Kuork

Apenas Tradutores Errantes

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Antes da batalha!

1 Parte

Um calor abrasador fluía pelo seu corpo, consumindo seu interior e remodelando seu corpo de dentro para fora, um processo extremamente doloroso.

Dentro do ovo seu corpo estava sofrendo uma transformação da qual ninguém poderia imaginar. Ele estava no meio do universo sofrendo uma mudança tanto mágica quando espiritual.

Seu ossos se quebrando e se remodelando como titânio indestrutível e cada célula do seu corpo se transformando como se fosse carne de um dragão. Em suas costas sentiu como se elas fossem rascadas e fechadas ao mesmo tempo, não uma vez, mais seis vezes.

Sentiu as chamas abrasadoras do circulo infernal se fundir ao seu braço direito enquanto a névoa gélida do circulo infernal se fundia com seu braço esquerdo. Em sua costas sentiu suas costas se fundir com as trevas cósmica.

Dentro do seu corpo seu Qi se fundia com o fluxo mágico se enrendando em um novo fluxo de poder que era mágico e ao mesmo tempo era Qi, uma energia primordial que somente os deuses deviam possuir.

Quando o processo estava terminando sentiu o surgimento de três estrelas formando um triângulo invertido em sua testa e com esse simbolo ganhou um grande conhecimento mágico e de QI, além das varias etiquetas sociais das raças inclusive dos elfos negros que o servem.

De alguma forma imaginou que fosse presente de Azura, assim como a formação que o permitiu se tornar um demon lord.

Sentiu seu coração quente e as emoções que pensou que perderia com sua transformação fluíram como um rio selvagem, sentindo inúmeros sentimentos e o calor ardente que sente por sua fada, Liz.

Se fosse comparar com antes, era como se ele fosse frio e de repente se tornou chamas em brasas.

Pensei que perderia minha humanidade, pensou Arthur. Mas parece que ao invés de me tornar um demônio eu me tornei mais humano.

Depois de todo o processo terminar sentiu a casca do ovo que o envolvia rachar permitindo ver uma tênue luz pálida novamente. E sua visão foi preenchida por inúmeras estantes de livros empoeirados e ao seu lado Ninaelneth sentada na rica tapeçaria com as pernas cruzadas.

Arthur se deslumbrou ao ver o rosto perfeito de Ninaelneth, um rosto sem qualquer falha. Seguido por longas orelhas élficas da qual ele deve que controlar suas emoções que surgiam como um mar feroz para não as tocar.

Tudo nela parecia diferente sua beleza, seu aroma de pinheiros.

Ela vestia uma longa túnica azul costurada com fios de prata; sua cintura enfeitada com um cinto negro ornamentado com safiras e diamantes; ombreiras de prata branca requintadas; sobre seus antebraços braceletes de prata branco; e um par de botas do mesmo metal que os braceletes, também conhecido como prata estrelar.

Seus cabelos brancos estavam amarrados em coque, deixando visível seus olhos alienígenas lilás profundo brilhavam com uma força poderosa.

Ela era tão bela assim? Arthur se perguntou questionando seus próprios olhos. Mas não era que Nina se tornou mais bela, mas sim que a visão dele se tornou mais nítida. Agora com sua visão e sentidos reforçados, via o mundo de uma nova forma.

Uma nova olhada e viu que outros elfos negro estavam sentando a sua frente, vestindo armaduras leves feitas de uma prata branca: prata estrelar. Não era um punhado, mas sim centenas deles, centenas de elfos negros esperando seu retorno.

Assim que todos notaram o ovo se rachando liberando raios negros misteriosos. Seus rostos desenharam um sorriso alegre feliz com o retorne de seu rei.

Inúmeras fissuras apareceram no ovo, até Arthur surgir, se levantando como um ser transcendental e seis grandes assas cobertas por formações douradas saiam de suas costas se expandiram, deixando a imagem de Arthur ainda mais grandiosa do que era realmente.

