Magusgod: Reescrevi novamente o capítulo 4. Foram feitas várias mudanças, uma delas foi as garotas que Lyam abençoou no epílogo no terceiro arco, eu mudei de 5 para 7 e Ellena(Rainha Loli) não é abençoada por Lyam. Outra mudança que fiz, foi o fato de Arthur ter levado Juno, Júpiter e Pandora. Agora Arthur terá levado apenas Juno e os outros dois estão Lyam.

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 Lucius Einloflt

 

 

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A luz pálida do sol se infiltrava pelas frestas da venezianas e manchava o quarto com linhas espessas, como tentáculos de luz. Estava deitado em uma cama, macia, meu corpo afundava como estivesse em uma cama d’água.

Ao meu lado, aninhada confortavelmente em meus braços, estava uma jovem nua de pele rosada e reluzente, com seu corpo esguio se enroscando ao meu, pressionando seus fartos seios -desproporcionais para idade que aparentava ter. Seus cabelos de um tom intenso de vermelho parecia chamas vivas sob os raios de luz dourado do sol.

Enquanto dormia tinha um ar de inocência e delicadeza. Quanto estava acordada era uma deusa fogosa, um vulcão em erupção cheia de vitalidade e paixão.

Acreditem se quiser, essa jovem garota de aparência inocente era minha amada raposa gananciosa, Lhachar.

Desde que concedi a benção do Chaos Ruler para Lhachar. Ela havia evoluído para uma forma humanoide gigante divino:「Titânide da Guerra」. E, por alguma razão sua aparência se tornou a de uma jovem em seus dezesseis a dezessete anos de idade.

Além de se tornar uma beleza estonteante, seu poder atingiu um novo patamar que jamais conseguiria seguindo a linha de evolução de um Deus Falso.

Mia que recebeu a benção do Chaos Ruler e evoluiu para uma「Besta Divina Asura」, Sofie que evoluiu para uma「Divindade Espírito do Vento」, e Ania que evoluiu para uma「Senhora Demônio das Sombras」.Não tiveram uma grande mudança na aparência como Lhachar, além de terem suas beleza natural realçada pela evolução.

Agora que eu penso nisso, cada uma das sete garotas que recebeu a benção do Chaos Ruler, e seus respectivos título recebido após sua evolução me faz pensar que cada uma representa um dos sete pecados.

  • Arian que recebeu o título:「Rainha das Águas Orgulhosas Astéria」, representava Orgulho.
  • Lhachar que recebeu o título:「Raposa das Chamas Gananciosa」, representava Avareza.
  • Anna que recebeu o título:「Soberana Áurea dos Ventos Solar」, representava Inveja.
  • Charlotte que recebeu o título:「Rainha dos Pesadelos Infinitos Sominnus」, representava Ira.
  • Mia que recebeu o título:「Asura das Mil Tempestade」, representava Luxúria.
  • Sofie que recebeu o título:「Grande Bruxa do Vazio Hécateia」, representava Preguiça.
  • Ania que recebeu o título:「Coelha Devoradora das Sombras」, representava Gula.

As sete que representada um dos sete pecados capitais era um grupo racial bem diversificado. E de certo não tinham nenhum aspecto parecido com um dos pecados que representava – com exceção de algumas garotas.

Normalmente – principalmente em histórias de Light Novel -, você vê seres demoníacos do mal representando os sete pecados capitais. Com exceção de Charlotte e Ania que se tornaram senhoras demônios. Arian, e Sofie se tornaram Divindades Espirituais regente de um dos seis elementos do universo. Llachar se tornou uma espécie de gigante divino da guerra -ela pode se tornar um gigante enorme -, Anna era um poderoso anjo e Mia uma Besta Divina Asura.

Realmente era um grupo estranho para representar os sete pecados capitais.

Lhachar moveu-se e seus braços delgados envolveram meu pescoço. Ela havia acabado de acordar, com seus lábios carnudos enrolados em um sorriso charmoso.

Seus olhos, duas piscinas douradas, me encaravam.

―Bom dia, Lhachar!―disse-lhe e a beijei em seguida.

―Bom dia, Lyam―respondeu e devolveu o beijo, com um pouco mais de paixão. ―Qual o plano para hoje?― e perguntou cheio de esperança: ―Não vamos continuar com aquela farsa de senhorita nobre, não é?

Quando retornamos para Argus, descobri que muitas coisas haviam mudado e eu era considerado um grande Mago Herói que havia recebido o título de” Santo” pelo Império da Santa luz.

De qualquer maneira, Lyam Marwe morreu depois de derrotar o Rei Demônio Ancestral. É morto ele ficará – por enquanto.

