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A caminho de Ryfhel! (1 Parte)

 

 

Nas planícies verdejantes ao redor da nova Lilac.

Uma matilha de magníficos lobos escuros do tamanho de cavalos, seguem uma pequena mulher que poderia ser confundida com uma adolescente. Sua túnica verde vibrante esvoaçava com o vento forte, ela agitou seu cajado, sussurrando encantos e o vento se acalmou, se transformando em uma leve brisa agradável.

Seus belos olhos azuis fitaram o grupo de guerreiros a frente, praticando formações, balançando espadas. Havia mulheres de cabelos trançados e as laterais raspadas, costume dos povos bárbaros da região. O que chamava a atenção era diversidade de raças, reunidas no mesmo lugar. Lâmias; bestiais; demi-humanos; e humanos.

Todos unidos, treinando, compartilhando a mesma comida e trocando histórias.

“Garotos, vamos conhecer seus cavaleiros!” Disse Liz para os lobos monstruosos.

Ela adentrou o acampamento, passando pelos guerreiros, atrás dela seguia seus garotos – uma matilha de lobos monstruosos. Alguns guerreiros pararam seu treinamento a reverenciando. Seu charme único era sem igual, conquistando cada um guerreiro presente. Se Arthur não fosse um poderoso lorde demônio e o rei que eles adoram, ele teria sido morto a muito tempo por aqueles que amam a jovem Liz.

“Minha pequena rainha!” Exclamou uma voz gutural.

Diante dela surgiu a uma enorme figura.

“Oh, comandante Susuhur, participando do treinamento em conjunto?” Pergunta ela fitando a enorme figura do comandante Susuhu, um minotauro do grande deserto de Taurion.

Susuhur tinha aproximadamente dois metros e meio de altura, corpo robusto, musculoso, e a pele morena típica da raça minotauro. Seus chifres de touro eram negros, adornados por anéis de prata.

Ele trajava uma cota de malha simples, sua manopla era de ferro mágico, embutido com vários encantamentos. Em sua costa carrega seu grande machado de guerra, sua lâmina era tão afiada que ele se dizia ser capaz de cortar a cabeça de um dragão.

“Sim, nosso rei pediu para colaborar com o treinamento das outras companhias, enquanto ele ensina os mais jovens” Susuhur soltou um suspiro pesado.“Esse rei e estranho, ele “pede” ao invés de “ordeno”, todos reis, príncipes e lordes qual eu trabalhei, nunca tirariam seus traseiros gordos de seus assentos, para ensinar um bando de guerreiros e jovens que mal se tornaram adultos.”

Adiante estava Arthur na sua figura humana, um jovem de cabelos escuros e olhos cinzentos. Ele estava sentado em pose de meditação, manipulando seu Qi, ensinando a centenas de jovens a sua frente, respirando e inspirando, circulando o fluxo de Qi em seus corpos.

Liz sorriu graciosamente ao ver a forma humana dele, e respondeu para Susuhur:

“Arthur nasceu em uma simples aldeia, não nasceu nobre ou príncipe de algum reino. Ele jamais ficaria sentado em seu trono, enquanto seus companheiros lutam!”

“Eu sei” disse ele com um tom respeitoso.” Eu e minha companhia dos touros vermelhos lutamos á dois anos ao lado do rei negro. Lutando lado a lado na linha da frente, seu manejo com a espada e o controle sob a magia, conquistou meu respeito e de todos que o servem! Acredito, pequena rainha, que ele é mais herói do que um rei.”

Liz assentiu orgulhosa dele e falou:

“Então, meu caro comandante Susuhur, que ele seja ambos, um rei herói!” Disse em um tom alto que todos próximo pudessem ouvir. Em menos de um minuto o título “rei herói” se espalhou por todo acampamento, inflamando os ânimos.

Ela trocou palavras com o comandante dos touro vermelhos, depois seguiu até Nina e os membros da ordem dos caçadores – qual Nina e comandante. A ordem foi criada por Arthur, para reunir todos caçadores, criando uma cadeia de comando eficaz.

Arthur também criou a torre dos feiticeiros, sede da ordem Maleficus – comandado pela líder da segunda legião Ignis. Todos magos realizam seus estudos e praticam magia na torre dos feiticeiros. Arthur também criou uma classificação para os magos de acordo com a classificação dada na academia mágica Ryfhel. Dependendo do nível, poder mágico e controle sob a magia, se recebia um broche é um título.

