Batalha nas Cordilheiras! (3 Parte Final)

 
Os passos de Milaine eram firmes como uma montanha e seus movimentos ágeis como uma raposa. A espada mágica de duas mãos desceu como um raio sobre o escudo de carvalho branco. O impacto provocou um estrondo ruidoso, deixando o braço do Cavaleiro Santo dormente.

A força por trás do golpe era surreal. Se não fosse por seu escudo mágico que tem a habilidade de reforça sua capacidade física e sua resistência natural, temia que o ataque anterior teria quebrado seu braço.

O Cavaleiro Santo foi rápido, empurrou Milaine para frente com o escudo, e contra-atacou com sua maça flamejante. Milaine deu um pulo para trás, esquivando-se do ataque, e depois deu um pulo alto, acrobático, atacando o Cavaleiro Santo com barras ferozes, deixando-o na defensiva.

A cada golpe da língua de dragão seu braço estremecia.

―Porra! ― grunhiu. ― De onde saiu esse monstro em forma de mulher!

Enquanto o Cavaleiro Santo estava sofrendo sobre a chuva incessante de golpes da espada mágica de duas mãos Assobio. Milaine estava se divertindo, tratando-o como nada mais do que um aquecimento para desenferrujar seu corpo. Desde que deu a luz, tinha ficado no vilarejo remoto caçando os monstros fracotes que ameaçava os arredores. Temia que todos esse anos sem aventurar-se, sem enfrentar poderosos oponentes, havia a deixado fraca.

Felizmente, descobriu que estava só um pouco enferrujada, mas continuava tão forte como uma deusa. E, poderia lidar facilmente com o Cavaleiro Santo, cuja trajetória dos ataques era previsível demais. E seus reflexos eram lentos demais.

Quando era uma aventureira havia ouvido boatos sobre a força dos Cavaleiros Santos do Reino de Lux. Sempre teve interesse em lutar contra eles, mas agora estava decepcionada. Acreditando que eram meros boatos exagerados.

Milaine bloqueou um ataque da maça flamejante com a lâmina da espada. Girou seu corpo, desferindo um forte pontapé que se tornou um borrão indistinto, atingindo o escudo, empurrando o Cavaleiro Santo três metros de distância para trás, deixando um rastro na neve.

―Sempre ouvi rumores sobre a bravura dos Cavaleiros Santos! ― disse Milaine com um sorriso provocador. ―Vejo que eram apenas rumores sem fundamento.

O Cavaleiro Santo ficou vermelho de raiva pelo insulto.

O Cavaleiro Santo Jackson Markfall, fortaleza ambulante. Não admitia que uma jovem mulher o trata-se como um tolo e fraco.

― Quem é você para me dizer alguma coisa, mulher! ― esbravejou o Cavaleiro Santo, com a voz de trovão. ―Aposto que é uma puta! ― gargalhou e completou: ―Uma puta guerreira!

― Puta deve ser sua mãe para dar a luz a um bastardo gordo e feio! ― disse Milaine, enfurecida.

Ela cravou a sua espada no solo rochoso coberto pela neve.

― Eu sou Milaine Magnus, ex- membro dos Dragões Dançantes! ― gritou Milaine, fazendo uma pose de luta, apontando seus punhos para o Cavaleiro Santo. ― Não quero sujar a lâmina da minha espada com o sangue de um bastardo! Meus punhos vai ser mais do que o suficiente!

Milaine circulou sua energia interna, cobrindo seus punhos e pés com chamas esverdeadas. Naquele instante seu corpo liberou uma aura irradiando uma pressão sufocante. Ele conhecia bem essa pressão. Era a aura de poder de uma pessoa forte. A aura de um especialista que pode esmagar rochas com as mãos e causar ventos e chuvas com chutes.

―……Impossível…

Instintivamente ele deu um passo para trás, seu corpo estava coberto de suor. Tremia. Por que ele finalmente descobriu, após ouvir o nome da guerreira, que havia provocando uma guerreira poderosa. Provocando alguém que não deveria ser provocado. Lembrou-se das história da lendária equipe de aventureiros, Dragões Dançantes. Lembrou-se das inúmeras histórias da Heroína de Rhyfel, Milaine, a Deusa da Calamidade.

