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Batalha de um demon lord e um rei bruxo! (2 Parte final)

3 Parte

Arthur voou na direção da Nina que está tendo uma árdua batalha contra o rei bruxo Ulundir na forma de uma rei cobra negro. Sua aparência não era das melhores, suas escamas negras estavam quebradas, vários ferimentos sangrentos por todo seu corpo de dragão.

…Nina-gwraig, me desculpe por deixar você sozinha! Disse Arthur.

……Não há problema Brenin-Arthur! Respondeu Nina com um tom frio.

Arthur notou a mudança da forma qual ela estava o chamando e a frieza de sua voz.

Ela deve ter visto eu beijando Liz, pensou Arthur sentindo um aperto em seu coração. Nesses poucos dias juntos com os elfos negro, criou um laço com eles, principalmente com Nina, qual ele conversou bastante. Conhecendo um pouco da jovem elfa negra, sendo cativado pelos pequenos detalhes de sua personalidade forte e da sua beleza marcante.

Arthur afastou seus pensamentos sobre ela, decidiu tratar desse assunto após derrotar o rei bruxo Ulundir.

….Compreendo, por favor se afaste dele! Eu vou usar magia da nona camada!

Nina se afastou indo em direção de seu povo.

Arthur olhou para Ars Goetia em sua mão, sentindo-se eufórico por se reunir novamente com sua querida varinha mágica. Desde que ele ganhou Ars Goetia de Allan, quase nunca se separou de sua varinha mágica.

Arthur acabou criando um vínculo emocional forte com a varinha mágica, que mas via como uma amiga, uma parceira, do que um simples objeto. Pensando na varinha mágica como um ser vivo. Naquela hora, aonde seu vínculo emocional estava em seu ápice. Ars Goetia liberou um fulgor escurou, que quase o cegou, liberando um pulso escuro, como as batidas de um coração.

“O-oque está acontecendo?!” Gritou Liz em seus braços.

“E-eu também não sei!” Arthur respondeu sinceramente.

Mesmo ele não tinha ideia do que estava acontecendo, apenas compreendeu que a varinha estava passando por algum tipo de transformação.

O que ele não sabia e que coisas misteriosas acontece em torno de um poderoso demônio. Quando maior for o poder mágico, sua vontade, maior será as chances de acontecer algo misterioso.

Pensamentos e desejos fortes podem mudar a estrutura da realidade.

Seu vínculo emocional forte por sua varinha mágica Ars Goetia, foi o gatilho que deu inicio a todo esse fenômeno misterioso.

O pulso ficou frenético, é a cada pulso sua cor escura ficava mais clara, até ficar totalmente branca. O pulso parou e a varinha flutuou para o alto, liberando uma nova onda luminosa, como se fosse o próprio sol.

O brilho cessou e aonde havia uma varinha, agora tinha um ovo branco com elegantes padrões dourados. Gradualmente o ovo começou a rachar, com cada rachadura um barulho estridente que fez qualquer um que ouvisse ter a vontade de ser surdo.

….Nunca imaginaria que eu presenciaria o nascimento de um demônio celestial! Disse Azura vagamente.

O ovo rachou completamente, revelando uma pequena garota vestindo o que parecia ser um vestido de penas brancas, aparentava ter dez anos, abraçando seus joelhos em posição fetal, envolta por quatro asas brancas.

Gradualmente ela levantou sua cabeça revelando um rosto infantil coberto por um longo cabelo roxo e olhos vermelhos. Qualquer um pensaria que fosse um anjo, mas logo perceberia seu engano ao ver longos chifres brancos saindo das laterais de sua cabeça.

Ela levantou-se irradiando uma luz cegante e desapareceu como uma miragem, como se tudo fosse apenas uma ilusão.

Mas esse não era o caso.

Ela reapareceu como um clarão, emanado toda a pureza da luz, o que Arthur achou um grande contraste com seus longos chifres brancos. Mas quem era ele para dizer algo?

Ele mesmo era um demon lord estranho.

