Magusgod: Mudei o nome do capítulo anterior de anjo da destruição para primeiro dos seis.

Acredito que em certo momento da história algumas pessoas vão ligar alguns pontos e fazerem perguntas, e eu já adianto que não vou responde-las. Vai ficar sendo um mistério até eu contar claramente em um capítulo futuro. É só isso :)


Primeiro dos seis! (2 Parte)

 

Dragões negros avançavam contra mim, como se fossem uma nuvem de gafanhotos. Eram mais de 400 e todos no minimo nível 70, e para minha sorte eram dragões jovens e não adultos, se fossem adultos ou anciões eu não teria a menor chance de vencer.

Sofie me contou a dragnologia da raça dos dragões – me falou sob as diferentes raças de dragões e sua hierarquia, que são; dragão jovem, dragão adulto, dragão ancião, lorde dragão, rei dragão, e o mais poderoso ser de toda Aayós que até os deuses temem enfrentar: imperador dragão.

De acordo com a dragnologia, um dragão jovem equivale a 10 homens adultos no nível 100; dragão adulto equivale a 3 transcendentais dependendo do nível; dragão ancião equivale a um semideus; lorde dragão tem poder que rivaliza com um deus menor; rei dragão tem poder que rivaliza com um deus maior; e um imperador dragão pode rivalizar com um deus supremo.

Em Aayós os deuses não eram as criaturas mais poderosas.

É dito que no passado, em eras que os primeiros seres não haviam sido criados. Os deuses e os dragões dominavam Aayós em certo momento lutaram pela supremacia do planeta – guerra que custou caro para ambos lados e por esse motivo existem poucos deuses e dragões no mundo.

É eu estou aqui fazendo meu papel para diminuir seus números.

É meio aleatório, mas, se a dragnologia valer para aquele mundo, não seria a minha querida rainha loli mais forte do que eu?

Meu talento inato Super Gênio Lv.7 – que agora se tornou um tipo se semi-onisciência fraca – diz que há outra linha de hierarquia para os dragões celestiais, que segue a hierarquia dos deuses, ou seja dragão semideus, dragão deus menor, dragão deus maior, e dragão deus supremo.

Existia uma hierarquia superior, a de deuses verdadeiros, mas havia um véu que impedia que adquirisse esse conhecimento.

Voltando de meu desvaneio.

200 dragões negros jovens eram mais do que suficiente para me fazer em pedaços.

Se eu fosse lutar sozinho contra todos esses dragões negros jovens seria suicídio.

Não sou tão tolo – talvez um pouco – a ponto de entrar em uma área perigosa sem um tipo de seguro.

Estava na hora de usar aquela magia.

Suspirei fundo, iniciei o cântico:

“Os berrantes da guerra foram tocados. Poderosos Anaquins, cabeças de lobos, segundos filhos de Hati, que trajam armaduras cintilantes e empunham lanças de gelo. Escutem o chamado de seu Soberano Nefilim, venham até mim, ó gloriosa legião! 「Invocação Celestial: Legião cavaleiros da lua」!”

Auuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu!!!!!!!!!!!!!!!

Um uivo de gelar o sangue ecoou de todos lugares e ao mesmo tempo de lugar nenhum.

Às minhas costas, o ar tremeluziu e seu curvou abrindo uma fenda para um mundo branco, terra das tempestades de neves eternas.

De lá surgiu os poderosos Anaquins, altos e fortes, corpo de homem e cabeça de um lobo branco. Trajavam armaduras cintilantes, parecidos com cristal, com o símbolo da lua.

Em suas costas havia duas imponentes asas brancas.

Na mão esquerda um escudo pipa de cristal.

Na mão direita uma lança de gelo afiada.

Metade do meu MP permitiu invocar 600 cavaleiros da lua.

“Cavaleiros da lua, seu inimigo odioso está a sua frente! Aniquilem todos dragões negros!”

Ouvindo minhas ordens, bateram suas asas, disparando em direção aos jovens dragões negros.