A mulher que por onde passava trazia a calamidade.

―…Impossível…

Murmurava o Cavaleiro Santo, recuando outro passo.

Milaine deu um passo para frente e deu um pulo alto, mergulhando sobre o Cavaleiro Santo, desferindo um chute tirânico, reforçado pelas chamas de sua energia interna, acertando o escudo como um chicote impiedoso.

O som do impacto reverberou pelas montanhas como som de um trovão.

A força do chute de Milaine o empurrou violentamente para trás, quase quebrando seu braço. Milaine avançou como uma tempestade furiosa, dando uma sequência de chutes e socos no peitoral da sua armadura – um furacão de golpes de chamas esverdeada –, a cada soco o Cavaleiro Santo cuspia um bocado de sangue, a cada chute sentia seus ossos quebrarem.

As chamas esverdeadas em sua mão não queimavam, mas causava terríveis danos internos.

Não era nenhuma técnica marcial. Milaine apenas estava usando força bruta e sua energia interna para destruir o oponente de dentro para fora.

Milaine estava fazendo isso por que estava enfurecida.

Havia dois consensos comum entre todos habitantes de Arcádia. O primeiro era para nunca tocar a escala reversa de um dragão. O segundo era….

Nunca provocar, Milaine, a Deusa da Calamidade.

Toca a escala reversa de um dragão, ou enfurecer Milaine, acabaria trazendo um desastre natural para si mesmo.

Aproveitando que seu oponente esta desorientando, Milaine agarrou o Cavaleiro Santo com as duas mãos, jogando-o com sua força monstruosa contra uma rocha próxima. Com o impacto seu rosto se contorcer de dor e caiu de costa na neve, mais isso não era tudo. Milaine mergulhou como uma águia acertando um poderoso pontapé em seu estômago.

A força do chute era tão forte, que soprou toda neve em um raio de cinco quilômetros para longe, e rachou o solo rochoso. O golpe era surreal, estraçalhou a reluzente armadura mágica, destruindo seus órgão internos.

O Cavaleiro Santo rastejou pelo chão, vomitava litros de sangues.

― Impossível… ― murmurou o Cavaleiro Santo, tremendo de dor.

― Isso é por ter me chamado de puta! ― Milaine o chutou impiedosamente, cuspiu, chamando-o de bastardo, porco, continuou xingando toda a linhagem de sua família.

Jackson estava no chão quebrado e humilhado. Milaine destruiu sua armadura com chutes e socos, seu escudo estava rachado.

Samson estava pasmo, aqueles dois estavam além de um humano normal. Eram como guerreiros dos antigos mitos, verdadeiros heróis. Poderosa, charmosa e magnifica, naquela armadura imponente. Se sentiu atraído, sentiu seu coração bater um pouco mais forte por ela. Não de uma forma amorosa, mas, sim admirado pelo poder tirânico de Milaine.

Após receber o tratamento de Liz, Samson consegua manter-se de pé e andou até Milaine agradecendo por salvar sua vida.

― Não me agradeça ― disse Milaine, interrompendo suas palavras. ― Se quiser agradecer alguém, agradeça meu filho. Ele que nos pediu para vir até a passagem dos errante para salva-lo.

―Me salvar? ― perguntou, confuso.

Pisando no Cavaleiro Santo que grunhia de dor, ela falou:

―Meu filho, teve uma visão. ― disse Milaine, então contou toda história para Samson.

―Então, tudo que ele disse sobre ouvir a voz dos deuses, mostrando os pecados do sumo sacerdote, era verdade?

Milaine e Arthur se entreolharam e riram.

― Era uma mentira dele, disse apenas para assustar os cavaleiros, plantando a semente do medo em seus corações! ― explicou Milaine com um sorriso orgulhosa. Olhando carinhosamente para Arthur ela disse: ―Filho, você fez um bom trabalho lidando com aqueles cavaleiros!

Samson começou a rir, um riso triste, um riso misturado com suas lágrimas. Ele havia sido graças a visão de um garoto.

