parou de andar, sentido calafrios só de imaginar que um dia no futuro teria que projetar sua alma no princípio infernal para conseguir um pacto com uma das entidades espirituais demoníacas.

Até seus oito anos de idade foi atormentado pelas entidades demoníacas do princípio infernal. Se não fosse por sua mestra, teria enlouquecido muito tempo atrás. Lembrava-se dos pesadelos, dos sussurros enlouquecidos, das garras rasgando sua alma, da escuridão assustadora, dos presságios de morte e destruição.

Seu corpo travou no local e começou a tremer. Sua respiração se tornou agitada, sentia como se uma mão invisível estivesse apertando seu coração. As lágrimas fluíam sem parar por seu rosto.

A Magistrada percebeu imediatamente a mudança de seu discípulo e correu até ele, abraçando-o com carinho, sussurrando encantamentos para acalmar sua mente e coração.

Levou poucos minutos para pequeno Aur se recompor.

– Me perdoe, meu patinho – disse a Magistrada. – Não queria que se lembra-se daquele tempo. Sei o quão tortuoso foi pra você, é algo que nenhuma criança deveria passar.

– Mestra – disse o pequeno Aur fungando o nariz. – Não existe outra forma?

– Infelizmente, não meu patinho – respondeu com pesar. – Porém não se preocupe, vou te ensinar um modo que irá fortalecer sua alma e corpo. Quando chegar o momento, sua alma será tão poderosa que as entidades demoníacas tremeram diante de ti!

– Verdade, mestra? – perguntou animadamente.

– Sim – respondeu afagando os cabelos prateados do pequeno Aur. – É um técnica antiga usada pelos andarilhos do vácuo, para fortalecer corpo e alma. Não vou mentir para você, será muito difícil e doloroso, você precisará ter uma força de vontade monstruosa.

Pequeno Aur fungou o nariz e limpou as lágrimas e falou com determinação:

– Mestra, não importa o quão tortuoso seja, por favor me ensine essa técnica antiga!

A Magistrada gostaria de não ter que usar esse método antigo para fortalecer corpo e alma de seu discípulo. Porém não havia outro modo, é o tempo era curto, caso seus cálculos estejam corretos, em cinco anos seu discípulo conseguirá manifestar a sexta estrela demoníaca e condensar-lo em um anel de poder. É será nesse momento que o pequeno Aur se tornará mais vulnerável paras entidades demoníacas que desejam possuir seu corpo.

Se a alma do pequeno Aur não se tornar forte o suficiente até aquele dia, ele terá seu corpo possuído.

Pensando nessa possibilidade, a Magistrada sentiu seu coração pesado.

<<<<< 2 >>>>>

Meses se passaram, é a cada dia seu treinamento se tornava cada vez mais árduo. Sua mestra dividia o treinamento em duas parte: durante a manhã, dos primeiros raios de sol até o meio dia, treinava seu corpo físico. No quinto Andar da torre, existe uma porta que leva á um espaço dimensional criado por sua mestra. Nesse espaço, controlava a sua vontade o nível de pressão. Todo seu treinamento físico era naquela sala, com uma pressão dez vezes maior do que a terra. Sempre que se acostumava, sua mestra aumentava a pressão fazendo-o sentir como se estivesse no fundo do mar.

Da tarde, uma hora até o sol se por, treinava sua mente. Lendo livros antigos, aprendendo sobre a história dos Magistrados, suas responsabilidades como tal, é feitiços.

Cada princípio controlava um elemento específico. Pequeno Aur aprendeu como controlar o pode de transformar carga positiva em carga negativa, em poucas palavras, magia negra.

– Entre os sete princípios – disse sua mestra fazendo um gesto, conjurando uma massa de energia escura que pulsava no meio do ar. – O poder de transformar carga positiva em carga negativa, é o mais poderoso em termos de versatilidade e poder de destruição.

A Magistrada condensou a massa de energia escura em uma pequena esfera, do tamanho de uma bola de gude. Caminhou até a janela da torre e apontou para o céu, disparando a esfera de energia negra em alta velocidade.

– Proteja seus ouvidos – avisou a Magistrada.

Pequeno Aur colocou suas mãos em seus ouvidos, olhando o pequeno ponto negro, tornando-se cada vez mais distante, até que explodiu na atmosfera, queimando centenas de quilômetros do céu. Mesmo distante, as árvores foram esmagadas pela onda de choque da explosão, que até o momento reverberava pelos céus, como uma trovoada sem fim.

– Mesmo um Encouraçado de Guerra, com seus escudos na máxima potência, não sobreviveria a um disparo de energia negra. O conselho dos Magistrado chamam os poderes que podemos conjurar de feitiços e criaram um rank de níveis, do primeiro o mais fraco, até o nono nível, poderosos feitiços que podem afundar Fragatas e Encouraçados.