Apontei o Revólver Espiritual Gungnir para a cabeça do dragão negro com a bocarra aperta. Mirei no meio da cabeça, entre os olhos, e apertei o gatilho….Baaaaaang!!!!….A balão trovão rasgou os céus, perfurando a cabeça do dragão negro, destruindo seu cérebro.

Havia derrotado facilmente uma jovem dragão negro nível 70!

Três dragões negros sugiram em cima de mim. Girei meu corpo, alimentei as chamas brancas congelantes da espada Solitária. Usando Artes Marciais Lv.10 「12 Cortes Dimensional」, cortei o espaço dimensional ao redor dos dragões negros.

Três dragões negros foram feitos em picados de carne.

Os Anaquins, cavaleiros da lua, se movem em bandos, estocando com suas poderosas lanças de gelo contra os dragões negro, os destruindo em segundos.

Os dragões negros usavam suas garras e jatos de fogo negro contra os Anaquins, que com um trabalho de equipe surpreendente conseguiam se proteger dos poderosos ataques, minimizando as baixas.

“Incrível!” eu gritei sinceramente impressionado.”Mas, não vai ser o suficiente, precisam de uma ajuda!”

Enquanto brandia a espada de gelo, Solitária, e não parava de puxar o gatilho do Revólver Espiritual Gungnir. Iniciei um novo cântico de invocação celestial, juntando uma enorme quantidade de poder mágico.

Após derrotar 15 dragões negros e atingir o nível 56, terminei o cântico:

“Só tu pode permanecer na presença de deus, representante dos seus irmãos menores, detentor das presas de gelo eterno, devorador da luz que habita o lado escuro da lua! Ó glorioso seja o teu nome, que dizem ser o mais poderoso Serafim entre os Anaquins e Refains! Não há ninguém entre os céus e terra que ousa o desafiar! 「Invocação Celestial: Arrestert, Serafim devorador de luz」!”

Estrela por estrela se apagou no céu.

Tudo se tornou breu e da escuridão infinita, surgiu um lobo duas vezes maior do que forma dragão da rainha loli. Seu pelo era negro, e suas quatro asas se mesclavam com a escuridão da noite.

Arrestert tem seis cabeças de lobo, com incontáveis chifres e seus dentes eram presas de gelo eterno.

Meu MP estava diminuindo em uma velocidade absurda, para cada segundo que eu mantinha aquele poderoso Serafim em Aayós.

Podia manter ele no máximo por um minutos antes que todo meu MP fosse drenado.

“Arrestert, devore o máximo de dragões negros em 30 segundos!” eu gritei ofegante.

Em resposta, abriu suas seis bocarras e um vento poderoso arrastou todos seres vivos – com exceção de mim e os Anaquins – foram arrastados para uma das seis bocas.

Os dragões negros bateram suas asas, lutando contra o poderoso vento que o puxava. Parte pousou no chão, gravando suas garras na pedra dura, evitando ser arrastados pela poderosa sucção das bocarra do poderoso Serafim Arrestert.

Pinheiros, pedra gigantesca e pilares caídos foram sugados junto com os dragões negros.

Em trinta segundo mais de 120 dragões negros foram devorados. Eu recebi parte da experiência, atingindo o nível 68!

Serafim Arrestert retornou para sua dimensão.

“Cavaleiros da lua! Me sigam! Vamos aniquilar o restante dos dragões negros!”

Eu avancei contra os dragões negros, atirando balas trovão e cortando com a espada de gelo, Solitária.

Em menos de 2 horas derrotamos todos dragões negros restantes e dos 600 cavaleiros da lua, apenas 50 havia sobrevivido e eu estava quase sem MP.

Suor escorria por toda minha testa e minha armadura havia sido destruída pelos dragões negros.

Desde que cheguei em Aayós, sem dúvida nenhuma, essa havia sido a batalha mais difícil que eu havia enfrentado.

Em compensação havia atingindo o nível 81!

Me sentei sob um dos corpos dos dragões negro. Fechei os olhos e fiquei em posição de meditação. Iniciando Habilidade Passiva Um com o Mundo, regenerando meu MP.