―Você salvou minha vida ― disse Samson ajoelhando-se. ―Você é meu benfeitor, juro em nome do Deus Belenus, aquele que rege a justiça e os juramentos, que o servirei como sua espada até o dia em que a divida seja paga…

―Você não me deve nada ― disse Arthur, interrompendo-o. Encarando Samson com seriedade. ―Fiz o que fiz por que era o que deveria ser feito. Foi meu egoismo, então não precisa me servir.

Samson balançou a cabeça e olhou nos olhos de Arthur.

―Não importa a razão pela qual me salvou, nada mudará o fato que estou em divida contigo. Apenas uma vida pode compensar outra vida, peço que aceite meu juramento, mestre Arthur.

―É melhor você aceitar― sussurrou Milaine em seu ouvido. ―Ele é aquele típico cavaleiro teimoso que segue fielmente o código de conduta dos cavaleiros. Filho, nessa terra cheio de perigos, meu coração de mãe ficará tranquilo sabendo que você tem um cavaleiro como protetor.

Arthur suspirou em resignação.
―Se esse é o caso, eu aceitarei seu juramento ― disse Arthur estendendo a mão. ―Que a partir de agora você seja meu cavaleiro juramentado. Não um cavaleiro qualquer. Não um cavaleiro santo. Mas sim um Cavaleiro das Trevas, Samson!

De joelhos, olhando para o garoto com a mão estendida, por um instante teve a ilusão que estava diante de um demônio antigo. Seus instintos diziam que se ele aceitasse ser seu cavaleiro das trevas, sua vida mudaria para sempre.

Tudo aquilo que considerei santo era uma mentira, pensou Samson. Os deuses me abandonaram, minha pátria infectada pelo mal. Tudo que tenho no coração é o desejo de expurgar o mal do Reino. Sinto que se eu seguir esse garoto terei meus desejos realizados. Então, seja ele um garoto ou um demônio, não hesitarei em segurar a mão que me foi estendida!

Um brilho de determinação surgiu nos olhos de Samson.

Samson segurou a mão de Arthur em um aperto de mão.

Ergueu-se como um Cavaleiro das Trevas, mudando seu destino para sempre.

―Enfim, agora que acabou todo blá-blá-blá tocante, está na hora de fazer o porco falar! ― disse Milaine chutando o Cavaleiro Santo pela enésima vez. ―Então me conte sobre o que o sumo sacerdote está tramando!

Seu corpo tremia, sentia dores insuportáveis, mas ficou em silêncio.

Milaine perguntava e o chutava, socava, mas o Cavaleiro Santo não falava nada.

Arthur suspirou e disse:

― Liz, cure-o ― disse Arthur de cara fechada.

―Por quê? ― Liz perguntou, franzindo a testa.

― Sem perguntas, apenas faça ― disse Arthur, mal-humorado. Mas ao ver a cara carrancuda de Liz acrescentou num tom baixo: ―Por favor!

O Cavaleiro Santo foi curado, e já podia mover seus braços e pernas. Ele não entendia o porque, mas estava apreensivo pelo olhar do garoto. Ele não parava de o encarar, e aqueles olhos cinzentos emitiam um sensação ruim, temia o que ele planejava.

Arthur suspirou e disse:

―Não queria ter que usar esse tipo de feitiço, mas você não me deixa escolha. Você pode apenar culpar a si mesmo pelo que vai acontecer a seguir.

As mãos de Arthur irradiaram uma névoa congelante, envolvendo o braço e pernas do Cavaleiro Santo. E, com um gesto de mão, seu membros foram congelados.
Ele berrou, tremia violentamente de frio.

Arthur pegou o grimório demoníaco na mão, folheou o livro até parar em um feitiço proibido número XXVI (26).

Com a mão esquerda pressionou a palma contra a testa do Cavaleiro Santo.

―Na tua arrogância, desafiaste o Senhor do Medo, aquele que rege o domínio dos pesadelos. Derrotado, teve seus olhos costurados para que nunca mais visse a luz do dia. E a boca costurada para que nunca mais pronunciasse uma única palavra. Ó, criatura lamentável que se tornaste, atormentado eternamente por pesadelos sem fim! Vivendo na escuridão, no mundo do silêncio! sentido a dor dos impotentes! Tendo seu corpo rasgada e estraçalhado por mil feras! Artes Mágicas Proibidas, Manipulação de Alma,「Arddhu, Mundo dos Tormentos」!