A figura infantil moveu seus pequenos lábios, e falou com uma voz fria, sem emoção aparente:

“Eu sou Ars Goetia, ou era, você mudou minha natureza mágica como uma varinha mágica. Nasci de sua vontade e desejo puro, nasci de seu espirito, nasci como um arquidemônio, sou sua filha!”

Arthur ficou pasmo, ele não esperava que a varinha que ele tinha tanto carinho, ganharia vida. Fora, que era estranho alguém que mal acabou de completa dez anos ter uma filha.

Azura o está acontecendo aqui!! Ele gritou pedindo por um esclarecimento de Azura.

Arthur ouviu um riso divertido em sua mente, seguido pela voz humorada de Azura.

Um demon lord tem poder mágico o suficiente para quebrar e alterar a realidade do mundo. Seu vínculo e afeto pela varinha foram tão grandes que inconscientemente você desejou que ela fosse viva, dai ela nasceu, por seu desejo e ainda por cima ela se tornou um de seus arquidemônios, um evento qual não esperava acontecer! Exclamou Azura em sua mente.

Um dos meus arquidemônios? Perguntou confuso.

….Oh, eu esqueci de te falar! Quando você se tornou um arquidemônio você adquiriu a habilidade [Benção de um demon lord], qual você pode escolher uma pessoa independente da raça e o transformar em seu servo, um arquidemônio! Mas, essa bença só pode ser usada três vezes, depois de usado três vezes você perde essa habilidade.

…Por favor da próxima vez não esqueça de me dizer sobre essas coisas importantes!!! Arthur resmungou sentindo que ela estava o fazendo de bobo.

Liz tinha um rosto branco e ficou apenas repetindo as palavras “Filha de Arthur”, como se estivesse enlouquecida.

Goetia inclinou seu pescoço para o lado e falou:

“Você acabou de entrar em um estado de confusão, devo te chamar de pai, papa, paizão?”

Aquelas palavras foram uma bomba para Arthur, qual nunca deve filhos em sua vida passada.

…Como devo reagir a esse desenvolvimento inesperado? Se perguntou confuso, mas sua mente voltou atenção para Ulundir qual ele deveria derrotar o mais rápido possível. Não tenho tempo para me sentir confuso!

Arthur respirou fundo e respondeu:

“Goetia, pode me chamar apenas de pai……Você ainda tem os 72 feitiços de alto nível?”

“Negativo, meu nascimento usou os 72 feitiços de alto nível como energia para o nascimento desse corpo. Porém como eu nasci de seu espírito e de seu desejo, ganhei dez magias únicas, criadas a partir de todo seu conhecimento desse mundo e do outro mundo.”

Arthur foi pego de surpresa.

Quando ele se tornou um demon lord ele obteve apenas uma magia única, que foi poderoso o suficiente para destruir um exército de cem mil orcs! O quanto poderoso era Goetia que havia dez magias úncias?

“Goetia você pode derrotar o rei bruxo Ulundir em sua forma de rei cobra negro?”

Goetia inclinou sua cabeça para o outro lado, ela respondeu:

“Afirmativo pai, posso iniciar a eliminação do rei bruxo Ulundir, 1.850 mortos vivos e 230 cavaleiros da morte?”

“Tem minha permissão, desde que não afete os elfos negro e o navio voador!” Respondeu Arthur.

Goetia virou sua cabeça em direção aonde estava o rei bruxo Ulundir e movendo seus lábios em uma velocidade rápida cantou:

“Os mortais sempre desejaram controlar as regras que movem o mundo. Tirar das mãos dos poderosos o poder e lançar suas próprias regra. Deus ouviu a vontade dos fracos mortais e lançou um campo sagrado em que suas palavras eram as regras do mundo! [Palavras de Poder]! ”

Goetia apontou para a direção em que os elfos negros estavam tento uma dura batalha contra inúmeros mortos vivos. No local aonde estava localizado os mortos, foi dominado por uma luz dourada, formando vários padrões mágicos desconhecidos.

“Eis que digo: Nesse espaço tudo que estiver morto, permanecerá morto. É as criaturas mortas vivas que rastejam pela terra, voltara ao domínio da morte!”

