Batalha nas Cordilheiras! (1 Parte)

 

 

 

Os céus eram tempestuosos, trovões e raios cruza os céus, como se estivessem festejando naquele dia. Para o Cavaleiro Samson Maxwell era uma benção, para seu perseguidores o tempo ruim era uma maldição.

(Magusgod: Na versão anterior seu nome era Markus Narkai, agora seu nome será mudado para Samson Maxwell.)

Desde o dia que Samson presenciou o ritual macabro na catedral, foi perseguido por cavaleiros da Ordem da Luz. Marcado como traidor, agora não tinha mais um lar, nem amigos. Samson pensou em contar o que havia visto naquela noite, mas logo desistiu da ideia. Não importa o que falasse, no fim acreditariam no sumo sacerdote. Samson também não queria acreditar, mesmo tendo visto o ritual, e o nobre sumo sacerdote banhando-se no sangue de inocentes.

Para Samson que jurou proteger os inocentes dos males da magia negra, era difícil acreditar que o sumo sacerdote, um dos três lideres da Ordem da Luz, realizou magia negra. O principal da Ordem da luz era caçar praticantes de magia negra, seitas demoníacas, e monstros.

Após o incidente da catedral, Samson vagou pelo reino a procura de um refúgio, mas não importa aonde ele se escondia, sempre o encontravam. O Reino Santo de Lux não era seguro para ele. Pensou em ir para as cordilheiras canino branco, fugir para o Reino da Guerra Ryfhel para escapar de seus perseguidores. Contudo, os caninos brancos eram um lugar perigoso, território de muitos monstros de alto nível, principalmente troll da neve.

Era arriscado, mas Samson não tinha muitas opções disponíveis. Ele podia ficar e enfrentar bravamente dezenas de cavaleiros e morrer, ou atravessar as cordilheiras cheia de monstros. Se tivesse sorte passaria sem chamar atenção deles, mas se não tivesse enfrentaria uma horda de trolls. Ou pior ainda, os cavaleiros o perseguiriam e teria que enfrentar os dois. Suas chances de sobreviver eram poucas, mas ele não desistiria sem travar uma boa luta.

Se o destino de Samson fosse a morte, ele morreria como um cavaleiro: morreria com a espada na mão.

Feito a escolha, depois de dias cavalgando, chegou a uma pequena vila. Comprou suprimentos necessário para atravessar as cordilheiras, e saiu o mais rápido possível para não despertar atenção desnecessária – algo que não foi possível em uma pequena vila.

Depois de dois dias cavalgando sem parar, chegou até a base da cordilheira. A trilha era pequena, estreita e sinuosa, um passo em falso e despencaria para morte. Esse não era o perigo, o real perigo seria quando chegasse a passagem dos errantes – único ponto que é possível passar pelas cordilheiras.

Samson desmontou seu cavalo e seguiu pela trilha perigosa, subindo até a passagem dos errantes, sofrendo o frio cortante que congelava até seus ossos, tirando cada grama de força de seus músculos doloridos.
Na passagem dos errantes, o vento uivava e os ventos gélidos açoitavam sua face como chicotes impiedosos. Em suas costas estava o Reino de lux, aonde cresceu e viveu, aonde amou, aonde sangrou lutando pelo Reino, pelo povo, por deus. A pátria que não poderia retornar. Preferiu não virar a cabeça e olhar uma última vez sua pátria amada. Pois jurou para si mesmo que retornaria um dia.

Suas botas afundavam na neve, cada passo exigia o máximo de suas forças, já ausentes. O vento não era gentil, era impiedoso, e pareciam o empurrar para trás. Samson lutava contra os ventos gelados, contra a neve que dificultava seus passos, sua visão. Muitos momentos caiu de joelhos, e quis repousar ali com o manto branco de neve cobrindo seu corpo cansado. O manto branco da morte.

Pelo que estou lutando? Qual motivo tenho para seguir em frente? Nada me espera lá, pensou Samson.

Te fato ele não tem nada a sua espera naquela terra desconhecida, mas Samson não podia desistir. Sempre que fechava seus olhos, lembrava da cena da catedral e sentia seu sangue ferver. Ele não poderia deixar aquele crime ficar impune, precisava sobreviver, ganhar forças para um dia punir o sumo sacerdote.