Atrás de Arthur surgiu uma forma fantasmagórica de um demônio de cabelos brancos, olhos e boca costurados, vestindo uma túnica preta esfarrapada. Em suas mãos esqueléticas, segurava um longo pergaminho escrito com letras de sangue.

As letras de sangue do pergaminho reluziram, liberando uma névoa vermelha horripilante. No mesmo instante, o Cavaleiro Santo foi possuído pela névoa vermelha horripilante, fluindo para a cabeça do Cavaleiro Santo, jogando sua alma em um mundo de pesadelos sem fim.

Arthur e o Cavaleiro Santo permaneceram imóveis.

―O que ele fez? ― perguntou Milaine.

―Arddhu, Mundo dos Tormentos, é um feitiço da sexta camada das Artes Magicas Proibidas, um feitiço que manipular a alma do oponente colocando em um mundo de pesadelos, perfeito para torturas e recolha de informações, mas o que torna esse feitiço assustador é que ele pode ser usado em larga escala ― esclareceu Liz e acrescentou: ― Esse feitiço não é tão fácil de ser conjurado, mesmo um arquimago teria dificuldades em usar esse tipo de feitiço proibido. Qualquer passo em falso e o conjurador pode receber um terrível dano mental. Se não fosse por seu grimório, provavelmente ele não teria a capacidade de conjurar um feitiço proibido.

― O que você andou o ensinando? ― perguntou Milaine arqueando uma sobrancelha.

― Eu? ― Liz deu uma risada auto-depreciativa. ―Sou uma druida, uso as Artes Mágicas da Natureza. Apesar de ter o conhecimento sobre vários feitiços proibidos, não sei e nem tenho a capacidade de conjurar tais feitiços.

― Se você não o ensinou, com quem ele apreendeu?

―Ele aprendeu com o grimório mágico ― Liz respondeu. ― Desconfio que esse grimório seja um artefato antigo, usando pelos terríveis senhores do escuro da era do caos. Uma vez ele havia me dito que o grimório possuí 72 tipos de feitiços proibidos diferentes, anotações, pesquisas mágicas dos mestres anteriores do grimório. Milaine, não acredito naquela história de comprar o grimório de um velho eremita. Sinto que o garoto está escondendo algo.

Milaine balançou a cabeça, com um sorriso triste e não falou nada. Liz queria falar algo, mas no fim também permaneceu calada. Samson apenas assistia, não sabia o que falar. Tanto mãe, como o filho eram impressionantes. Apenas por ter um deslumbre da figura fantasmagórico atrás de Arthur, foi o suficiente para fazer sua alma tremer de pavor e suas costas se encharcar de suor frio.

Depois de vários minutos, a figura fantasmagórico desapareceu e o feitiço dissipado.

Arthur voltou para si.

Seus olhos queimavam numa fúria rubra.

O Cavaleiro Santo tremia sob olhar furioso de Arthur, chorava como uma criança. Ele havia passado pelo inferno, sua alma e mente estavam quebrados. Aprendeu com aquele pequeno garoto o verdadeiro significado do medo.

― Então isso são eles? ― o cavaleiro acenou com a cabeça, tremendo, chorando. ―Obrigado, por sua cooperação!

Arthur agradeceu, então o congelou completamente. Com um aceno de mão liberou uma onda de energia mágica, quebrando a estátua de gelo, despedaçando em milhares de pedaços de cristais de gelo.

O Cavaleiro Santo não teve chance de implorar por sua vida, e talvez não teria implorado. Depois de passar pelo inferno nas mãos de Arthur, a morte era tentadora demais.

E assim caiu o Cavaleiro Santo, Jackson Markffal.

Arthur recuperou sua calma e disse:

― Infelizmente ele não sabia muito, apenas um peão em um jogo muito maior do que poderíamos sonhar ― disse Arthur para os três. ―Um jogo que irá lançar Arcádia nas chamas da guerra.

E os quatros retornaram para a vilarejo.