Ouve um badalar de sino e a luz branca se tornou mais intensa e todos mortos-vivos da área caíram no chão, e aos poucos viraram pó.

O que era um exército poderoso foi reduzido a pó com apenas poucas palavras. Arthur ficou impressionado pelo tamanho poder da magia usada, chegando a conclusão que magias únicas eram extremamente poderosas.

Goetia que nasceu da sua vontade era de longe mais poderoso do que ele, pensando nisso sentiu que deu nascimento á um ser poderoso que poderia o matar com apenas uma palavra!

Após terminar com os mortos-vivos ela olhou para Arthur e falou com sua voz fria e robótico:

“Pai, não tenho magia suficiente para eliminar o rei bruxo Ulundir. Requerendo sua ajuda como catalisador da magia única [Leviatã]! ”

Arthur olhou para aquela garotinha poderosa, hesitou em responder, mas no fim não havia muito que ele poderia fazer, e respondeu:

“Serei o catalisador, devo apenas fornecer o poder mágico?” Goetia assentiu e com suas pequenas mãos segurou as mãos de Arthur, começando a retirar seu poder mágico á um nível inacreditável.

Goetia começou a cantar:

“Rei do terror que destrói as embarcações dos viajantes que adentra em seu território da morte. Não há nada nessa terra que pode o ferir, nenhuma espada que pode o cortar, nenhuma lança que pode o perfurar, nenhum escudo que possa conter seu ataque. Nenhum ser na terra ou no céu ouça o encarar, quando ouvem seu nome tremem de medo! Seu nome significa morte! [Leviatã]!”

O espaço próximo ao rei bruxo Ulundir se distorceu e surgiu uma fenda oval como a superfície do mar.

Da fenda colossais tentáculos surgiram, se envolvendo em torno do rei bruxo Ulundir em sua forma de rei cobra negro. Ulundir tentou escapar dos tentáculos que vinham da fenda, ele lutou, usou toda sua força para se livrar dos tentáculos, mordendo os tentáculos que o envolvia, mas não conseguiu causar a menor ferida. Era como se ele tivesse mordido uma rocha, apesar da aparência do tentáculo, sua resistência era mais poderosa do que as escamas de um dragão.

Ulundir percebeu que era inútil tentar escapar, a força de sucção dos tentáculo era poderoso demais, não havia esperanças dele escapar.

Seus planos, tudo pelo que lutou, foi inútil.

Nunca imaginou que se arrependeria amargamente de ter atacado os elfos negro.

Ulundir viu mais tentáculos surgindo da fenda, envolvendo seu corpo em um aperto poderoso. Seu corpo foi erguido para os céus e da fenda surgiu uma grande boca circular composta por milhares de dentes afiados, dentes que poderiam triturar qualquer coisa viva na terra.

Seu destino estava selado, apenas uma morte dolorosa o aguardava, seria devorado.

Os tentáculos do leviatã o levantou até sua boca, e assim que metade de seu corpo chegou aos seus dentes afiados, sua boca se fechou triturando toda metade inferior de seu corpo e continuou o espetáculo comendo o lentamente como se quisesse o fazer sofrer o máximo possível.

*Ssssssss*

Ulundir em sua forma de rei cobra negro soltou um sibilar doloroso, sentindo suas escamas, carne e ossos sendo devorados pelo leviatã. Ele que era considerado o mais cruel entre os reis bruxos, era apenas um amador. A dor que estava passando ao ser devorado lentamente estava o destruindo lentamente sua mente, que implorava por uma morte rápida.

Em meio ao seu sofrimento, o causador de todo seu infortúnio apareceu. Ao seu lado estava outro ser demoníaco segurando sua mão, em seus braços uma bela garota que emanava um charme encantador.

Ele veio zombar de mim, enquanto me assiste sendo lentamente devorado! Gritou furioso em sua mente.

