Magusgod: A luta vai ser narrada em terceira pessoa


Confronto épico! (3 Parte Final)

 

Arthur firmou suas garras no solo e abriu sua bocarra. Suas doze asas se estendeu e os glifos dourados em cada pena se juntaram formando o desenho de olhos dourados. Lyam chutou o solo com suas patas traseira, pegando impulso, avançando como um relâmpago dourado. Arthur não fez sinal de se mover, ou se defender. Então, um zunido baixo foi ficando cada vez mais agudo, o ar tremeluziu, luzes escuras vindos de todo lugar se reuniu em sua bocarra.

Zunnnnnnnnnnnnnnnnn!!!!!

No último instante, Lyam, percebeu a concentração absurda de energia em Arthur e jogou seu enorme corpanzil para o lado evitando por centímetros o poderoso raio negro – por mais que evitou o raio negro sentiu uma pressão imensurável, danificando parte dos seus órgão internos.

O raio negro passou por Lyam, voando até o longínquo horizonte, houve silêncio, depois uma grande explosão que iluminou todo horizonte norte, seguido por um tremor de terra poderoso o suficiente para fazer montanhas próximas desmoronar e o solo rachar, surgindo largas fissuras. A onda de choque posterior arrancou árvores e rochas da terra, lançando-os centenas de metros no ar. Era visível no céu norte uma colossal nuvem escura em forma de cogumelo expelindo rochas para todo lado. Para Lyam era como estar vendo o fim do mundo. Um poder de destruição em massa sem precedentes.

Esse bastardo está querendo destruir o mundo? Pensou Lyam sentindo um arrepio em suas escamas. Encarando a forma divina de Arthur, viu morte e desesperança. Estava diante de um conquistador e destruidor de mundos, um deus cósmico, qual nem ousava calcular a extensão real de seus poderes.

Arthur continuou em seu lugar sem mover-se um centímetro. Levantou sua cabeça para o alto, novamente um zunido baixo e gradualmente se tornou um som agudo, disparando um segundo raio negro – dessa vez para o céu. Lyam não entendeu porque ele havia disparado contra o céu, continuou avançando diminuindo a distância entre os dois. Quando estava poucos metros de distância dele, um alarme de perigo soou em sua mente. Lá no céu centenas de pontos brilhantes, cintilaram como estrelas, gradualmente se tornaram mais brilhantes e caíram como estrelas cadentes sob Lyam – cada ponto brilhante era um raio poderoso, chovendo, bombardeando Lyam.

Roaaaarrrrrrrr

Lyam urrou, sentido o impacto em suas escamas diamante. Cada deslumbrante escama diamante trincou e o poder por trás de cada impacto fazia todo seu corpanzil tremer e seus órgãos internos feridos. Se manteve firme, aguentando a chuva de estrelas cadentes, que deformavam o solo, enchendo-o com inúmeras crateras de impacto.

“Sem estratégia, completamente alheio aos arredores, confiante demais em sua resistência e sorte” disse Arthur num tom estridente que fez sua cabeça doer como se tivesse sido golpeado por um martelo.”Cresceu confiante demais em seus poderes. Nunca esteve em uma guerra, não conhece o desespero, medo, impotência perante uma força maior!”

“O que você sabe sobre mim?!” Lyam rugiu, golpeando com sua garra em diagonal.

Habilmente, Arthur, saltou para trás, girou seu esquio corpo, atingindo a cabeça de Lyam com três longas finas caudas escamosas com a ponta em chamas negras. Golpeando-o como um chicote impiedoso, fazendo Lyam cambalear para o lado.

“Eu estou vivo a milhares de anos” sibilou Arthur, golpeando o ar com suas doze asas, disparando em direção ao céu.”Conheci heróis, grandes reis deuses e gênios atemporais, confiantes de seus poderes, acreditavam que nada poderia os derrotar.”

Lyam perseguiu Arthur através do céus, golpeando o ar com suas seis asas, provocando vendavais. Arthur voava com elegância e graça, disparando raios vermelho-escuro através dos olhos dourados de suas asas. Lyam inclinava seu corpanzil, desviando da maioria dos raios vermelho-escuro.

Abaixo dos dois, o mundo queimava, florestas viravam cinzas com cada raio vermelho-escuro. Manada de monstros fugiam para longe da batalha. Na vilas próximas, humanos olhavam com grande temor para o horizonte em chamas. Rezavam para os deuses que o sol voltasse a brilhar e a escuridão desaparecesse junto com o dois monstros que digladiavam nos céus escuros.

“Acreditavam que eram invencíveis” continuou Arthur. “Acreditavam que suas cidades imponentes jamais iriam tombar, mas, tombaram perante mim, como folhas perante ao vento. Fiz todos se ajoelhar, humilhados, impotentes, vendo seu mundo ser conquistado. Vejo em seus olhos a mesmo prepotência daqueles tolos, confiantes de seus próprio poder. Você é como um pato barulhento em um rio cheio de crocodilos, movendo-se silenciosamente prontos para abocanhar o pato ignorante que acreditava fielmente ser o rei do rio.”

