Crise dos elfos negro (1 Parte)

1 Parte

Existe uma floresta ao norte de Arcádia que é evitada por seres humanos.

Em meio as montanhas negras pontiagudas que parecem ameaçar ferir os céus. Está localizado as ruínas da antiga capital imperial Lilac, gloriosa cidade dos elfos negros que pereceu durante a quarta era do caos.

O que antes era uma gloriosa cidade com altas torres agora era apenas uma ruína, fantasma de sua antiga glória.

Com a queda do império grande parte dos elfos negros pereceu, enquanto outros sobreviventes fugiram para as florestas escuras ao norte de Arcádia. Se escondendo nas sombras aguardando o retorno da criança da profecia que trará a glória dos elfos negros.

Antes da queda dos elfos negros, uma profecia tinha anunciado sua queda e renascimento, que a criança da profecia traria com ele. É essa profecia foi passada de geração para geração até os dias atuais.

Na floresta de Hunllef três elfos negros andavam silenciosamente pela floresta sem o fazer o menor som de passos. Eram como fantasmas avançando na floresta escura envolto por neblina.

Os três elfos negros vestem longos mantos verde musgo o que fazia serem confundidos como parte da floresta. Em suas costas carregam enormes arcos negros adornado com pequenos núcleos mágicos, marcados com runas mágicas. Não carregavam uma aljava, ou qualquer flecha, porque os arcos eram mágicos e não necessitavam de flechas.

Um humano normal se perderia com toda escuridão e neblina que tornava a floresta Hunllef um labirinto mortal. Mas para seres que nasceram dentro da floresta negra era como passear em um parque ensolarado.

Mas três elfos negros saíram das profundezas da escuridão, se juntando ao os três elfos negros que analisava as proximidades.

A floresta parecia a mesma de sempre, mas, galhos quebrados, pegadas pelo solo coberto de folhas mortas, eram quase imperceptível aos olhos humanos, mas, facilmente visto pelos elfos negros.

“Alguém entrou em nosso território!” Disse Rodwen, líder dos sentinelas.

Todos assentiram, concordando com a palavra de seu líder.

“Rodwen, há várias pegadas que vem da borda da floresta que seguem em direção as ruínas de Lilac!” Disse um dos elfos negros que acabará de se ajuntar ao grupo de sentinelas.

Havia várias pegadas por toda floresta, mostrando claramente que um grande grupo passou pela borda da floresta.

Poderia ser uma invasão? Pensou Rodwen, líder dos sentinelas de Hunllef.Se esse for o caso quem?

Ninguém ousava invadir a floresta de Hunllef por dois motivos. O primeiro é porque e a floresta negra era cheia de armadilhas mortais, tornando inviável uma invasão pela floresta. O segundo motivo era porque aquele era o território dos elfos negros e desde a queda do antigo império ninguém ousou por os pés em Hunllef.

Rodwen lançou um olhar preocupado para um dos sentinelas. Uma jovem que juntou-se recentemente aos sentinelas de Hunllef, Ninaelneth. Mesmo o capuz verde musgo não podia esconder o belo rosto de Nina e seu par de grandes pupilas lilases.

Ninaelneth era a única neta do ancião que carregava o sangue nobre dos Pendragon. Mesmo entre os elfos negros todos respeitavam os Pendragon, não por meramente serem nobres, mas, porque todos Pendragon carregavam em seu sangue o poder de se transformar em poderosas bestas demoníacas.

Considerando todos riscos decidiu o que fazer.

“Nina, avise ao ancião sobre a estranha movimentação da floresta!” Disse Rodwen em tom sério.“Enquanto o resto venha comigo, vamos seguir os rastros!”

Ninaelneth Pendragon, viu através nos olhos de Rodwen, o que ele faria seria perigoso e não queria colocar a única Pendragon restante em perigo. Sentiu um gosto amargo na boca, mas não podia ir contra as ordens de seu líder e aceitou se virando e voltando para a vila.

Vendo as costa de Nina, Rodwen soltou um suspiro de alivio por ela não ter complicado a situação.

“Vamos!” Em uma única palavra avançaram seguindo os rastros do grupo que passou por aquele local. Continuaram avançado sem descanso, atentos ao menor ruído.

Após várias horas os sentinelas de deparam com um fedor nauseante, um fedor que todos conheciam.