Seu braço direito irradiava uma aura vermelha que poderia lançar chamas tão quentes como as de uma montanha de fogo; seu braço esquerdo irradiava uma névoa branca gélida que podia congelar com um simples toque.

Arthur tinha se tornado mais alto e seu corpo era forte com músculos definidos por causa do Qi infundido com sua magia. Seu cabelo se tornou branco que parecia emitir um leve brilho azulado. Seu rosto se tornou liso e sem falhas e um rosto anguloso, e orelhas longas como as dos elfos negros.

Em sua testa a marca do triângulo estrelar de Érebo e seus olhos cinzas se tornaram como as de um dragão, contendo um aura opressora que nenhum mortal deveria ter.

Esse era Arthur Magnus, agora um lord demon.

Arthur se levantou e olhou para Ninaelneth vendo o par de roupas em seu colo falou:

“Ninaelneth-gwraig, este par de roupas seria bem vindo!” Disse Arthur em um tom brincalhão e usando o modo formal de se falar com alguém que foi prometido para si como esposa. Através do conhecimento adquirido, soube que estava sendo totalmente rude falando de forma tão casual.

Apesar que os elfos negros também não estavam usando a maneira formal de se falar do antigo império negro.

Nina congelou no lugar ao ouvir Arthur a chamar incrementado a palavra antiga gwraig que era usado durante o império negro. Melhor do que ninguém sabia o significado daquela palavras e não pode de ser surpreendida por Arthur a chamar de forma tão íntima e além de ter o conhecimento da etiqueta élfica negra.

Nina se recuperou do choque inicial e com as bochechas levemente avermelhadas: qual detalhe não passou despercebido por Arthur.

Ela falou:

“Arthur-gwr, imaginei que durante a transformação suas roupas seriam destruídas.” Disse Nina aceitando a maneira intima que foi chamada e o chamando pelo termo gwr que tem o mesmo significado da palavra gwraig, mas somente usado para homens prometidos para si.

Após a breve troca de palavras que conteve um significado profundo. Arthur pegou as roupas com Nina e as vestiu; um par de calças negro que era feito a partir da membrana das asas de um dragão negro; um par de bota de obsidiana; e um cinto vermelho enfeitado com várias jóias brancas da qual ele poderia armazenar sua magia e usar em momentos em que seu poder magico acabasse.

Não usou a túnica requintada, pois suas asas impediam dele usar qualquer vestimenta, deixando seu peito nu o que atraia olhares quentes e te admiração das elfas negra.

Com sua ordem trouxeram um espelho grande do qual ele se observou, vendo as drásticas mudanças em seu corpo. Fazendo ele não se sentir que era ele mesmo em frente ao espelho.

Pensei que me tornaria um demon lord é não um anjo caído, pensou Arthur com sarcasmo.

Vocês, humanos ignorantes tem uma visão preconceituosa sobre os demon lords e as raças demoníacas! Disse Azura em sua mente, uma voz que parecia que ele não ouvia há muito tempo o que deixou alegre.Para começar demônio são raças extremamente próximos a magia: uma raça mágica. Dentro do que vocês chamam demônios existem inúmeras raças mágicas, da qual dependendo do sangue que flui em seu sangue irá influenciar na sua forma de demon lord!

Azura começou a repreender Arthur por sua ignorância e explicou que de acordo com sua forma atual, ele era de uma descendência de demônios puros. O que fez pensar que seu pai Allan era de uma linhagem pura de demônios. Também explicou que quando ela quis dizer que ele iria perder seu lado humano, isso significou que ele perderia seu corpo humano e não sua mentalidade como ele imaginava, ou seja Arthur tinha deixado de ser um humano e se tornou uma raça mágica.

Após a palestra vigorosa dela ele voltou atenção para a deusa ao seu lado e falou:

“Ninaelneth-gwraig, como anda a situação ao redor do templo?”