Comentarios em AUMDA (Reescrito): Capítulo 14



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Índice×

  1. 1
    Nova Vida!
  2. 2
    Liz a Druida
  3. 3
    Batalha nas cordilheiras (1 parte)
  4. 4
    Batalha nas cordilheiras! (2 Parte Final)
  5. 5
    Técnica de Qi? Lilith? Azura? (1 Parte)
  6. 6
                                  Técnica de Qi? Lilith? Azura? (2 Parte Final)
  7. 7
    AUMDA: Aviso sobre lançamento
  8. 8
    AUMDA: Capítulo 7
  9. 9
                            Crise dos elfos negro (Parte 2)
  10. 10
                                          Crise dos elfos negro (Parte 3 final)
  11. 11
                                            Ascensão (Parte 1)
  12. 12
                                        Ascensão (2 Parte final)
  13. 13
    Viajando para as terras desoladas do norte!
  14. 14
    Antes da batalha!
  15. 15
    Batalha de um demon lord e um rei bruxo! (1 Parte)
  16. 16
    Batalha de um demon lord e um rei bruxo! (2 Parte final)
  17. 17
    Segredo dos elfos negro e planos para o futuro!
  18. 18
    Intermissão
  19. 19
    Três anos depois (1 parte)
  20. 20
    Três anos depois (2 parte final)
  21. 21
    A procura pelos anões!
  22. 22
    Sobre AUMDA e HDUM
  23. 23
    Um monstro chamado Milaine!
  24. 24
    A jovem rainha! (1 Parte)
  25. 25
    A jovem rainha! (Parte 2)
  26. 26
    A jovem rainha! (3 Parte final)
  27. 27
    Reencontro impossível! (1 Parte)
  28. 28
    Reencontro Impossível!(2 Parte Final)
  29. 29
    A caminho de Ryfhel! (1 Parte)
  30. 30
    A caminho de Ryfhel! (2 Parte Final)
  31. 31
    Ryfhel, a mais gloriosa cidade de Arcádia!
  32. 32
    Jantar com a família real! (1 Parte)
  33. 33
    Jantar com a família real!(2 Parte Final)
  34. 34
    Antes do torneio
  35. 35
    Vencedor!
  36. 36
    Intermissão
  37. 37
    Tempo de guerra!(1 Parte)
  38. 38
    Tempo de guerra! (2 Parte)
  39. 39
    Tempo de guerra!(3 Parte final)
  40. 40
    Bloodbath! (1 Parte)
  41. 41
    Aviso importante HDUM
  42. 42
    Bloodbath! (1 Parte)
  43. 43
    Bloodbath! (2 Parte Final)
  44. 44
    Nascimento de um rei demônio!
  45. 45
    Epílogo
  46. 46
    Aviso sobre AUMDA!
  47. 46
    Prólogo
  48. 47
    Nova Vida!
  49. 48
    Arquimago da Névoa Congelante!
  50. 49
    Ars Goetia!
  51. 50
    Aprendendo a lançar feitiços!
  52. 51
    Intermissão
  53. 52
    A Druida! (1 Parte)
  54. 53
    A Druida! (2 Parte Final)
  55. 54
    Duelo Mágico! (1 Parte)
  56. 55
    Duelo Mágico!(2 Parte)
  57. 56
    Duelo Mágico! (3 Parte Final)
  58. 57
    Intermissão 2
  59. 58
    Batalha nas Cordilheiras! (1 Parte)
  60. 59
    Batalha nas Cordilheiras! (2 Parte)
  61. 60
    Batalha nas Cordilheiras! (3 Parte Final)
  62. 61
    Epílogo
  63. 62
    A Cidade dos Aventureiros, Al-Markhen! (1 Parte)
  64. 63
    Viagem Para a Cidade dos Aventureiros! (2 Parte)
  65. 64
    Viagem Para a Cidade dos Aventureiros! (3 Parte Final)
  66. 65
    Separação!
  67. 66
    Entrando em Al-Markhen e Curando a Jovem Espadachim!
  68. 67
    Guilda dos Aventureiros! (1 Parte)
  69. 68
    Guilda dos Aventureiros! (2 Parte Final)
  70. 69
    Akai Ito, O fio Vermelho do Destino!
  71. 70
    Intermissão