Troll, pensou Rodwen ao franzir a testa. Normalmente eles não adentram muito na floresta, deve ter algo errado acontecendo por aqui…

Não demorou muito para o troll parecer na vista dos sentinelas. O troll tinha quase 4 metros de alturas, de pele verde uma boca cheia de dentes pontiagudos é um logo nariz que parecia um pico de pássaro. Em sua mão segurava uma espécie de porrete de pedra e o fedor vindo do troll era quase insuportável.

“Haldir, Wesdir, ataquem pelo franco esquerdo!” Rodwen gritou as ordens.“Meluinir, Gaer, ataquem pelo franco direito! Eu serei a distração!”

Rodwen não usou seu arco, retirou uma espada curvada de sua bainha e avançou em direção do troll gritando:

“Aqui seu fedorento!”

Se o troll podia entender que estava sendo insultado, não era claro. Mas em resposta levantou alto seu porrete de pedra e bateu para baixo em direção a Rodwen como se fosse matar um inseto. Vendo o enorme porrete de pedra vindo em sua direção, ele se jogou para o lado evitando o golpe e com um movimento rápido atingiu o braço do troll. Enquanto recebia uma saraivada de flechas de energia espiritual em ambos os francos.

O troll estava ficando furioso batendo com o porrete de pedra em todas direção, acertando uma árvore próxima a quebrando no meio, demonstrando a terrível força que possuía o monstro.

Apesar da demonstração da terrível força do troll nenhum deles sentiram medo. Em seus olhos brilhava apenas a chamas quentes da coragem. Desviaram de todos ataques dele, enquanto Rodwen desferia vários golpes de sua cimitarra e vários xingamentos contra o troll.

Troll eram conhecido por sua incrível regeneração e levariam muito tempo para derrubar o troll com ataques normais.

Em uma decisão rápida, Rodwen, gritou:

“Gaer use a magia espiritual do senhor do fogo para infligir um dano pesado nesse monstro!”

Gaer assentiu e se afastou murmurando um encantamento enquanto apontava seu arco negro para o trol.

Iguais aos seus primos os altos elfos, os elfos negros podiam usar magia espiritual concedida pelos senhores espirituais.

Rodwen e o resto continuaram atacando o troll para comprar tempo para Gaer conjurar a magia espiritual do senhor do fogo.

A batalha seguiu intensa, com golpes rápidos é precisos. Todos tinham um trabalho de equipe deslumbrante que poderia só ser adquirido após inúmeras batalhas de vida e morte juntos.

Rodwen era orgulho de seu grupo de amigos que compartilhou alegrias e tristezas.

Gaer terminou o encantamento:

“Oh, Senhor dos espíritos do fogo me conceda a benção do fogo vermelho e transforme em uma chuva de setas escarlate! [Chuva escarlate]! ”

Gaer disparou um grande flecha vermelha escarlate. Mesmo a distância todos podiam sentir as ondas de calor vinda da flecha escarlate que se dividiu em inúmeras flechas se tornado uma chuva vermelha de chamas abrasadoras. Como esperado as flechas escalares atingiram o troll, explodindo em chamas e queimando o solo ao redor.

Rodwen se afastou se juntando com seus fieis amigos sentindo o calor infernal em seu rosto. Nenhum monstro resistiria aquelas chamas infernais, e como esperado o grande troll foi incinerado,  preenchendo o ar ao redor com o cheiro de carne queimada.

Eles se entreolharam-se, soltando suspiros de alivio por todos estarem bem.

“Trolls realmente são os piores monstros para se lidar!” Resmungou Gaer suando pelo enorme esforço no ataque mágico.

“precisávamos acabar rápido com a luta e seguir a investigação, se sentimos trolls próximos vamos dar a volta por eles e seguir os rastros!” Disse Rodwen.

Haldir, Wesdir, Meluinir e Gaer assentiram seguindo em frente.

Seguindo o rastro encontraram mais trolls e outros monstros. Para evitar uma luta desnecessária passaram por eles usando habilidade de camuflagem. Não podiam perder tempo, era vital descobrir a identidade do grupo que invadiu a floresta de Hunllef.

O rastro terminou na borda da floresta ao norte das ruínas de Lilac.

O que viram era uma vasta planície escura coberto com um mar de tendas que chegava na casa das centenas de milhares.

Um terror indescritível passou pelo coração de Rodwen que imediatamente voltou para traz com os sentinelas.