Pequeno Aur não conseguia tirar os olhos dos céus queimados, contemplando o nível de destruição causada por um simples disparo de energia negra de sua mestra.

– Feitiços de nível 10, são considerados magias proibidas, que podem dizimar planetas inteiros, até mesmo sistemas solares. Apenas Seres Supremos e seus discípulos Legacy tem permissão do Conselho Magistrado de aprender magias proibidas do décimo nível.

A Magistrada explicou para o pequeno Aur, que atualmente existem três Seres Supremos, cada um com um com seu Discípulo Legacy.

– Diferente dos discípulos normais – explicou, se afastando da janela e sentando-se na poltrona em frente da mesa do pequeno Aur. – Discípulo Legacy são treinados duramente, com o melhor da tecnologia atual e da magia antiga.

– Mestra, você já viu um Ser Supremo? – perguntou Aur cheio de curiosidade.

– Seu eu já vi um Ser Supremo? – zombou. – Claro que vi, conheço os três Seres Supremos atuais desde que eram um feto na barriga da cadela de suas mães, da mesma forma que eu as conheci desde que eram pequenas jovens catarrentas, é seus pais, é os pais de seus pais, até os antepassados qual mal sonhavam ser descendentes.

Ele sempre desconfiou que sua mestra fosse uma existência antiga. Sua mãe havia dito uma vez, que sua mestra talvez fosse o Magistrado mais antigo vivo de toda galáxia. Ninguém sabia exatamente sua idade exata, alguns membros ilustres do Conselho do Magistrado desconfiavam que ela viveu nos tempos antigo, na era de ouro dos primórdio da galáxia.

A Magistrada voltou a falar sobre diversos feitiços diferente, mostrando cada gesto, posição de dedos, é técnicas para melhorar a potência de seus ataques. Maravilhado escutou tudo sem piscar, até sua mestra receber uma vídeo chamada em TPDA.

Por um tempo a Magistrada franziu a testa até enfim aceitar a vídeo chamada.

– Oh! – exclamou a Magistrada. – Pensei que já tinha morrido!

Pequeno Aur se esgueirou até sua mestra, escondendo-se atrás dela. Na tela semi transparente da vídeo chamada do TPDA, viu uma senhora idosa de rosto enrugado, cabelos brancos e corpo encurvado, vestindo uma elegante túnica azul.

Arregalou seus olhos surpresos ao ver guelras no pescoço da velha e em seus braços, escalas azuis como se fosse um peixe.

– Para sua infelicidade, velha amiga – disse a velha idosa. – Tenho muito anos de vida pela frente. Meses atrás, corre boatos pelo conselho dos Magistrados, que você vem acolheu um discípulo, um pequeno garoto que pode manifestar o poder da sextaessência.

O olhar da velha caiu sobre o pequeno Aur que se escondia atrás da Magistrada.

– Como eu imaginava, os boatos são verdadeiros – disse a velha. – Um bruxo, nunca em toda história do Magistrado houve um Bruxo!

A Magistrada desenhou um sorriso, é puxou Aur para frente, deixando a velha vê-lo.

– Aur Muggulis El Neth, filho da Bruxa Adélia El Neth e neto do Mário Muggulis, Senador da República da terra.

– Um El Neth?! – exclamou a velha surpresa. – Então ele carrega a Bloodline do corvo demoníaco ilusório?

A Magistrada não respondeu, apenas sorriu misteriosamente.

Pequeno Aur sempre soube que seus olhos eram especiais. Sua Mestra, anos atrás, contou sobre a Bloodline do Corvo Demoníaco, é o ensinou como usar as habilidades primária de seus olhos.

– Então – disse a Magistrada. – Não acredito que ligou apenas pra confirmar o boato, sem rodeios, fale logo o que deseja?

A velha soltou um suspiro emocional, com sentimentos complicado em seu rosto, falou:

– Tenho um pedido, velha amiga, mas não posso te contar pela rede de transmissão do TPDA. Não é uma rede segura. Venha até o Santuário das Águas, no segundo planeta do sistema solar AG-02. Prometo que não irá se arrepender, é algo relacionado com você.

– Em uma semana vou até o Santuário das Águas – respondeu a Magistrada encerrando a vídeo chamada. Ficou lá parada por algum tempo, até finalmente olhar para seu discípulo e falou: – Em um semana iremos para o planeta natal dos Aquarianos. Nessa semana dobrarei a dificuldade de todos treinamentos.

Naquele dia não houve treinamento, mas, nos dias seguintes foram os mais difíceis para o pequeno Aur.

Comentários