Atualmente Argus vive em tensão com a possibilidade de guerra contra o Império Demoníaco. Meu aparecimento resultaria na eclosão de uma guerra. O que por hora desejo que não aconteça.

A Ordem dos Argonautas era forte, mas seus números são limitados. Mesmo com ajuda da Ordem, Argus não ganharia uma guerra contra o Império Demoníaco. Claro, utilizando meus poderes de Chaos Ruler, Argus ganharia a guerra.

Contudo, antes da vitória, Argus se tornaria um mar de sangue.

O preço pela vitória seria pesado demais.

Eu sou um Chaos Ruler, um Ser Supremo, mas não sou Onipresente. Não posso estar em todos lugares. Não posso proteger todos.

Por essa razão vou esconder minha verdadeira identidade e aguardar o momento certo para ressurgir. Nesse tempo serei Lucius Einloflt, um nobre vindo de um reino próximo as muralhas de Kan Demir -um lugar distante, perigoso e nada agradável de se viver. E Lhachar sera minha jovem esposa, Lady Maggie Lanfloryus.

―Peço por seu perdão, Lady Maggie Lanfloryus ―falei com um sorriso divertido. ―Por hora, vamos continuar com o papel de um jovem casal de nobres de um reino distante. Não temos compromissos importantes marcados para hoje. Mas, vou até uma das oficinas forjar uma arma para meus filhos. Ah, quase esqueci a senhora Monthyres a convidou para um chá da tarde em sua mansão. Soube que outras damas de Casas Nobres conhecidas irão participar. Seria uma ótima oportunidade para criar conexões com outras Casas Nobres!

Lyam Marwe não se importaria com toda essa merda. Mas, eu era Lucius Einloflt, um nobre de um reino distante, dono de várias loja de vendas de armas e restaurantes de primeira classe. Um jovem nobre rico ambicioso que se importava com as vendas e conexões que pode criar com a nobreza de Argus.

Uma vez que estou interpretando o personagem Lucius Einloft, pensei. Vou interpretar esse papel com perfeição!

É o que falava para mim mesmo, mas na realidade eu estava gostando de tudo aquilo.

Lhacha protestou com um rosnado feroz.

―Sou uma guerreira. Sei manejar uma espada e não um garfo e faca. Não aguento mais ouvir aquele bando de vacas esnobes falando sobre bolos de limão, vestidos, joias e fofocas! Ah, céus eu mal posso respirar naqueles malditos vestidinhos apertados!

―Para quem alega não não saber bons modos, você interpreta bem demais o papel de “nobre esnobe”. Naquele baile da semana anterior na mansão da Casa Nobre Monthyres, você se comportou com uma verdadeira dama graciosa e delicada, cujo modos e beleza encantava a todos.

Lhachar rosnou novamente.

―Você ama receber atenção e o gracejo daquelas vacas nobres!―acusou ela.―Vejo em seus olhos o fascínio por aquele salões brilhantes, a música, as danças, as conversas! Você mudou!

Ela era uma guerreira nata, amava aventuras, desafios e batalhas. Não gostava de bailes e conversas entendiante com a nobreza.

Eu por outro lado descobri em Aayós que não desgostava tanto assim fazer parte de bailes e do círculo nobre -apesar que eu mandei muitos deles para a forca em Alba.

Desy vivia insistindo para participar dos bailes para socializar com os nobres, conhecer seu mundo, aprender como lidar com eles sem recorrer a forca. Ah, posso me lembrar com clareza cada palavra de Deys, nossa dança, nossos beijos….

Ela era uma boa mulher. Sinto saudades dela.

Um dia vou pagar uma visita ao plano dimensional de Arthur, talvez eu a encontre lá. Sem mencionar que preciso descobrir por qual motivo ele levou Juno.

Afastei aqueles pensamentos e deixei a cama, andando até o guarda-roupas. Escolhi uma muda de roupa e comecei a me vestir.

―Apesar de ser herdeiro da Casa Marwe, naquela época não me envolvia com a nobreza de Argus. Achava tudo entendiante e uma grande perca de tempo. Contudo, em Aayós, como Duque de Alba precisava frequentar alguns bailes e acabei por me acostumar. Sim. Admito que mudei, Lhachar. Mas, apesar de você não admitir, ama os vestidinhos, os bolos de limão e o bailes.

Ela não respondeu. Ficou me olhando carrancuda, mas não negou minhas palavras. Minutos depois suspirou em resignação e deixou a cama. Espreguiçou seu belo corpo nu sob os raios de luz dourado que invadia o quarto.

Era a visão do corpo de uma deusa fogosa.