“Precisamos avisar o ancião, caso contrário será a nossa ruína!” Disse alarmado pelo o que acabou de ver.

Tentaram voltar imediatamente para trás, mas, uma força invisível os lançaram para o chão. Uma força tão poderosa que não poderiam se mover um centímetro se quer.

Do canto escuro da floresta uma surgiu uma enorme sombra que gradualmente deu a forma de um ser alto vestindo uma túnica negra com bordados requintados e misteriosos. Seu rosto era escondido por uma máscara demoníaca branca que continha longos chifres é um único olho vermelho ilustrando a máscara.

Por cima da túnica trajava uma leve armadura cor azeviche e luvas metálicas que formavam garras em seu cinto perdurava um chicote de escamas negras que emanava uma aura sinistra.

Um bruxo, pensou Rodwen com medo.

Nas sombras atrás do bruxo, de repente três sombras medonhas apareceu.

Eles usava uma túnica com capuz preto o que os misturava perfeitamente com a sombra. Não era possível ver seus rostos apenas escuridão é um par aterrorizante de olhos vermelhos.

Os três eram espectros, resíduos das almas de poderosos magos que foram corrompidos pela magia negra.

Rodwen tremeu em pânico, espectros eram criaturas malignas que só obedeciam seus próprios desejos nefastos.

Para estar ao lado dele podia apenas tremer em pensar na terrivel possibilidade que não fosse apenas um bruxo.

Não pode ser, talvez….Ele seja um Rei Bruxo? Se perguntou, temendo que estivesse certo.

Pois se estivesse certo significaria sua morte e a morte do seu povo.

Reis Bruxos eram existências lendárias contadas apenas em mitos. Seus poderes eram sem iguais podendo derrotar sozinhos grandes exércitos com suas bruxarias.

“Tirei apenas uma vez, jurem lealdade e me sirvam! Só assim serão permitidos viver.” Disse uma voz fria e abafada pela máscara.

“Você quis dizer para sermos seus escravos?” Rodwen usou toda sua força para soltar aquele grito.“Eu digo, nenhum elfo negro se curvara para ninguém que não seja a criança da profecia!”

Seus companheiros gritaram em uníssono concordando com as palavras de seu líder. Jamais iriam servir como escravos para nenhum rei ou deus. Eles eram orgulhosos, eram como espada de aço que serviriam apenas a criança da profecia. É como uma espada que já tem um mestre jamais serviria outro mestre.

Esse era um pensamento gravado no coração de cada elfo negro.

O rei bruxo virou as costas e bufou frio:

“Então morram aqui, morram como vermes orgulhosos que são! Espectros matem todos!” Com sua ordem o Rei bruxo voltou para o acampamento levando com si a força invisível que os prendia no solo.

Rodwen olhou para os três espectros poderosos a sua volta e calculou que sua chances de saírem vivos dessa era de apenas 2% o que era desanimador. Mas precisavam avisar sobre o perigo que enfrentariam.

Um deles teria que voltar para vila e abandonar seus camaradas.

Enquanto pensava em quem mandar, Haldir, Wesdir, Meluinir e Gaer terão um passo a frente ficando entre ele e os espectros.

“Líder sabemos o que precisa ser feito e você é o que tem mais chances de retornar vivo então por favor vá!!!” Haldir, Wesdir, Meluinir e Gaer falaram ao mesmo tempo com uma determinação de ferro em seus olhares.

“Pessoal….”Rodwen gaguejou sentindo o calor em seu coração por seu camaradas de longa data.

Quando ele iria recusar, foi interrompido pelos quatro:

“Vá líder, você é o único com as habilidades de retornar vivo….Daremos uma grande luta para esses espectros e seguiremos juntos para os gloriosos salões de Érebo! Agora vá líder!” Haldir, Wesdir, Meluinir e Gaer gritaram em uníssono mostrando toda sua coragem avançando contra os espectros.

Rodwen cerrou seus punhos, mordendo seus lábios forçando a si mesmo a virar as costas e correr. deixando para trás os seus camaradas do qual cresceu juntos, amigos do qual perderia naquele dia.

Haldir, Wesdir, Meluinir, Gaer nos encontraremos mais tarde nos salões de Érebo, pensou Rodwen enquanto corria para floresta.

Atrás dele podia ouvir o grito de guerreiros ferozes em uma luta épica.