Arthur criou as seguintes classificação:

Encantamentos básico- recebem o titulo de Mago
Encantamentos intermediário- recebem o título de Sábio
Encantamentos intermediário avançado – recebem o titulo de Arcano
Encantamentos avançados- recebem o título de Paladino
Encantamentos mestre- recebem o titulo de Grã-mestre

Liz faz parte da ordem Maleficus, como todos mágicos fez o testa e recebeu o título mágico de Sábia verde. Grande parte dos mágicos receberam o título de mago, poucos receberam o título Sábio – mesma classificação que recebeu na academia mágica de Ryfhel. Até o momento apenas a segunda legião Ignis e os elfos negro receberam o título Arcano.

Arthur e Lilith eram os únicos a receberem o título mágico de Grã-mestre. Não foi uma surpresa para ninguém, era apenas o esperado.

Havia a ordem dos guerreiros comandada por Milaine. Entre as três ordem era a que mais tinha membros. Arthur construiu um grande salão das armas para comportar todos guerreiros da ordem – magnífica construção de madeira que lembrava os grande salões nórdicos em que os vikings celebravam suas conquistas.

Havia outras incontáveis pequenas ordens, como as dos sacerdotes e clérigos – qual estava sendo construído um templo para ser a sede.

Liz contemplava a magnificência de seu amado pirralho. Todas suas realizações ideias inovadoras ajudariam seu benfeitor e mestre na magia, Lucius Fox. Tinha prometido a ele a três anos atrás trazer o jovem para academia mágica Ryfhel. Mas a situação mudou, ele se tornou um poderoso Lorde demônio, rei das planícies desoladas. Não havia a menor possibilidade dele, deixar tudo para trás para realizar um desejo egoísta.

Liz entregou os lobos para Nina. Ela os domesticou com sua magia druida, os transformando em montarias para os caçadores. Após concluir sua tarefa caminhou até as plantações e usou sua magia para enriquecer o solo com nutrientes. Graças a ela, todos anos os agricultores tinham colheitas ricas.

Continuou a fazer suas tarefas do dia-a-dia e ao por do sol retornou para o navio voador.

(Magusgod: A próxima parte vai ter cenas de sexo explícito, se não for seu agrado pule para a próxima parte)

******

Arthur estava em cima de liz, movendo seus quadris vigorosamente. Nina e Lilith dormiam ao lado. Liz era a única acordada, mordendo sua pequena mão, abafando seus gemidos de prazer. Arthur a beijou, suas mãos, apalpava os pequenos seios dela, os massageando e apertando com mais força.

Mudaram de posição diversas vezes, continuaram de forma intensa e Arthur já não se importava mais se acordaria suas companheiras – ele nem acreditava como elas conseguiam dormir com todo aquele barulho e movimentação.

Após várias horas intensas, Liz caiu exausta, se aninhando nos braços fortes dele. Arthur a envolveu carinhosamente. Seu sorriso satisfeito encantava a pequena fada, alegre por ter satisfeito seu amado pirralho.

Com uma voz suave, Arthur perguntou:

“Pequena fada, algo te preocupa?”

Liz congelou em seus braços.Ele teve ter notado, pensou ela preocupada.Ele sempre sabe como me sinto, como se meu coração fosse um livro aberto para ele.Mas não posso fazer um pedido egoísta, enquanto ele está cheio de trabalho!

“Não” ela mentiu.

“Mentirosa” ele riu gostosamente e a encarou com seus cinzentos.“Me diga pequena fada, o que te aflige?”

“Não é nada….” Ela tentou desviar o olhar e contar uma mentira elaborada, mas Arthur não permitiu, segurando seu queixo, enquanto sua mão livre acariciava seus seios, descendo até o meio de suas pernas, acariciando e provocando pequenos gemidos.

“Sua punição por mentir para mim, vamos, não resista e me conte a verdade!” Disse Arthur em um tom mais elevado.

Liz se rendeu, contou sobre suas preocupações. Disse tudo sobre a academia mágica de Ryfhel e a competição que queria ajudar seu mentor Lucius Fox ganhar. Havia muitos alunos talentosos na academia, mas nenhum deles eram bons suficiente para conquistar a competição dos jovens talentos.

“Lucius Fox foi meu mentor, meu guia, quase como um pai para mim. Queria retribuir sua bondade, mas não posso dar mais trabalho para você pirralho. Você já carrega peso demais em suas costas, eu não vou ser egoísta a ponto de colocar mais um peso em seus ombros!”

Arthur sorriu carinhosamente.

“Pequena fada, você pode ser egoísta, pode colocar uma montanha sob meus ombros e eu a carregarei com um sorriso satisfeito. Não importa qual for seu desejo, não importa o preço, por você minha pequena fada eu faço qualquer coisa!”