Com essa habilidade eu posso sentir e drenar diretamente dos rios de mana que circulam Aayós recuperando o MP em poucas horas.

Se fosse uma habilidade fraca de meditação, seria necessário anos para recuperar totalmente meu MP atual.

Horas mais tarde havia recuperado metade do meu MP.

“Por enquanto está ótimo, mesmo se houver dragões negros escondidos vou ser capaz de os derrotar sem problemas!” disse num tom confiante.

Antes de partir ordenei os cavaleiros da lua restante retirarem as escamas, membranas, carne e ossos dos dragões negros.

Guardei tudo no espaço dimensional de Álfar.

“Agora vamos para o topo daquela montanha!” eu disse de bom humor.

…………………

Disparei ao céus, voando em direção ao topo da montanha com o estranho brilho avermelhado. Durante o curto voo, vi inúmeras ruínas de templos e mansões que lembravam arquitetura grega e outras que lembravam a arquitetura nórdica.

Era um contraste interessante, havia algo mais naquelas ruínas que eu estava deixando passar.

Próximo da encosta da montanha havia a carcaça douradas de golem gigantescos, cobertos por musgos.

Havia centenas deles, espalhados por todo comprimento da base da montanha.

“O que houve nessas montanhas?” perguntei a mim mesmo.

Minutos depois, pousei no pico da montanha.

No pico da montanha havia uma enorme estátua de um deus, com elmo em forma de raios do sol, empunhando uma lança.

Havia uma inscrição, muito danificada, qual conseguir ler: O primeiro dos…

Nos picos das montanhas próximas havia outras estátuas retratando deuses diferentes.

Próximo da estátua do deus, havia um grossa placa de diamante e nela, estava fincado um poderosa espada com o mesmo formado e tamanho da Solitária.

A lâmina da espada parecia ser feito de rubi e o cabo da espada era no formado de uma cabeça de dragão mordendo uma joia escarlate.

…Mnn…, explicou Solitária em minha mente.

“É uma das seis espadas originais e não uma cópia como você?” perguntei perplexo.

….Mnn…, confirmou Solitária.

“Então quer dizer que todas espadas do Tio são baseados nas seis espadas originais, criada pelos seis deuses antigos?”

…Mnn…, Solitária respondeu.

Verifiquei ao arredores e encontrei uma tenda velha.

Verifiquei a tenda, encontrando uma armadura vazia de escamas vermelhas, segurando um pequeno livro de capa elegante – provavelmente um diário de anotações.

Fiz um minuto de silêncio e peguei a bela armadura e o diário.

Me sentei próximo da espada de fogo e li o diário.

“Me chamo Mørk, um deus menor da família divina blodtørstige. Pesquiso as verdades desconhecidas de nossas origem divinas. Muitas famílias divinas se acomodaram em seus tronos dourados acima das nuvens, fechando seus olhos para nosso conhecimento incompleto.”

Família divina? Era a primeira vez que eu havia visto esse termo.

Contendo minha mente cheios de conjecturas, continuei a ler o diário de Mørk:

“Enquanto meus irmãos deuses menores e maiores se deleitam no hidromel e em banquetes suntuosos. Eu secretamente desci a terra dos homem, investigando áreas perigosas e proibidas. Nos primeiros séculos, minha investigação foi infrutífera, até por acidente encontrar ruínas de uma necrópole, escondidas nas terras úmidas e sombrias do reino da névoa, Niflheim.”

Tenho o péssimo pressentimento que se eu continuar lendo esse diário vou acabar me envolvendo em algo muito problemático.

Soltei um longo suspiro, continuei a ler o diário:

“Na necrópole, encontrei grandiosos muros entalhados com glifos tão antigos que remontam a eras anteriores do nascimento das famílias divinas. Em todo o mural, uma termo era frequente, que traduzido para o idioma divino atual significa “Primeiro dos seis”, o que fez me perguntar quem era esse primeiro dos seis? Um deus? Infelizmente o mural não era muito claro sob a natureza ou o período em que viveu esse, provável deus, chamado de primeiro dos seis.”