Mas Samson era humano, tinha suas próprias limitações, sabia bem que punir o sumo sacerdote era uma tarefa quase impossível de realizar sozinho. Enquanto fraquejava e sentia seus membros congelar. Dois trolls de três metros de alturas, corpos cobertos por uma pelagem branca e espessa, corriam como gorilas em sua direção, rugindo, um rugido animalesco, ensurdecedor.

Samson forçou os olhos, sacou sua espada de duas mãos preso as costas. Seu corpo tremia, seus músculos gritavam de dor. Suas pernas dobraram, sem força, deixou sua espada cair na neve.

De joelhos, se sentiu frustrado, sentiu raiva, sabia que morreria naquele lugar de ninguém. Mesmo sabendo que iria morrer, queria lutar. Queria vingar aqueles inocentes, queria gravar a espada de aço frio no coração do sacerdote. Ele Desejava…Desejava…Ele não queria morrer ali, desejava viver, ter uma esposa e filhos. Samson não queria morrer. Não daquele jeito, com sua honra manchada, marcado como traidor, uma pária.

―Eu me recuso a morrer aqui! ― Samson gritou, canalizando toda sua fúria e emoções em um grito.

Um grito carregado de emoções, de fúria e indignações.

Um grito que seria capaz de abalar céus e terra, fazer o mais corajoso guerreiro borrar nas calças.

As montanhas retumbam o grito feroz de Samson.

Samson levantou-se, e pegou sua espada, segurando com as duas mãos. Seu olhar emitia sede de sangue, pensava só em matar aquelas feras estúpidas. Com passos firmes, correu em direção aos troll gritando palavras incompreensíveis. Em desafio um dos troll rugiu, correu em sua direção de Samson.

Com seus grossos braços cobertor por uma pelagem branca, fechou sua enorme mão em um punho, tentando quebrar Samson com um único soco. Samson desviou do soco que acertou o chão nevado, jogando neve para todo lado.

Samson usou o braço do troll como apoio, saltando até sua cabeça, cravando sua espada no duro cranio da fera. Sangue quente jorrou, e cobriu sua face – sangue quente, anemizando o duro frio cortante.

O troll caiu, a lâmina da espada quebrou, ficando um pedaço da lâmina enterrado no crânio do troll. O segundo troll atacou com um chuva aleatória de socos na tentativas de esmaga-lo. Samson desviava com passos firmes e rápidos, contra-atacando com golpes rápidos de sua espada com a lâmina quebrada, causando inúmeros cortes sangrentos no braço do troll.

Samson rolou entre as pernas do troll, ferindo suas pernas, braços, e qualquer lugar exposto da fera. O troll ficou mais lento, e seu pelo branco foi tingido de vermelho pelo seu sangue que jorrava de suas feridas. Samson correu como louco e saltou, cravando a espada quebrada no olho do troll. A fera rugiu e caiu fraca no chão, mais ainda estava vivo, ainda era um perigo.

Sem uma espada, Samson podia contar apenas com seus punhos – para ele era mais do que suficiente.

Desarmado. Deixou aquela fúria rubra transformar-se em energia, circulando por seu corpo, estufando seus músculos, focando em seus punhos, irradiando uma tênue luz vermelho. Ele socou a cabeça do troll sem parar, socava como um louco, como uma fera. Samson estavam num estado de frenesi. Não sentia seus punhos, não sentia frio, não sentia dor.

A cabeça do troll estava irreconhecível pela fúria de socos tirânico de Samson.

Após derrotar o troll, Samson a fúria rubra que lhe concedia uma força sobre-humana dissipar. Sem forças, desabou na neve vermelha, respirando pesadamente seu peito subia e descia, enquanto seus pulmões congelavam.

Para subjugar um único troll seria necessário uma equipe de cavaleiro, ou um grupo de aventureiros. Para um cavaleiro comum seria impossível derrotar sozinho um troll, mas Samson em sua fúria rubra havia despertado um novo poder dentro de si.

Um poder forte o suficiente para derrotar dois troll.

Samson não era mais um humano normal. Em toda sua fúria rubra, renasceu como um Berseker.

Na neve Samson ouviu o som de passos, de espadas sendo desembainhadas em meio ao vento cortante. Com dificuldade moveu a cabeça, vendo seus perseguidores. Dez cavaleiros se aproximavam de Samson com espadas em mãos, olhares hostis, preparados para mata-lo.

Um homem velho de longa barba cinzenta, corpo robusto, bateu palmas e falou:

― Muito impressionante, Samson! ― disse o velho, numa voz ruidosa. ― Subjugar dois troll, não pode ser feito por um ser humano normal! Vejo que nessa luta de vida e morte você despertou uma habilidade inata!