As bochechas rosada dela foram tingidas de puro vermelho.

“S-seu idiota! Não vai prometendo coisas que não possa cumprir!” Gritou ela envergonhada.

“Oh, por que a vergonha? Até agora pouco estávamos fazendo atos tão vergonhosos, como é mesmo que você estava me chamando na cama, era…Amnmn….” Liz tampou a boca dele, impedindo dele pronunciar as palavras vergonhosas ditas no ardor do momento.

“I-isso e aquilo são coisas completamente diferentes!” Seu rosto era puro vermelho. Com um movimento rápido, Arthur a empurrou para baixo, ficando mais uma vez por cima dela.

“Fufufu, adoro essa sua expressão envergonhada” disse Arthur mordendo as pontas de sua orelha, e sussurrou:“Minha pequena fada, vou cumprir todos seus desejos, isso é uma promessa que jamais vou quebrar!”

“Pirralho……” sussurrou ela com amor.

“Pequena fada….” sussurrou ele em resposta, selando os lábios dela com um beijo. Ela o abraçou em resposta, suas pernas delgadas envolveram sua cintura, o convidado para continuar de onde parou. Arthur aceitou o convite, a penetrando, lentamente, com movimentos suaves, enquanto a beijava.

Os beijos preenchidos com prazer, enlouquecia sua mente. Liz se sente completa quando Arthur estava dentro dela, momentos que nada mais importava, ela queria ser dele para sempre, sempre unidos.

Arthur beijou seu pescoço, descendo até seu seio, como uma criança, o mordeu, fazendo todo seu corpo tremer de prazer.

A noite seguiu intensa para os dois, uma noite de prazer.

(Magusgod: Espero que não tenha ficado vulgar demais)

*****

No dia seguinte, Arthur convocou o conselho de guerra.

Ao redor de uma mesa circular de carvalho estava os comandantes e oficiais das principais forças de seu exército.

Do seu lado, estava Nina, Lilith, Liz, Goetia e a jovem rainha.

“Primeiramente eu agradeço por comparecerem tão rapidamente” disse Arthur satisfeito.

O comandante Susuhur balançou a cabeça e se ajoelhou.

“Não merecemos palavras gentis, rei herói! Somos seus subordinados, cumpriremos sua ordem com a maior rapidez possível!” Disse ele com um tom humilde.

Os comandantes seguiram o exemplo de Susuhur, repetindo as mesmas palavras mencionadas pelo minotauro.

“Levantem-se” disse Arthur.“Por favor, entendam que vocês são meus companheiros de batalha, amigos queridos, somos quase uma família! Tenho todos em alta estima em meu coração, por esse motivo sempre os agradeço, entre nós não precisam ser tão formais!”

As palavras gentis e amistosas dele sempre mexia com todos ao seu redor. Acreditavam fielmente que se todos reis fossem atenciosos e preocupados com seu povo, como ele era, Arcádia seria um lugar melhor.

“…Ahn….Chefe, me abrace!” Gritou uma lâmia aos choros.

A lâmia que gritou se chama Hagnya, chefe da tribo das lâmias que uniram forças com Arthur.

Arthur não pode deixar de rir ao ver Hagnya aos choros, sabia do coração mole dela. Ele estendeu os braços a convidando para um abraço, ela deslizou até ele, derrubando alguns moveis com sua enorme cauda.

Arhut abraçou Hagnya com cuidado.

Emocionada, ela o envolveu em um abraço mortal. Sua parte inferior de cobrar, apertava seu corpo forte o suficiente para quebrar os ossos de um ser humano normal.

“Certo, boa garota, agora chega….Hagnya, você vai quebrar alguns ossos meu!”

Hagnya estava em êxtase abraçando Arthur, esfregando sua bochecha contra o rosto dele. O minotauro Susuhur soltou uma gargalhada animada, caminhando até a lâmia. Desferiu um cascudo na cabeça dela, arrastando de volta para seu lugar.

“…Obrigado Susuhur….” Arthur agradeceu, e completou:“A partir de hoje, Hagnya você está proibida de abraçar qualquer pessoa!”

“Eh, porque? Não é justo!” Ela protestou.

Todos na tenda riram, após vários minutos de uma conversa animada. Arthur falou:

“Meu queridos irmãos, surgiu um problema que merece minha atenção” disse ele, ao mesmo tempo todos ficaram tensos.

“Os reis bruxos?” Perguntou um dos comandantes, sua voz era tensa com um toque de ódio.