Vamos, Lyam, ainda há tempo de parar de ler o livro e não se envolver em algo que pode custar sua vida! Minha consciência gritou para mim mesmo.

Ignorei o aviso da minha consciência e continuei lendo:

“Havia muitos tesouros, poderosos para os mortais, mais inútil para um deus menor. Investiguei os muros da necrópole e partir em direção de supostas outras ruínas da mesma era. Nessas ruínas encontrei pedaços de informações sobre o primeiro dos seis, como suspeitava era um deus ligado ao sol e fertilidade. Se minhas conjecturas estiverem corretas, esse deus teve ser a origem de todos deuses atuais. Pois de acordo com as informações das ruínas ele era o primeiro deus a caminhar entres os mortais. Encontrei a localização de sua suposta cidade, infelizmente o nome da cidade estava ilegível.”

Continuei lendo, estava empolgado demais, pensando nos tesouros e as maravilhas que poderia encontrar em uma cidade divina.

“Em Midgard nas cordilheira Dolkon, território do lorde dragão negro, Frykt descendente do imperador dragão negro, Nidhogg. Meu azar não poderia ser maior, mesmo eu sendo um deus menor, enfrentar um lorde dragão com a linhagem de Nidhogg era uma proeza que poucos deuses menores conseguiriam realizar. Não tive muita escolha, eu batalhei contra Frykt e 800 jovens dragões negros. Derrotei Frykt e metade dos jovens dragões negros, o restante fugiu. Minha proeza e digna dos salões da família divina blodtørstige. Infelizmente, pagarei essa proeza com minha vida. O veneno de Frykt destrói meu corpo divino, minha força atual e a de um mortal e logo viajarei para a terra do esquecimento. Escrevo aqui o legado de uma vida de pesquisas e aventuras por Aayós. Existem verdades que só podem ser encontrado na terra dos mortais…..”

A letra se tornou um pouco confusa e algumas páginas estavam manchadas com sangue.

“Deus ou mortal, peço, que assuma meu legado. Minha amada espada, Sanguinário, fincada na pedra de diamante projeta uma barreira ilusória sob a cidade divina. Se decidir assumir meu legado, retire a espada da pedra de diamante. Porém aviso que somente os dignos e justos vão conseguir retirar a espada da pedra de diamante. Como recompensa vou conceder as escamas e sangue refinado de um lorde dragão descendente de Nidhogg, junto com minha essência divina e um frasco com meu sangue refinado. Se for um mortal poderá ascender a um deus menor e adquirir a linhagem dragonica de Nidhogg. Não irei mentir, há boas chances de você morrer no processo e ter sua alma destruída. Faça sua escolha, se decidir que sim, retire a espada. Independente de sua escolha, tem meus agradecimentos por ler esse diário.”

Fechei o livro e agradeci por ele ter derrotado o lorde dragão Frykt e a metade dos jovens dragões. Caso contrário eu teria sido exterminado hoje, nunca mais subestimo um dragão.

“Posso assumir o legado de Mørk, caso eu não morrer, posso me tornar um deus menor pulando todo aquele processo longo e chato que tenho pela frente. Sem dizer que posso acabar ganhando alguma habilidade que permita voltar para aquele mundo!”

Mentalmente havia feito minha decisão.

Escolhi o caminho curto e mortal para se tornar um deus menor.

………..

Caminhei até a espada, Sanguinário, sua aura era demasiada arrogante.

Segurei o cabo da espada, e puxei, no mesmo instante fui parar no mundo branco dentro da minha mente.

Eu estava diante de um pequeno garoto de cabelo vermelho e olhar sanguinário. Ele me olhava como se fosse um monte de merda.

“Ei, bostinha não gosto da forma que você me olha” eu disse a ele.

“…Mnnn….” disse ele, claramente me ofendendo.

“Como que é? Seu bostinha, vou te ensinar quem é um merda aqui!” gritei irritado

“…Mnnn….” ele me provocou.

“Hahaha, muito engraçado seu bostinha catarrento. Para sua informação, sou um mestre digno sim! Solitária, venha, e diga a esse bostinha o bom mestre que eu sou!”