Ulundir nunca passou por tamanha humilhação, por tamanho sofrimento. Ele sempre se considerou o mais poderoso necromancer, aquele que tinha poder sobre o domínio da morte. Todos no norte tremiam de medo ao ouvir seu nome, ninguém ousava o encarar, ou desafiar. Mas os eventos de hoje pareciam zombar de sua existência. Ele que pensou ser uma existência poderosa, era apenas um sapo no fundo do poço acreditando que não existia mais nada além do poço e o céu que enxergava.

….Fui um tolo, cego por meu próprio orgulho, o preço por essa compreensão é minha vida! Pensou amargamente enquanto tentava suportar a dor de sua carne sendo rasgada e seus ossos quebrados, como pedaços de madeira podre.

“Se quer culpar algo, culpe a si mesmo por ser cego. Estava diante de uma montanha qual jamais poderia superar! A ignorância tem um preço, essa será paga com sua vida!” Arthur disse friamente e assentiu para Goetia, para que terminasse o feitiço que estava cobrando uma vasta quantidade de seu poder mágico.

“leviatã, leve este tolo e devore sua carne!” Goetia falou em emoção e como resposta o leviatã rugiu, fazendo o nariz de todos coçarem em desagrado pelo cheiro forte de peixe podre.

Obedecendo as ordens de Goetia seu tentáculo recuaram para dentro levando Ulundir, que estava sendo devorado pelo poderoso monstro.

A fenda gradualmente foi se fechando como uma ferida que é curada, e tudo voltou a ser silêncio. Sem qualquer ruído, som de batalha ou gritos aterrorizados.

Apenas o silêncio.

Assim foi foi morto o rei bruxo Ulundir, o senhor da morte.

4 Parte

Arthur desceu dos céus de forma elegante junto com Liz e Goetia, pousando diante de Annúndir e outros elfos negro, que estavam ofegantes, exauridos pelo grande esforço de enfrentar a legião de mortos vivos.

Ele viu Nina inconsciente encostada em uma árvore, com seu corpo todo coberto de feridas sangrentas.

Arthur correu até Nina que estava em um péssimo estado.

Annúndir se aproximou e falou:

“Não se preocupe Brenin-Arthur, apesar de suas lesões, era irá se recuperar em alguns dias.”

Arthur olhou para Nina e sentiu que seu coração iria se sufocar. Era sua culpa o atual estado dela, como ele não poderia se preocupar?

“Pai, os elfos negro são filhos da escuridão, e a escuridão pode os fortalecer, assim como os curar.” Disse Goetia ao seu lado.

Com as palavras de Goetia o rosto aflito dele se iluminou, e envolveu Nina com suas asas, liberando escuridão, que a envolveu como um manto reparador.

Do seu lado Goetia falou:

“Assim como os filhos da luz podem ser curados com energia sagrada, os filhos da escuridão podem ser curados com a energia escura. Assim como a luz pode ferir os filhos da escuridão, a energia escura pode ferir os filhos da luz. Mantendo o equilíbrio entre as duas energias primordiais.”

Arthur se sentiu grato pelo esclarecimento de Goetia e acariciou seus cabelos roxos.

“Obrigado Goetia…Quero dizer filha, você é bem mais útil do que Azura!” Arthur riu dizendo aquelas palavras.

…Insolente quem você está chamado de inútil? Rugiu ela em sua mente, claramente zangada. Arthur não respondeu e gargalhou mentalmente para Azura provocando sua raiva.

“Quero ser útil para meu pai, para aquele que me concedeu a vida.”

Arthur segurou a vontade de rir, ouvindo aquelas palavras estranhas.

Com a energia escura circulando por seu corpo, foi gradualmente se recuperando. Sua aparência já era melhor do que anteriormente e suas feridas fechadas.

“Com isso ela acordara em breve! Annúndir-hynaf ouve alguma morte?” Arthur perguntou, preocupado com a possibilidade de alguma morte.

Annúndir sorriu e falou:

“Brenin-Arthur, não houve nenhuma morte! Como poderiam morrer se seu Brenin dize que não tinham permissão para morrerem?” Annúndir desenhou um sorriso humorado

Arthur soltou um suspiro aliviado, agradecendo por ninguém ter morrido durante essa batalha.