Nina soltou um longo suspiro entristecido, e falou:

“Nada bom, Arthur-gwr, nossos sentinelas avistaram o exercito do rei bruxo Ulundir marchar para nossa localização! Diferente de antes, o próprio rei bruxo Ulundir lidera seus exércitos!” Disse Nina com um tom de lamento o que tornou sua expressão ainda mais encantadora.

“Não se preocupe, não deixarei que mais nenhum de nossos brawd caia nessa luta!” Um largo sorriso se formou no rosto de Nina, que sinceramente estava grato além de feliz por ele chamar todos elfos negro como brawd, que significa que ele os considerava todos seus irmãos.

“Então vamos da uma olhada lá fora!” Arthur ofereceu sua mão e Nina um pouco tímida aceitou, sentindo um calor agradável vindo de sua mão direita. Suas asas a cobriram como em um abraço fazendo ela sentir uma energia acolhedora fluir para si, curando seu cansaço por passar dois dias sem dormir a espera do seu retorno.

Não somente Nina como todos elfos negros foram alimentados por essa energia, sentindo-se revitalizados e cheio de poder. Nina percebeu que de alguma forma ele tinha notado o cansaço de todos presentes.

Andando de mãos dadas passaram pelas ricas tapeçarias e os elfos que antes estavam sentados de pernas cruzadas, formaram fileiras e o saudando de joelhos com a mão direita no coração.

“Brenin-Arthur, saudamos seu retorno!” Gritou todos os elfos negro em uníssono com uma sincronia perfeita. E ao passar por eles formaram três linha atrás dele como uma guarda de elite.

O termo brenin, significa rei da forma mais respeitosa possível.

Arthur tinha notado que eles levam tudo a sério, até uma simples saudação. Antes ele não entendia o porquê, mas depois de adquirir o conhecimento sobre os elfos negro, compreendeu que eram uma raça séria e ao mesmo tempo fiel as tradições e as hierarquias de poder.

No antigo império negro, o imperado era visto como um deus entre os mortais. É seus representandes como mensageiros divinos. Somente o oraculo de Érebo tinha uma posição quase igual ao do imperador.

Arthur vendo aqueles misteriosos braceletes de prata não resistiu de perguntar:

“O que são esses braceletes de prata branca?”

“Esses braceletes são feitos de prata estrelar, retirados das estrelas que caíram do céu e forjado por nossos antigos aliados os anões de mwynau, os mesmo que forjaram as armaduras leves que nossos brawd está usando!” Seu tom era orgulho por estar usando um equipamento que nenhum mortal poderia sonhar em usar. Prata estrelar era um mineiro extremamente raro e somente os anões de mwynau sabiam como os encontrar e criar armamentos com aquele mineral raro.

Pelos conhecimentos que Arthur adquiriu os anões de mwynau eram os principais aliados do império negro e viviam dentro das cordilheiras das montanhas negras. Seu trabalho artesanal era o melhor em toda Arcádia.

Durante a quarta era do caos eles desapareceram é ninguém soube o que aconteceu com os anões de mwynau.

Seguiram conversando e trocando risos sutis até chegar a sala principal do templo.

2 Parte

Arthur encontrou Annúndir conversando com os outros anciões e o chamou de forma formal de acordo com a etiqueta do império negro:

“Annúndir-hynaf, como anda a movimentação das forças do rei bruxo Ulundir?” Perguntou Arthur para Annúndir que congelou e seus olhos se arregalaram ao ver sua neta de mãos dadas com aquele ser transcendental que carregava a marca do triângulo estrelar de Érebo em sua testa.

Ao perceberem que era Arthur se ajoelharam o saudando como os elfos negro anterior. Depois da troca formal o rosto pálido de Annúndir foi gradualmente recuperando a cor e falou:

“Brenin-Arthur, as forças do rei bruxo está apenas um dia de distância da nossa localização.” Respondeu com uma voz cheia de alarme e preocupação.