Samson pensou que nada a essa altura o impressionaria, mas estava completamente enganado. O velho a sua frente fazia parte da elite dos cavaleiros do Reino de Lux, um Cavaleiro Santo, Jackson Markfall, chamado de “fortaleza ambulante”.

Jackson Markfall era corpulento e trajava sua armadura pesada branca coberto por um tênue brilho azulado. Seu elmo tinha uma crista em forma de um machado, capa vermelha com símbolo da ordem da luz; um sol envolto por seis asas formando um circulo.

Jackson era uma figura imponente, com seu grande escudo de carvalho branco, e sua clava de ferro, flamejante.

Samson estava espantando, da última vez que viu seus perseguidores eram apenas vinte cavaleiros.Se o sumo sacerdote mandou um Cavaleiro Santo para me silenciar, então o massacre que eu vi pode ser a ruína dele, pensou Samson.

O Cavaleiro Santo analisou o estado de Samson e concluiu que não representava mais uma ameaça.

― É uma pena…. ― disse Jackson em tom de lamento. ― Com esse poder, poderia ter se tornado um Cavaleiro Santo, conquistando inúmeras glorias!

Um tempo atrás ele teria sentindo feliz por ouvir essas palavras. Mas agora não sente nada além de repulsa.

― Fico feliz por não ter me tornado um cavaleiro santo!! ― Samson disse com a voz fraca.

Jackson expressou um meio sorriso e falou:

― Eu não te culpo Samson……Você viu o que não deveria ter visto, não estava preparado para o que viu.

Um choque percorreu todo corpo de Samson.

Ele sabe sobre o sumo sacerdote, mesmo assim ele serve sua espada para aquele monstro! Pensou Samson furioso.

― Você deveria ser a justiça, a bondade e não servir sua espada para um monstro que se banha no sangue de inocentes! ― esbravejou Samson em um rugido furioso.

Jackson lançou um longo suspirou e falou:

― Justiça? Bondade? ― disse o Cavaleiro Santo indiferente. ― Pode a tal “Justiça” comprar terras? Pode a tal “bondade” me dar poder?

Descobrir a monstruosidade que era o sumo sacerdote havia um choque para Samson. Mas descobrir que um Cavaleiro santo estava ciente daquela monstruosidade, era demais para ele. Sentiu como se tudo que acreditava e lutava, tinha sido destruído.

Como se tudo fosse uma mentira na qual acreditava.

―Você não tem honra!

― Não, não tenho honra! ― disse o Cavaleiro Santo com uma gargalhada seca. ― Pois honra não pode encher meus bolsos de ouro!

O Cavaleiro Santo gargalhou mais uma vez e continuou a falar:

―Você é honrado demais, Samson! Mas de nada servira sua honra, nada o salvara da sua morte. Morrerá como uma pária, marcado como traidor, manchando o nome da família de cavaleiros Maxwell!

Samson cerrou seus punhos. Ergueu-se, com uma posse patética apontando seus punhos para o Cavaleiro Santo.

― Desista! ― disse o Cavaleiro Santo apontando sua maça flamejante para ele. ―O que pode fazer sozinho? Ainda mais nesse estado fraco? Apenas continue no chão, aceite seu destino, Samson!

Poucos metros atrás de Samson, surgiu três figuras.

― Ele não está sozinho! ― disse uma voz infantil.

― Se preparem para morte, Luxianos! ― rugiu uma voz feminina, e uma segunda voz feminina concordou.

Samson estava estupefato, ao aparecimento de duas mulheres é uma criança.Em uma situação desesperadora, eles apareceram. Mas não muda o fato que vou morrer aqui, nós morreremos, pensou Samson lamentado o azar daquele trio.

 

 

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Após ter a visão do ritual macabro na catedral, Arthur teve outras visões com o cavaleiro de cabelo vermelho, que havia sido perseguido por presenciar o ritual sanguinolento. Em suas visões acompanhou cada passo da fuga do cavaleiro de cabelo claro, quando lutou bravamente contra dois trolls, morto por cavaleiros na passagem errante da cordilheira caninos branco.

A primeira visão era diferente. Sua consciência estava no local do ritual macabro. As demais visões com o cavaleiro de cabelo vermelho eram diferentes, eram previsões do que aconteceria no futuro.