“Annúndir-hynaf reúna todos com ferimentos graves eu irei curar seus ferimentos!”

Annúndir reuniu todos aqueles seriamente feridos. Arthur expandiu suas asas negras e espalhou uma escuridão sobre todos, que foram gradualmente curado. Não só tiveram seus ferimentos tratados, como recuperaram todo seu vigor.

Eles só poderiam agradecer por ter um Brenin tão benevolente, por se preocupar com eles, além de tratar suas feridas pessoalmente.

Todos tinham Arthur carinhosamente em seus corações.

Arthur continuou tratando todos feridos, até sentir uma presença aterrorizante atrás dele, Arthur sentiu todo seu sangue congelar e sua coragem correr para longe. Usou toda sua força mental para olhar para trás, e assim que viu a figura atrás de si, seu rosto perdeu toda a cor.

Atrás dele estava Milaine de braços cruzados respirando fundo, como se controla-se a vontade de o esganar no mesmo momento.

A garganta de Arthur se tornou seca e as palavras saíram com relutância.

“…M-mãe….”

“Sim, Arthur….Espero que tenha uma boa explicação para tudo isso!” Milaine sorriu, um sorriso qual mostrou claramente que ele tinha que dar uma boa explicação, caso não quisesse ser castigado.

“B-bem, é como parece ser….”Disse vagamente, pensando em uma maneira de explicar todos acontecimentos nesse dias. Mas não foi rápido o suficiente, com um raio, a mão dela pegou uma de suas longas orelhas.

Milaine apertou sua orelha e falou enquanto as puxava:

“Como assim, é o que parecer ser? Parece o que Arthur? Que você se tornou um demônio completo? Que você estava em uma luta perigosa? É do nada aparece uma garotinha dizendo que é sua filha!!!….Sabe o quando todos nós ficamos preocupado com seu desaparecimento?” Milaine gritou, enquanto seu rosto foi tomado por lágrimas de alivio. Nos dias que Arthur desapareceu ela não tinha conseguido dormir ou descansar por nenhum momento, preocupada com seu filho.

“A-ai, ai, eu entendi, por favor solta minha orelha eu vou explicar tudo!” Exclamou Arthur sentindo o forte puxão de orelha de sua mãe.

Depois Markus e Lilith surgiram vendo a cena estranha de um demon lord tendo a orelha puxada por sua mãe. Lilith que se recuperou de seu estado de choque gargalhou com um “kukuku” estranho enquanto segurava sua barriga com suas duas mãos.

Arthur levou o maior sermão da sua vida, que podia apenas sentir impotente. Depois de tudo explicado recebeu um abraço de urso poderoso, que poderia quebrar seus ossos.

Sobrevivi ao enfrentar o rei bruxo Ulundir, mas não sobreviverei ao meu reencontro com minha mãe! Pensou envergonhadamente.

Após o reencontro emocionante, com sua orelha vermelha, Arthur apresentou os elfos negro para Milaine, Liz, Markus e Lilith, apresentou também sua filha, qual tinha poucas horas de vida.

Não ficaram surpreso porque todos tinham presenciado o nascimento de Goetia do navio voador.

Eles voltaram para o templo e começaram um festival para comemorar a derrota de um poderoso inimigo. Uma grande fogueira foi acessa e todos dançaram em volta e cantaram os acontecimento de hoje, que se tornariam uma lenda.

A lendo da vinda do Aurato de Érebo e como ele derrotou a grande serpente da morte salvando os elfos negro da morte.

Arthur estava sentando no chão rodeado pelos rosto que não via apenas alguns dias, mas, parecia que tinham se passado anos sem se ver.

Ao seu Liz perguntou:

“O que você vai fazer a partir de agora pirralho?”

Arthur soltou um longo suspiro, e respondeu:

“Me tornei rei deles, e não posso os abandonar….Seguiremos para as terras desoladas e lá construiremos um reino e os protegerei o melhor que eu puder, apesar que sentirei saudades daquela casa, qual eu tenho tantas boas lembranças.”

liz se arrostou para mais perto de Arthur e encostou sua cabeça nos braços de Arthur, que a envolveu com seu braço, fazendo a cabeça de Liz descansar em seu peito.