Arthur pediu para ele informar sobre o rei bruxo Ulundir e o número de suas forças. É a resposta não foi nada animadora, fazendo ele desejar enfrentar cem mil orcs novamente.

As forças do rei bruxo Ulundir consiste em: 100 magos negros; 300 cavaleiros da morte; e mais de cinco mil mortos vivos.

Seu números nem se compararam com os cem mil orcs, mas em questão de poder os supera completamente. Para se ter uma ideia um mago faz uma total diferença em um campo de batalha. Magos negros são especialistas em magias negras proibidas e podem lançar ataques mais destrutivos.

Arthur sabe disso pois ele já usou várias vezes magia negra, um bom exemplo é a magia [Éden negro] que por si só é bastante aterrorizante.

Os cavaleiros da morte eram outro problema. Cavaleiros da morte são mortos-vivos poderosos. Agilidade, força e defesa são excepcionais superando de longe vários guerreiros humanos.

É uma legião de mortos vivos nunca se cansariam e lutariam até o inimigo cair. Em uma luta de atrito mortos-vivos sairiam triunfantes.

Dois espectros que seriam a ruínas deles, mas para Arthur seria fácil se livrar com sua magia.

É o maior problemas de todos o rei bruxo Ulundir e seu chicote mágico [cauda do rei cobra negra] um item feito da escama de um rei cobra negra. O chicote não é o problema em si, mas sim seu efeito. Além de poder de transformar o usuário em um rei cobra pode também causar dano espiritual no oponente, ignorando qualquer tipo de defesa seja mágica ou física.

Uma arma que pode machucar seu espirito diretamente.

“Vamos lutar com suas forças o mais longe possível do templo, amanhã iremos os atacar primeiro com um ataque de todas suas flechas espirituais. E eu irei lançar um poderoso ataque contra seus magos negros. Para o bem de todos nossos brawd devemos acabar com seus magos em um único ataque, depois disso eu irei lidar com o rei bruxo Ulundir!”

Após considerar todos movimentos possível ele se despediu e pediu para Nina um lugar tranquilo em que ele pudesse não ser perturbado. Arthur queria meditar sobre as ações que iria fazer durante a batalha de amanhã e foi aconselhado por Azura quando ele pensava em algum ato tolo.

A luta de amanha decidiria o destino dos elfo negro. Mesmo achando que não perderia estava preocupado pelo destino de todos estar em suas mãos.

Arthur ficou em um quarto simples de espaço curto, suficiente apenas para duas pessoas viverem. Nina estava envergonhada por fazer seu rei e prometido dormir em tais acomodações pobres.

Quando ela deixou Arthur, ele moveu suas seis asas e as tocou sentindo as penas suaves e as estranhas formações douradas em cada par de assa.

Quando estava emergido em seus pesamentos uma névoa lilás saiu do seu corpo e gradualmente ganhou a forma de uma mulher adulta com um corpo cheio de curavas e seios fartos.

Suas pupilas negras pareciam deixar o ambiente mais escuro.

Arthur olhou a figura sedutora de Azura e perguntou em uma voz boba:

“Azura?” Pergunto franzindo a testa.

Diferente de antes agora sua altura era de um mulher adulta e suas proporções humanas, sem chifres ou braços extras. Apenas a orbe roxa permaneceu em sua testa e seu longos cabelos azulados.

“Sim, quem mais seria?” Ela zombou dele e explicou:“Essa forma consome menos energia e é mais prática.”

Sem dizer mais nada Azura se aproximou dele e sentou-se em seu colo colocando seu braço em volta do pescoço de Arthur.

Arthur entrou em pânico pela mudança de atitude tão repentina e pela sensação suave da bunda dela em seu colo.

“O que está planejando fazer?!”