Arthur havia lido em um de seus livros sobre certas pessoas de Arcádia que eram possuidoras de habilidades inatas. Desconfia que suas visões fosse alguma habilidade inata, ou um poder despertado de sua linhagem demoníaca.

Nessas visões Arthur sentiu as dores de Samson, sentiu sua fúria rubra, seus lamentos. Acordado chorava, sentimentos dele nublaram seus sentidos, seu bom senso. Arthur não era uma boa pessoa em sua vida passada, mas não poderia manter-se indiferente enquanto tinha o poder para mudar o destino do cavaleiro de cabelo vermelho.

Procurou Milaine e Liz, contou sobre as visões, desde a catedral até a sua possível morte do homem de cabelo vermelho. Implorou de joelhos para Milaine para irem até a passagem dos errantes.

Milaine foi relutante, mas, seu senso de justiça havia falado mais alto e não deixaria uma pessoa inocente morrer. Milaine era uma guerreira de sangue quente, cheio de justiça, lutando contra hordas de monstros para proteger a humanidade.

Pela descrição de seu filho, logo chegou a conclusão que eram cavaleiros de Lux e até mesmo havia um Cavaleiro Santo.

Essa é uma situação bem conveniente de certa forma, pensou Milaine. Vou usar essa situação para temperar a mentalidade de Arthur. Mesmo sendo relutante, uma hora ele terá que passar por essa situação. Em Arcádia, apenas o punho mais forte e as espada mais afiada, são respeitado. Sei que meu filho é forte, mas ele poderá enfrentar um inimigo sem ter medo? Seu coração será forte o suficiente para tirar a vida de seu adversário? Para manchar suas mãos com sangue?

Milaine pensou em deixar Arthur no vilarejo, mas no fim cedeu. Permitindo que ele a acompanha-se. Para ter seu batismo de sangue.

No fim concordaram em viajar até a passagem errantes nas cordilheiras.

Para enfrentar o Cavaleiro Santo, Milaine trajou uma armadura de um metal esverdeado com símbolo da cabeça de um dragão. Manto negro com broche da cabeça de dragão de prata, levava em suas costas uma enorme espada de duas mãos. Sua lâmina era preenchido por fileiras de ruas e o cabo da espada chamava atenção para a joia verde.

Milaine contou para Arthur que era um conjunto de armadura mágica, encontrado em uma ruína antiga. Milaine havia batizado o conjunto de armadura mágica “Rainha dos dragões verdes”. É a espada mágica de duas mãos chamava-se de língua de dragão.

Já Arthur vestiu o robe feito de pele de Corsican, o novo cinturão cheios de bolsos, fivela de chifres de Corsican. Preso nas correias do cinturão estava seu poderoso grimório demoníaco, Ars Goetia.

Liz também insistiu em ir, apenas para dar apoio caso precisar de sua ajuda.

Equipados, os três partiram em direção as cordilheiras. Milaine conhecia o melhor caminho para chegar até a passagem dos errantes.

O frio era intenso – era começo de inverno – para Arthur não fez tanta diferença. Por usar feitiços do elemento gelo, havia ganhado uma resistência natural. E o robe de pele de Corsican o protegia do frio cortante. Eles levaram cinco dias para atravessar a floresta e chegar na base da cordilheira, fazendo pausa só para comer e descansar.

Arthur se encantou nos primeiros dias, depois achou tudo irritante e desejava aprender um feitiço como o que Allan usava para mover-se a longas distâncias.

Os três levaram mais dois dias para subir através da trilha estreita, chegando até a passagem dos errantes. Todos se arrepiaram quando ouviram o grito feroz ecoar pela montanha. Arthur sabia que era o grito do cavaleiro de cabelo claro, e apressaram o passo até o encontrarem caído no chão coberto de sangue, rodeado por cavaleiros.

Arthur temeu que tinha chegado tarde demais, até o cavaleiro falar com o homem caído.

Milaine ficou apreensiva, vendo “O fortaleza ambulante” um Cavaleiro Santo da ordem da luz. Ela conhecia bem seus feitos, mas o que surpreendeu foi um Cavaleiro Santo de renome estar envolvido naquela situação. Apesar de ter enfrentado vários cavaleiro de Lux nunca havia lutado contra um Cavaleiro Santo.

Milaine estava animada para enfrenta-lo. Retirou de suas costas sua enorme espada mágica, língua de dragão.

