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Tempo de guerra!(3 Parte final)

 

Seu rosto era como mármore polido. Seus lábios sedutores formavam um sorriso cruel, arrepiante, fazendo todos presentes suar frio. Arthur, fitava um circulo no meio do ar, transmitindo em tempo real as imagem da luta da rainha dos elfo negro, Ninaelneth Pendragon, comandante da ordem dos caçadores.

“1.654 baixas” disse Arthur com certo tremor de fúria na voz. Havia um luz fria em seus olhos cinzentos, uma tempestade violenta prestes a se romper.

Lilith, acariciou sua mão, transmitindo paz e seriedade, acalmando a fúria em seu coração. Cerrou os dentes, meditando, verificando todos cenários possíveis que evitasse baixas. Não existia nenhum.

“Estamos em guerra, meu rei!” Sibilou Hagnya.”Os Reis Bruxos marcham com milhares, e nós, apenas um punhado de centenas de homens. Por mais forte que sejam, haverá baixas. Não há como voltar atrás, meu rei, a liberdade tem um preço, é o preço será pago: nem que seja com nosso próprio sangue. Bloodbath!”

“Bloodbath!” todos presente gritaram em uníssono.

“Tudo tem seu preço, sei bem disso, Hagnya” disse Arthur num tom frio.“Quando declarei guerra aos Reis Bruxos, calculei friamente o preço dessa guerra, o tempo necessário para a conquista e as baixas. Meu único erro foi acreditar que meu coração seria de pedra! Todos vós são como estrelas brilhantes no céu escuro, cada baixa, é uma estrela a menos no céu estrelado, tornando o mundo escuro e sombrio.”

Cada palavra, tornava a sala mais escura, mais fria e a pressão sob eles era quasse insuportável. Lilith acariciou sua mão, seus olhos cor ouro líquido o encarava, provocando um arrepio por todo seu corpo. Ela sorriu satisfeita, sabendo que só ela conseguia acalmar seu coração tempestuoso. Após se acalmar, voltou a meditar, calculando, variáveis e possíveis rotas de ataque no mapa.Sacrifiquei 1.654 vidas para confirmar minhas suspeitas, pensou ele.De alguma forma, descobriram meus agentes e os encheram de informações falsas e armadilhas. Em minha arrogância, eu os subestimei. Tolo imaturo eu sou, porém não irei cometer o mesmo erro. Se preparem, Reis Bruxos, pois vou ensinar uma dura lição.

Estalando os dedos, um Phantom apareceu do nada, se agachando, aguardando as instruções de seu rei.

Sem perder tempo Arthur falou:

“Peça para todos agentes infiltrados sabotarem os suprimentos de água e comida, espalhem informações falsas, assassine oficiais. Sob nenhum caso sejam pegos por nossos inimigos, e só! Vá!”

“Às suas ordem, Vossa Obscuridade!” com um sussurro desapareceu da sala de guerra.

Arthur fez um gesto para a líder da legião Ignis se aproximar.

“Leve todos magos da legião Ignis, para esse local no mapa. Sim, essa faixa de terra, desejo que sua legião transforme essa faixa de terra em um mar de fogo, transforme tudo em cinzas!”

“Às suas ordem, Vossa Obscuridade!” respondeu num tom cortês, saindo da sala de guerra iniciando a operação terra queimada.

“Quando ao restante dos meus comandantes, fiquem alertas, em breve vamos marchar. Por hoje é só, estão dispensados!”

Arthur se levantou e saiu da tenda em direção do pátio de treinamento. Lá havia 600 guerreiros que Arthur treinou pessoalmente durante três anos. Sacerdotes e clérigos caminhava entre as fileiras de guerreiros, abençoando e pintando uma caveira em seus rostos com uma tinta mágica. Trajavam armadura pesada, espada curta e grandes escudos pipas e capas escuras. Sede de sangue brilhava nos olhos de cada um dos cavaleiros.

Ferreiros e seus aprendizes corriam de um lado para o outro, entregando armas, fazendo reparos e manutenção do equipamento dos guerreiros da Nova Lilac. Cidadãos sem força de combate faziam o melhor que podiam reforçando as defesas da cidade.

A população da Nova Lilac era aproximadamente de 800 mil pessoas entre eles menos de 100 mil eram guerreiros de verdade. A força combinada dos seis Reis Bruxos chegavam a quase 1 milhão de soldados.Dez soldados para cada guerreiro meu, pensou Arthur. Se eu quiser vencer essa guerra tenho que usar Goetia, Lilith, Emma para esmagar o maior número de soldados inimigos possível.

“Lilith, como está nossos convidados?” perguntou Arthur.

“Seu amigo príncipe Will? Ou a sua noiva meio demônio Jasmim?” perguntou ela com sarcasmo.“Talvez, meu querido esposo eu deva preparar um cabine confortável para você e sua noiva aproveitar o tempo juntos, enquanto eu arrisco minha vida na linha de frente!”

Will e Jasmim estavam no navio voador adorável morte – o lugar mais seguro do norte no momento. Desde a chegada dos dois o ânimo de Lilith não era o melhor de todos. Principalmente quando se encontrava com a princesa Jasmim, qual na primeira troca de palavras brigaram.