Ao meu lado, Solitária surgiu, e os olhos do bostinha cintilaram de emoção.

“…Mnnn…” disse o bostinha cheio de emoção.

“…Mnn…” Solitária respondeu friamente.

“…Mnnn…” bostinha disse apaixonadamente.

“…Mnn….” Solitária fez uma carranca com o rosto e desapareceu da minha mente.

O bostinha fez uma cara desanimada.

Era minha chance de ganhar sua lealdade!

“Eu entendo como está se sentindo, bostinha, você esteve solitário todo esse tempo e agora encontra uma bela garota espada. Eu já passei por isso também, mas, você fez da forma errada” eu disse a ele.

“…Mnnn?…” perguntou o bostinha.

“Qual a forma certa de conquistar o coração de uma garota? Ah, você perguntou para a pessoa certa, eu entendo bem de mulheres, mas, sabe bostinha, existe uma coisa no mundo chamado de recompensa e se quiser conselhos para conquistar o coração da Solitária, vai ter que me recompensar por meus honrados conselho amorosos.”

“…Mnnn?…” perguntou ele mal-humorado.

“É simples, me reconheça como seu novo mestre e vou te dar maravilhosos conselhos!” eu disse com um sorriso simpático.

“…Mnnn!…” o bostinha recusou.

“Se você não quer me reconhecer como seu novo mestre, eu não vou te forçar” fiz uma cara triste e completei: “Mas, tenha em mente que Solitária me serve, e se você me reconhecesse como mestre poderia ficar ao lado dela. Ah, uma verdadeira pena!”

Me virei de costa suspirando tristemente.

“…Mnnn…..” relutante, me reconheceu como seu mestre.

Eu me virei sorrindo.

“Fez a escolha certa, Sanguinário!” eu disse.

O mundo branco desapareceu e eu estava segurando, Sanguinário, coberto por chamas abrasadoras.

  • Sanguinário – Categoria: espada inteligente. Nível: Espiritual. Bônus: Nunca quebrar/ Nunca perder o corte/ Chamas abrasadoras/ Se o inimigo for dez níveis inferiores será incinerado com um único corte/ Imunidade ao elemento fogo. Especial: uma vez por dia pode incinerar uma área de com cinco mil metros de comprimento.

 

Sem dúvidas alguma era a melhor espada que eu poderia ter.

A pedra diamante cintilou e se transformou em vários frascos com o sangue refinado de um lorde dragão; escamas negras como a noite estrelada; um frasco pequeno com sangue refinado de um deus menor; e uma orbe dourada entalhado com runas estranhas, contendo a essência restante de um deus menor; é um bilhete com instruções.

Eu li o bilhete:

“Sucessor do meu legado, conquistar o reconhecimento de Sanguinário não é uma tarefa fácil, como teve ter percebido. Se conseguiu essa proeza, talvez consiga sobreviver ao processo que irá te transformar em um deus menor. Primeiro de tudo pegue a orbe dourada e absorva lentamente minha essência, fortalecendo seu corpo e alma. Depois beba o sangue refinado do lorde dragão Frykt, devo informar que será um processo extremamente doloroso, sua carne e ossos vão ser destruídos e reconstruídos várias vezes. No fim do processo é provável que se torne um dragão ou obtenha uma linhagem dragonica. Depois beba meu sangue refinado, não se preocupe não há veneno de Frykt nele, seu corpo e alma podem ser destruídos no processo, mas se sobreviver ao processo irá herdar minha linhagem divina e ascender a um deus menor.”

Soltei um longo suspiro e me sentei no chão.

“Álfar, fique de guarda ao meu redor!”

Como desejar, Mestre! Respondeu mentalmente, descendo do céus ficando de guarda ao meu redor.

Coloquei uma barreira temporal no pico da montanha e comecei o lento processo de absorver a essência de um deus menor.

“Merda, espero não morrer pela terceira vez!!” resmunguei.

Dei o primeiro passo rumo a ser um deus menor, ou um passo para minha morte.

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