Um sorriso diabólico apareceu em seu rosto e ela falou:

“Quando eu fui aprisionada no abismo perdi muito do meu poder. Posso recuperar meu poder de duas formas; a primeira é matando um ser com muito poder mágico e absorver seu poder. É a segunda forma e sugando com um beijo.” Disse ela colocando um de seus dedos em seus graciosos lábios.

Arthur pode até imaginar o que viria a seguir e como esperado Azura pressionou seus lábios contra o dele e sua língua invadiu sua boca sugando seus poderes de dentro de seu corpo.

Arthur se recuperou do choque inicial e chupou sua língua como vingança pelo fato dela o beijar sem o deixar se preparar emocionalmente.

Suas línguas se emaranhou uma na outra e ele hipnotizado pelo beijo, colocou suas mãos na cintura suave de Azura. Pressionando aquele corpo cheio de curvas contra o seu e por reação ela começou a tremer e ambos os corpos ficaram extremamente quente como se os dois tivessem em êxtase.

O beijo foi longo e quente e todo corpo dela transpirava como se tivesse perdido total controle, após um tempo seus lábios se separaram formando um fio de prata entre eles.

Azura tinha uma expressão estranha e confusa e depois de se acalmar ela perguntou:

“O que você fez?!”

“Além de te beijar? Nada.” Respondeu com um sorriso malicioso e completou:“Hummm……Esse estado de agora, rosto ofegante e corpo quente…Será que você estava excitada por ser beijada?”

Os lábios dela tremeram de raiva e com um gritos sonoro ela falou:

“Como ousa me beijar?! insolente!!!”

“Humm, sabe Azura, você foi a primeira a me beijar!” Arthur ri ao responder provocando ainda mais sua fúria irracional. Então um pensamento passou por sua cabeça e ele segurou firme Azura e jogou seu corpo contra a cama de seu quarto ficando por cima de seu corpo sexual.

O rosto zangado dela se tornou ainda mais zangando e ela perguntou em um rugido feroz:

“O que você pensa que esta fazendo?!!”

“Não é obvio? Aquele conhecimento que você me passou sobre magia durante minha transformação dizia que existe três modos de transferir magia para outra pessoa. As duas primeiras formas são como você informou, bom, a terceira forma e quando um homem é uma mulher unindo seus corpos podem transferir uma grande quantidade de poder mágico, mais eficaz do que um beijo, não é verdade?”

Com cada palavra de Arthur o rosto de Azura foi perdendo a cor e entendeu finalmente que ele pretendia fazer.

“Sim, mas….” Ela hesitou e de repente seus lábios começaram tremer como se tivesse medo de que Arthur a forçaria a se unir com ele.

Arthur moveu suas mãos da cintura dela até os seios fartos de Azura que encheu sua mão com uma sensação suave e quente e a apalpou suavemente fazendo azura deixar escapar um “ahh.” Bem baixo, Azura já não tinha sua arrogância ou a aura de uma rainha. Era como uma garotinha que não sabia o que fazer e quando Arthur pensou que ela permitiria avançar mais, ela disse em um tom severo:

“Vou te dar três segundos para sair de cima de mim, ou se não juro que vou arrancar essa coisa no meio de suas pernas!”

Sem pensar duas vezes Arthur saiu de cima de Azura e colocou as duas mão sobre seu lugar precioso, protegendo ele como se fosse um filho que está em perigo mortal.

“Insolente da próxima vez eu corto essa coisa no meio de suas pernas!” Gritou ela é se tornou uma névoa lilás fluindo para seu corpo.

Sentindo que o perigo passou Arthur perguntou para Azura:

“Porque não se transformou em uma névoa e voltou para meu corpo enquanto eu acariciava seu corpo?” Arthur soltou um riso alegre sobre o silêncio de Azura que não respondeu sua pergunta.

Depois de alguns minutos ouve somente uma resposta em sua mente.

…Insolente! Disse em um tom tímido dentro de sua mente.

Assim foi a noite de Arthur antes do começo da luta contra o rei bruxo Ulundir.

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