“Não tenha ciúmes meu amor” disse Arthur desenhando um meio sorriso.“Não existe nenhuma mulher nessas terras desoladas mais poderosa do que você. Por mais que esconda de mim notei que você e da hierarquia racial lorde demônio. Então você não irá correr risco de vida, caso contrário jamais a enviaria para a linha de frente. Apesar de ter falado tudo isso, me sinto um péssimo marido por ter que fazer você lutar na linha de frente enquanto eu estarei realizando o ritual.”

“Não se sinta péssimo” Lilith segurou o braço de Arthur enquanto caminhavam pelas tropas.“Eu jamais sonhei que teria um marido tão bom comigo, você é um sonho, Arthur. Meu conquistador, poderoso e perspicaz, homem dos sonhos de qualquer mulher.”

Arthur sorriu e beijou os lábios cremosos e sedutores de Lilith.

Um dia ela vai te esfaquear pelas costas, disse Azura mentalmente.Não sei qual são as intenções dela, porém ela é uma manipuladora e uma atriz hábil. No dia que ela te trair Arthur, vai ser o dia de sua ruína.

Arthur sentiu uma pontada no coração. Por mais que confiava em Azura, era difícil acreditar que a mulher que está sempre ao seu lado e compartilha a mesma cama, possa o trair.

Se um dia ela me trair eu a matarei, respondeu Arthur.

Mesmo que ela tente te prejudicar você não irá se quer tentar revidar, por que você a ama, Arthur. É você não tem coragem para ferir aquilo que ama, você é um péssimo rei, Arthur. Um rei deve ser forte e impiedoso, mesmo com aqueles que ama. Se você deseja sobreviver as calamidades futuras, aconselho que arranque seu coração bondoso. Seja frio, impiedoso e temido. Esse é meu conselho, pois já fui rainha e sei o caminho tortuoso que irá trilhar.

“O que foi Arthur, você está bem?” Lilith perguntou ao ver o rosto abatido de Arthur.

Arthur desenhou um meio sorriso para Lilith e não disse nada. Continuou caminhando pelas tropas, falando com oficiais e capitães de cada tropa os encorajando.

Após três dias todos preparativos estavam prontos. Ao som de tambores e berrantes de guerra, marcharam em direção aos portais abertos por Arthur que levam diretamente as tropas inimigas. Carregavam o estardante do dragão branco e batiam suas espadas contra seus escudos, fazendo o som ecoar como trovões.

Voando sobre o exército Arthur gritava:

“É tempo de guerra!” gritou Arthur num tom imponente.“Tempo da espada e escudo, do machado e da lança. Assim que passarem pelo portal caíram como uma chuva negra sob nossos inimigos! Assim que passarem pelo portal serão uma tempestade violenta que irá varrer nossos inimigos. Lutem! Lutem! Lutem! Até céus e terras serem tingindo de vermelho! Lutem! Lutem! Lutem! Até todos Reis Bruxos caírem de joelhos! Não haverá piedade! Hoje é um dia de matança e selvageria! Vamos varrer todo norte! Vamos saquear suas cidades, levar suas mulheres, vamos fazer os Reis Bruxos e seus aliados pagarem por toda crueldade! Que os deuses de Arcádia testemunhem nosso Bloodbath!”

“Salve, Rei negro! Salve, Rei negro! Salve, Rei negro! Salve, Rei negro! Salve, Rei negro! Salve, Rei negro! Salve, Rei negro! Salve, Rei negro! Salve, Rei negro! Salve, Rei negro! Salve, Rei negro!”

As colunas de guerreiros urravam enlouquecidos pelo discurso, batendo suas espadas contra seus escudos, causando um estrondo, que ecoava por toda Nova Lilac. A loucura da guerra brilhava nos olhos de todos guerreiros e ao passar pelo portal, caíam como chuva negra sob seus inimigos.

Após incentivar suas tropas, voou até o navio voador adorável morte. Na proa do navio voador cinco magos desenhavam um círculo mágico com inúmeros caracteres mágicos. Arthur se despiu de toda roupa e sentou-se no centro do círculo mágico na posição de meditação.

“Se tornar um rei demônio não é fácil” disse Azura materializando-se sem vestes, sentando-se de frente para Arthur. Sua pele azulada sob os raios do sol era uma visão de tirar o fôlego. Seu corpo de curvas graciosas e seios voluptuosos provocava a luxuria de Arthur.“Vou te ajudar a se tornar um rei demônio. Será necessário sincronizar nossos poderes…….Pare de me olhar com tanta luxúria! Você realmente quer se tornar um rei demônio? Sem sim pare de encarar meus seios e escute atentamente! Em breve vamos cantar a magia de ascensão e após o pagamento de almas necessárias você tem que fundir os três elementos em um só. Fundir fogo, gelo, e trevas não será fácil. Além disso……”

Azura ensinou todos passos necessário para concluir facilmente a ascensão de hierarquia. Ficou sentada o auxiliado com seu poder, enquanto diversas batalhas acontecia no solo. Milhares de soldados abatidos eram sugados pela formação de Arthur.

Assim que o pagamento fosse pago, Arthur se tornaria um rei demônio.

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