Arthur continuou a falar:

“Gostaria que viesse comigo, mas não quero colocar minha pequena fada em perigo. Não da para saber os perigos que nos aguarda nas planícies desoladas. Se algo acontecesse com você meu coração não iria suportar.”

Liz levantou sua cabeça, com seus grande olhos azuis e falou:

“Desde quando um pirralho acha que pode mandar em mim?”Ela sorriu, um sorriso travesso.“Sou senhora da minha vontade e seguirei para onde eu desejar, eu digo pirralho: o seguirei aonde for e não há a menor chance de você se livrar desda graciosa, grandiosa e bela mulher!”

Arthur riu com sua auto proclamação habitual que ela sempre fazia quando ele a provocava.

Arthur sorriu maliciosamente e falou:

“Então minha graciosa pequena fada, será minha para todo sempre?”

O rosto de Liz se tornou avermelhado, e respondeu:

“S-sim, é você será somente meu? Para sempre?” Liz perguntou com uma voz envergonhada.

“Hummm, sim, mas somente seu será difícil, talvez eu arrume uma ou duas, até três mulheres.” Ele respondeu sinceramente.

“O-oqueee?!” Liz soltou um grito estúpido enquanto o encarava sem acreditar nas palavras que acabaram de sair de sua boca.

“Bem, sabe, eu serei rei, não é normal um rei ter uma ou duas mulheres?” Ele perguntou fazendo-se de bobo.

“N-não, não é normal! É natural você dedicar seu amor para somente uma mulher, isso que você disse é imoral!!! S-seu rei pervertido!!!” Liz usou suas mãos graciosas para bater no peito dele, o que Arthur achou um ato engraçado.

“Sabe, não acho isso imoral….Os elfos negro tem essa tradição de seu rei ter mais de uma mulher!”

Liz franziu suas delicadas sobrancelhas e perguntou:

“Verdade?”

Arthur coçou seu rosto e respondeu:

“Bem, não é verdade, mas é a primeira lei que eu irei proclamar como rei dos elfos negro!”

liz se levantou e gritou:

“Reeiiiii Pervertido, idiota, mulherengo!!!!!!!”

Arthur deve tampar suas orelhas por causa do grito sonoro de Liz, que chamou atenção de todos ao redor deles, e com as bochechas vermelhas ela correu rapidamente repetindo as mesmas palavras que acabará de gritar.

“Não vai atrás dela?” Perguntou Markus.

“Não há necessidade, conheço bem essa pequena fada, em breve ela irá retornar!”

Markus assentiu com a grande sabedoria de Arthur e meditou seriamente todas as palavras que Arthur disse para Liz.

Se eu seguir o mesmo caminho, me tornarei tão forte como ele? Se perguntou Markus levando a brincadeira de Arthur como algo sério.

A comemoração seguiu sem problemas, como esperado Liz retornou e os dois voltaram a se divertir como se nada tivesse acontecido. Silvya ficou em silêncio observando Arthur de canto, com olhos perigosos.

Ela queria se aproximar e ficar perto dele como Liz, mas não encontrou coragem para tal ato ousado.

Milaine ficou sentada observando as comemorações.

Depois de muito tempo, Annúndir e outros anciões se aproximaram.

“Brenin-Arthur, queremos discutir algo urgente!”

Arthur se levantou e seguiu o grupo de anciões até dentro do templo. Ele os seguiu em silêncio, até chegarem a estátua de Érebo.

Eles bateram seus cajados e disseram:

“Louvamos Érebo o deus negor! Louvamos o arauto de Érebo!”

Com suas palavras houve um som estranho, seguido pela grande estátua de Érebo se movendo para o lado, revelando uma grande escadaria que segue para o subterrâneo.

“Brenin-Arthur, hoje você conhecerá o segredo que guardamos por todos esses milênios!” Annúndir disse com um sorriso orgulhoso e eles desceram as escadarias para o subterrâneo.

Arthur naquele dia descobriria algo que jamais esperaria.

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