― Estava na hora de esticar um pouco o corpo! ― disse Milaine com um sorriso.

Os três estavam prestes a entrar em uma luta épica contra os cavaleiro do Reino Santo de Lux.

Comentarios em AUMDA (Reescrito): Capítulo 12



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Índice×

  1. 1
    Nova Vida!
  2. 2
    Liz a Druida
  3. 3
    Batalha nas cordilheiras (1 parte)
  4. 4
    Batalha nas cordilheiras! (2 Parte Final)
  5. 5
    Técnica de Qi? Lilith? Azura? (1 Parte)
  6. 6
      Técnica de Qi? Lilith? Azura? (2 Parte Final)
  7. 7
    AUMDA: Aviso sobre lançamento
  8. 8
    AUMDA: Capítulo 7
  9. 9
       Crise dos elfos negro (Parte 2)
  10. 10
      Crise dos elfos negro (Parte 3 final)
  11. 11
      Ascensão (Parte 1)
  12. 12
       Ascensão (2 Parte final)
  13. 13
    Viajando para as terras desoladas do norte!
  14. 14
    Antes da batalha!
  15. 15
    Batalha de um demon lord e um rei bruxo! (1 Parte)
  16. 16
    Batalha de um demon lord e um rei bruxo! (2 Parte final)
  17. 17
    Segredo dos elfos negro e planos para o futuro!
  18. 18
    Intermissão
  19. 19
    Três anos depois (1 parte)
  20. 20
    Três anos depois (2 parte final)
  21. 21
    A procura pelos anões!
  22. 22
    Sobre AUMDA e HDUM
  23. 23
    Um monstro chamado Milaine!
  24. 24
    A jovem rainha! (1 Parte)
  25. 25
    A jovem rainha! (Parte 2)
  26. 26
    A jovem rainha! (3 Parte final)
  27. 27
    Reencontro impossível! (1 Parte)
  28. 28
    Reencontro Impossível!(2 Parte Final)
  29. 29
    A caminho de Ryfhel! (1 Parte)
  30. 30
    A caminho de Ryfhel! (2 Parte Final)
  31. 31
    Ryfhel, a mais gloriosa cidade de Arcádia!
  32. 32
    Jantar com a família real! (1 Parte)
  33. 33
    Jantar com a família real!(2 Parte Final)
  34. 34
    Antes do torneio
  35. 35
    Vencedor!
  36. 36
    Intermissão
  37. 37
    Tempo de guerra!(1 Parte)
  38. 38
    Tempo de guerra! (2 Parte)
  39. 39
    Tempo de guerra!(3 Parte final)
  40. 40
    Bloodbath! (1 Parte)
  41. 41
    Aviso importante HDUM
  42. 42
    Bloodbath! (1 Parte)
  43. 43
    Bloodbath! (2 Parte Final)
  44. 44
    Nascimento de um rei demônio!
  45. 45
    Epílogo
  46. 46
    Aviso sobre AUMDA!
  47. 46
    Prólogo
  48. 47
    Nova Vida!
  49. 48
    Arquimago da Névoa Congelante!
  50. 49
    Ars Goetia!
  51. 50
    Aprendendo a lançar feitiços!
  52. 51
    Intermissão
  53. 52
    A Druida! (1 Parte)
  54. 53
    A Druida! (2 Parte Final)
  55. 54
    Duelo Mágico! (1 Parte)
  56. 55
    Duelo Mágico!(2 Parte)
  57. 56
    Duelo Mágico! (3 Parte Final)
  58. 57
    Intermissão 2
  59. 58
    Batalha nas Cordilheiras! (1 Parte)
  60. 59
    Batalha nas Cordilheiras! (2 Parte)
  61. 60
    Batalha nas Cordilheiras! (3 Parte Final)
  62. 61
    Epílogo
  63. 62
    A Cidade dos Aventureiros, Al-Markhen! (1 Parte)
  64. 63
    Viagem Para a Cidade dos Aventureiros! (2 Parte)
  65. 64
    Viagem Para a Cidade dos Aventureiros! (3 Parte Final)
  66. 65
    Separação!
  67. 66
    Entrando em Al-Markhen e Curando a Jovem Espadachim!
  68. 67
    Guilda dos Aventureiros! (1 Parte)
  69. 68
    Guilda dos Aventureiros! (2 Parte Final)
  70. 69
    Akai Ito, O fio Vermelho do Destino!
  71. 70
    Intermissão