Seu nome e Acker, líder dos escravos livres. Entre todos presente ele e o que mais odiava os reis bruxos. Sua história era tão drástica como a de qualquer um presente, mais seu ódio era o mais profundo.

“Não, Acker, o problema qual eu me refiro não envolve de imediato a Nova Lilac. Porém é um problema que pode nos afetar no futuro, eu gostaria dar mais detalhes, mas, por enquanto isso e tudo que eu posso falar.”

Arthur respirou profundamente e continuou:

“Em uma semana, eu vou abrir um portal demoníaco até meu antigo lar. Vou retornar para meu lar, de lá viajarei até a cidade Ryfhel. Vou me estabelecer em Ryfhel.”

Todos estavam confusos. Por seu rei estar os abandonando nas vésperas de uma possível batalha. Não puderam deixar de sentirem medo, pois somente Arthur podia lidar com os reis bruxos.

“Não se preocupem” apaziguou ele com um sorriso.“Sei o que estão pensando, o que temem, mas eu jamais os abandonaria, não os deixaria a merce daqueles maléficos reis bruxos. Quando eu me estabelecer em Ryfhel vou abrir um portal que vai ligar as duas cidades, qualquer emergência irei retornar de imediato.”

Os rostos tensos suavizaram gradualmente.

Arthur olhou para Lilith e disse:

“Ficarei fora por um tempo, durante minha ausência você será a regente da Nova Lilac.”

Lilith desenhou um sorriso azedo, por ter que ficar longe dele por algum tempo. Antes de convocar todos, Arthur explicou os motivos que o levou a retornar para seu antigo lar e seus planos na cidade de Ryfhel. Ele contou a parte lógica do plano, mas sabia que o principal motivo era Liz.

“Compreendo, eu vou reger em sua ausência meu amado rei herói!” Disse ela com sarcasmo.

Arthur suspirou ao ouvir o sarcasmo na voz dela. Ele também não se acostumou com seu novo título “rei herói”, que era de certa forma irônico, pois ele era um demônio.

Arthur voltou sua atenção para seus companheiros, continuou:

“Por mais longe que eu esteja, estarei a par com o que acontece aqui e a movimentação dos reis bruxos. Todas preparações seguiram como o planejado, por hoje e só, podem se retornar ao seus deveres.”

Todos se curvaram e disseram em uníssono:

“Como desejar, rei herói!”

****

Uma semana se passou em um piscar de olhos. Arthur trabalhou sem descanso, suavizando a carga de trabalho que cairia sobre Lilth. Todas tinham expressões triste, mesmo que fosse uma breve separação, era o suficiente para deixarem com saudades.

Arthur não as enganou dizendo que retornaria logo. Ele e Liz não sabem o que os aguarda, muito menos o tempo que vão permanecer em Ryfhel. Seu primeiro passo e ajudar o Grã-Mestre Lucius Fox na competição dos jovens talentos – qual reúne os mais talentosos magos do reino.

Essa oportunidade vai abrir muitas possibilidades e planos para Arthur. Não poderia estar mais feliz por poder retornar ao seu lar e viajar por Ryfhel. Estava cansando do papel de rei, seria um alivio deixar de ser rei e voltar a ser apenas um jovem de sua idade.

Arthur montava um corcel negro. Sua aparência ela a que teria se não tivesse se tornado um lorde demônio. Vestia um robe escuro com bordado de prata e em sua cintura uma varinha prata em forma de um florete. Suas botas e luvas foram feitos da escama de lâmia – escamas da cauda de Hagnya.

Liz montava um corcel branco. Vestia as roupas de quando Arthur a conheceu á três anos atrás. Seu longo cabelo era presso por um louro de ouro. Sua beleza e charme eram de tirar o fôlego de qualquer homem.

“Prometo que voltarei o mais rápido possível!” Disse ele.“Amo todas vocês! Voltaremos a nos ver em breve!”

Arthur sacou suas espada varinha, apontou para o horizonte.

”[Portal]! ”Gritou ele, usando sua magia racial de lorde demônio para abrir um portal com seu antigo lar. No horizonte o ar ondulou, um vórtice de energia estalou, criando um fenda na camada do espaço.“Vamos pequena fada!”

Liz esporeou seu corcel, cavalgando adiante. Arthur contemplou uma última vez suas amadas, e a sua gloriosa cidade. Hesitou por um instante, antes de se virar, esporeando o corcel, que em resposta se atirou em alta velocidade.

Arthur e Liz atravessaram o portal, rumo a uma nova aventura.

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