2 Parte
Quando Rodwen os deixou suspiraram aliviados.

“Tolos elfos negros acha mesmo que será fácil escapar de nós?” Soou uma voz desumana e sinistra.

No mesmo momento um dos espectros se transformou em uma névoa negra passando pelos quatros, indo em direção de Rodwen.

Não poderiam fazer nada além de desejar que seu líder conseguisse escapar e relatar sobre o perigo que se esconde na sombra da floresta.

Haldir, Wesdir, Meluinir, Gaer encararam os dois espectros que curiosamente não fizeram nenhum movimento até agora. Apenas os observava com um brilho maligno em seus olhos.

“Temos que ganhar tempo para o líder!”Disse Gaer sentindo sua garganta seca.“Meluinir, eu e você iremos lidar com o espectro da esquerda enquanto vocês dois lidem com o espectro da direita!”

Ninguém questionou as palavras de Gaer e assumiram os espectros, disparando flechas espirituais contra os espectros.

Nessa luta estavam em desvantagem, pois o inimigo era um monstro etéreo com propriedades das trevas. Se houvesse alguém que soubesse usar magia espiritual da luz poderiam ter uma chance de vitória.

Mas não havia, nenhum elfo negro era apto ou poderia ter a benção de um senhor espírito da luz.

Pois eram filhos da escuridão, seguidores do deus escuro Érebo.

Gaer lançou um encantamento com todo seu poder mágico restante:

“Oh, Senhor dos espíritos do fogo me conceda a benção do fogo vermelho e transforme em uma chuva de setas escarlate! [Chuva escarlate]! ”

Sobre o espectro choveu setas vermelhas escarlate, tornando tudo em volta do espectro um mar de chamas.

Mas como esperado não causou nenhum dano ao espectro, que poderia ser visto dentro das chamas como se não o afetasse em tudo.

“Agora é minha vez!” Gritou Meluinir apontando seu arco negro para o mar de chamas.” Oh, senhor dos espíritos do vento me conceda a benção do vento errante e torne essas setas um redemoinho de vento! [Redemoinho feroz]! ”

Setas de ventos se tornaram um redemoinho feroz que se juntou ao mar de fogo se tornando um redemoinho de fogo que incinerou tudo ao redor, tornando-se um verdadeiro mar de chamas furioso.

Mesmo o solo demonstrava processo de vitrificação pela alta temperatura do redemoinho de fogo.

Era possível ouvir um grito ensurdecedor e sinistro vindo de dentro do redemoinho de fogo. Apesar da alta resistência aos elementos, não queria dizer que fossem totalmente imunes aos elementos.

Como nesse caso o espectro que subestimou os dois elfos negro a sua frente sobre algum dano o que foi suficiente para despertar a fúria do espectro que estendeu suas duas mão como se esperasse um abraço.

Com uma voz desumana e cruel lançou um feitiço sem cântico :

”[Relâmpago Negro]! ”

Suas duas mãos emitiram um brilho negro, seguido pelo som de estática. Como esperado a energia disparou das mão do espectro em direção ao dois elfos negros odiosos que o feriu. Gaer e Meluinir habilmente deslizou por baixo do relâmpago negro, usando suas cimitarras correndo até o espectro.

Não era possível ver o rosto no capuz mas Gaer e Meluinir sentiram que estava sorrindo maliciosamente, como se tivessem caído em sua armadilha. Não houve tempo para pensar no que aconteceu em seguida, apenas sentiram uma queimação em suas costas.

O relâmpago negro do qual pensaram terem desviado mudou a direção do ataque os acertando, os torrando até a morte, soltando um cheiro horrível de carne queimada.

“A vida mortal é tão fraco, apenas um ataque é caem como bonecas quebradas.” Disse o espectro com um olhar de desprezo para dois elfos negros caídos no chão.

Haldir e Wesdir lutaram bravamente com sincronismo e uma incrível habilidade no arco mágico. Mas não foi o suficiente, como Gaer e Meluinir foram derrotados pelos espectros, tendo seus corpos perfurados por inúmeras estacas de terra negra.

Seus últimos pensamentos eram que seu líder conseguisse chegar a vila.

Quando os dois espectros iriam seguir o terceiro espectro, ele retornou falando:

“Não consegui seguir seu rastro ele escapou!” Disse o terceiro espectro com uma fúria gélida por ter sido enganado por um ser vivo.