Lyam continuou perseguindo Arthur, avançando, o se tornando cada vez mais frio, criando uma fina camada de gelo sob suas escamas. Montanhas abaixo se tornaram pequenas, o rio Skjede era um filete azul-prateado percorrendo centenas de quilômetros de terra. Ilhas flutuantes contendo vastas cidades navegava livremente pelo céu de Aayós. Lyam viu cordilheiras de montanhas congeladas, na terra do gelo eterno, palácios de cristais cintilantes, e gigantes de pele azul e cabelos brancos, donos de uma beleza exótica. No extremo sul do continente viu cadeias de vulcões e cidades de obsidiana sob a boca do vulcão, suspenso por grossas correntes de um material que desconhecia.

Lyam estava deslumbrado ao contemplar todo esplendor de Aayós.

Logo saíram da atmosfera, adentrando o espaço, vendo a terra redonda e o continente, qual conhecia por Aayós e do outro lado havia ilhas e um outro continente gigante de terras verdes, selvagens. contendo inúmeros tesouros e perigos escondidos.

Esse mundo e tão belo, pensou Lyam fascinado pelo esplendor daquele mundo. Existe algo nesse mundo que me encanta, uma graça, charme único que me conquista. Porque amo tanto esse mundo?

No espaço tudo era silencioso, belo, e mortal.

Arthur fechou as doze asas, virou-se para Lyam, flutuou com o impulso da magia. Seu corpo esquio atingiu Lyam com força, fazendo-o vomitar sangue e o sangue que flutuou pelo espaço e congelou. Com uma força titânica, Arthur agarrou uma das patas, jogando Lyam em direção a distante lua. Disparou uma bola de vórtice negro, explodindo como uma supernova, lançando Lyam com ímpeto sob a lua, criando uma gigantesca cratera lançando poera e rochas lunares ao espaço.

Não há como vencer, pensou Lyam vendo Arthur surgiu quilômetros de distância dele, abrindo sua bocarra, preparando para um novo disparo. Nunca houve chances, não há milagre, nem a senhora sorte pode me salvar. Eu odeio admitir, mas, Arthur está certo, eu estava superestimando demais minhas habilidades…..Espera, porque estou desistindo? Não vou deixar esse cara convencido levar a melhor!

Da poeira lunar, Lyam surgiu, avançando como um relâmpago dourado. As doze asas do Arthur emitiram uma energia opressora, alimentando, e dando mais poder para o raio negro destruidor.

“「Destroyer of worlds」!” disse Arthur na mente de Lyam ao disparar o raio negro.

Lyam mundo o curso, avançando como um relâmpago na superfície da lua, o raio destruidor de mundos passou por centímetros da cauda escamosa de Lyam, atingindo a superfície lunar. Lyam não ousou parar por um momento, avançando loucamente sob superfície lua, atrás dele o raio destruidor de mundos seguia sua trajetória, cortando a superfície da lua, criando uma colossal fissura na lua.

Após o que pareceu incontáveis minutos fugindo, o raio cessou. Lyam acreditava que após toda energia usada no ataque deve ter drenado as forças de Arthur. Mudou sua trajetória, disparando em alta velocidade contra Arthur, que estava imóvel. Ativou seu talento inato Fúria do Deus Dragão Celestial, dobrando suas forças e seu tamanho, ganhando mais velocidade, atingiu Arthur com uma poderosa investida. Agarrou-o e continuou a investida, caindo em direção a terra, caindo como um meteoro, riscando os céus de Aayós assustando deuses e mortais. Os dois caíram sob as montanhas congeladas de Jotunheim.

Houve um clarão, seguido pelo tremor de terra , destruindo a metade do reino de jotunheim. Os sobrevivente fugiram, abandonando seus lares arruinados, seguindo para a base das montanhas congeladas que faz fronteira com Midgard.

Poeira se levantava formando o que parecia um cogumelo gigantesco. Dentro da cratera. Lyam em sua forma humana estava tombado sob a terra entres os filetes de magma. Estava desacordado por ter usado todo seu poder mágico e pelo estresse caudado pelo talento inato Fúria do Deus Dragão Celestial. Seu corpo era uma coleção de cortes e hematomas roxos do tamanho de maçãs.

“Para um deus dragão celestial maior até que ele tem potencial, apesar de ser um completo idiota movido por suas paixões” disse Arthur caminhando entre o magma.

Gradualmente, Arthur desfez sua forma divina, adotando a forma de um homem jovem de cabelos negros e olhos cinzentos. Olhou ao redor vendo a destruição que causou e lá em cima, na lua, havia um enorme fissura que cruzava toda lua como se fosse uma cicatriz. Arthur sabia que se tivesse usado mais do que 3% de seu poder no ataque「Destroyer of worlds」, teria cortado a lua no meio.

“Acho que exagerei um pouco” disse ele com uma risada enquanto olhava para lua.”De certa forma ele me lembra Freyr, um grande cara, e aquele traidor, o deus cego. Daquela vez, em que eu enfrentei Freyr, Ash-shura, deus cego, deusa vermelha e o senhor bárbaro, quase destruímos esse mundo.”

Arthur sorriu ao se lembrar de sua luta divertida contra os cinco e a jornada em busca dos fragmentos de virkelighet.

“Quando ele acordar, sem chances que eu vou dizer que eu estava apenas o testando” disse Arthur com uma risada humorada, enquanto pegou Lyam, colocando-o sob seus ombros. Abriu um portal até as garotas, e antes de atravessar resmungou: “É cansativo fazer papel de vilão!”

Arthur atravessou o portal chegando até as garotas, com um estalar de dedos o eclipse acabou, e o sol voltou a brilhar sob Aayós, revelando a bagunça causada por Arthur e Lyam.

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