“Não faz diferença, no fim todos morreram….Quando nosso Rei da morte avançar, caíram como folhas ao vento pela tempestade da morte!” Disse um dos espectros e assim voltaram para o acampamento deixando para trás os bravos elfos negros que lutaram sem temer a morte.

Comentarios em AUMDA: Capítulo 7



15

Índice×

  1. 1
    Nova Vida!
  2. 2
    Liz a Druida
  3. 3
    Batalha nas cordilheiras (1 parte)
  4. 4
    Batalha nas cordilheiras! (2 Parte Final)
  5. 5
    Técnica de Qi? Lilith? Azura? (1 Parte)
  6. 6
      Técnica de Qi? Lilith? Azura? (2 Parte Final)
  7. 7
    AUMDA: Aviso sobre lançamento
  8. 8
    AUMDA: Capítulo 7
  9. 9
       Crise dos elfos negro (Parte 2)
  10. 10
      Crise dos elfos negro (Parte 3 final)
  11. 11
      Ascensão (Parte 1)
  12. 12
       Ascensão (2 Parte final)
  13. 13
    Viajando para as terras desoladas do norte!
  14. 14
    Antes da batalha!
  15. 15
    Batalha de um demon lord e um rei bruxo! (1 Parte)
  16. 16
    Batalha de um demon lord e um rei bruxo! (2 Parte final)
  17. 17
    Segredo dos elfos negro e planos para o futuro!
  18. 18
    Intermissão
  19. 19
    Três anos depois (1 parte)
  20. 20
    Três anos depois (2 parte final)
  21. 21
    A procura pelos anões!
  22. 22
    Sobre AUMDA e HDUM
  23. 23
    Um monstro chamado Milaine!
  24. 24
    A jovem rainha! (1 Parte)
  25. 25
    A jovem rainha! (Parte 2)
  26. 26
    A jovem rainha! (3 Parte final)
  27. 27
    Reencontro impossível! (1 Parte)
  28. 28
    Reencontro Impossível!(2 Parte Final)
  29. 29
    A caminho de Ryfhel! (1 Parte)
  30. 30
    A caminho de Ryfhel! (2 Parte Final)
  31. 31
    Ryfhel, a mais gloriosa cidade de Arcádia!
  32. 32
    Jantar com a família real! (1 Parte)
  33. 33
    Jantar com a família real!(2 Parte Final)
  34. 34
    Antes do torneio
  35. 35
    Vencedor!
  36. 36
    Intermissão
  37. 37
    Tempo de guerra!(1 Parte)
  38. 38
    Tempo de guerra! (2 Parte)
  39. 39
    Tempo de guerra!(3 Parte final)
  40. 40
    Bloodbath! (1 Parte)
  41. 41
    Aviso importante HDUM
  42. 42
    Bloodbath! (1 Parte)
  43. 43
    Bloodbath! (2 Parte Final)
  44. 44
    Nascimento de um rei demônio!
  45. 45
    Epílogo
  46. 46
    Aviso sobre AUMDA!
  47. 46
    Prólogo
  48. 47
    Nova Vida!
  49. 48
    Arquimago da Névoa Congelante!
  50. 49
    Ars Goetia!
  51. 50
    Aprendendo a lançar feitiços!
  52. 51
    Intermissão
  53. 52
    A Druida! (1 Parte)
  54. 53
    A Druida! (2 Parte Final)
  55. 54
    Duelo Mágico! (1 Parte)
  56. 55
    Duelo Mágico!(2 Parte)
  57. 56
    Duelo Mágico! (3 Parte Final)
  58. 57
    Intermissão 2
  59. 58
    Batalha nas Cordilheiras! (1 Parte)
  60. 59
    Batalha nas Cordilheiras! (2 Parte)
  61. 60
    Batalha nas Cordilheiras! (3 Parte Final)
  62. 61
    Epílogo
  63. 62
    A Cidade dos Aventureiros, Al-Markhen! (1 Parte)
  64. 63
    Viagem Para a Cidade dos Aventureiros! (2 Parte)
  65. 64
    Viagem Para a Cidade dos Aventureiros! (3 Parte Final)
  66. 65
    Separação!
  67. 66
    Entrando em Al-Markhen e Curando a Jovem Espadachim!
  68. 67
    Guilda dos Aventureiros! (1 Parte)
  69. 68
    Guilda dos Aventureiros! (2 Parte Final)
  70. 69
    Akai Ito, O fio Vermelho do Destino!
  71. 70
    Intermissão