A visão da encarnação da deusa do amor.

Com passos graciosos andou até mim e me envolveu com um abraço caloroso.

Ela sussurrou docemente em meu ouvido:

―Lyam.

―Sim, Lhachar?

―Você me ama?

―Com todo meu coração.

―Diga mais, Lyam. Me diga como você me ama com todo seu coração. Me diga se sofreria, caso um dia desaparecesse misteriosamente. Você, choraria por mim?

Me virei e olhei em seus olhos. Minhas mãos envolveu sua graciosa cintura e a puxou para mais perto. Nossos lábios ficaram poucos centímetros de distância um do outro, e meu sentidos foram embriagados por seu doce arome natural.

―Lhachar, eu te amo, amo tanto que chegou até o nível que a própria palavra “amor” é inadequado para descrever o que sinto.

―Se eu desaparecer?

―Não choraria por você―ela arregalou os olhos surpresa.―Nem sofreria ―seus olhos se tornou lacrimejados. Tentou se afastar, continuei segurando-a. ―Ao invés de me lamentar, sofrer ou chorar. Calçaria minhas melhores botas e roupas, montaria Álfar, e viajaria até os confins da terra. Atravessaria fogo e gelo até te encontrar e leva-la de volta para casa.

Seus olhos brilharam e com um doce sorriso perguntou:

―Se eu não quiser retornar, o que você faria?

Com um movimento rápido, a peguei no colo a carregando como uma princesa de volta para a cama.

―Eu te convenceria a voltar.

―Como? ―perguntou ela sorrindo maliciosamente.

A deitei na cama e fiquei por cima, sussurrei em seu ouvido:

―Dessa forma.

Eu a beijei e retirei minhas roupas. Sem palavras desnecessárias, mostrei como convenceria a voltar. Mostrei com meus beijos. Com minhas mãos traçando caminho por cada curva de seu corpo esguio. Penetrando-a, enquanto ela apertava meu quadril com suas pernas delgadas.

Mostrei com todo meu coração, corpo e alma.

Se me perguntarem o que é o amor, eu teria mil palavras para descreve-lo. Contudo, no final não passaria de palavras. Pois o amor, o amor de verdade, não pode ser explicado por palavras. O verdadeiro amor está contido em atos simples, ações, gestos e caricias. Está contido na hora que entrelaçamos nossos corpos, nos unindo como um só.

Ela me amava, com todo seu coração, corpo e alma.

Eu sabia pela sua ações, gestos e caricias. Sabia que me amava por sua reação cada vez que que a beijava. Por cada vez que se curvava para trás enquanto minhas mãos acariciavam seus seios. Por seu rosto cheio de júbilo, sempre que fazemos amor.

Eu não era nenhum sábio. Muito menos dono da verdade. Talves o que seja amor para mim, não seja o mesmo para outra pessoa.

No entanto, quem se importa?

Nos amávamos. De nosso modo. Com nossos corpos.

Passamos a manhã toda juntos e depois descemos para o almoço.

O meu longo dia estava apenas começando.

 

 

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Descemos para a sala de refeição principal da mansão.

Na grande mesa de jantar um verdadeiro banquete estava sendo servido pelos empregados. Todas garotas e meus filhos – criados geneticamente -, estavam presentes, almoçando, conversando animadamente.

Mia, Sofie, Ania e minha filha Héstia e Pandora estavam lindas. Sempre estão lindas. Ah, pode existir melhor cena do que ver belas mulheres se dando bem?

―Bom dia, Lyam!―cumprimentou Mia com um belo sorriso.

―Bom dia garoto ―cumprimentou Sofie enrolando os lábios em um sorriso que não era sorriso. ―Metade da capital deve ter ouvido vocês dois fornicando.

―Qual é o problema? ― disse Lhachar ao agarrar meu braço e sorrir maliciosamente.―Sou a esposa dele, sua nanica.

―Quem você chamou de nanica?!

―Existe nessa sala outra mulher adulta com meno de 1, 60 cm de altura?―zombou.―Pelo que vejo não, então minha querida, sim. É você quem estou chamando de nanica.

―Você, você….

O ar em volta de Sofie começou a tremeluzir e atrás de suas costas asas feéricas ilusórias, como asas de uma libélula, começou a materializar. Seus olhos âmbar se tornou escuro igual a um abismo sem fim.

Sofie estava com uma aparência realmente assustadora.

Na verdade todas elas ficavam assustadoras quando estavam com raiva. Principalmente Mia e Ania, após sua evolução, quando estavam com raivas exalavam uma fúria primordial que faz com que todos pelos do meu braços se arrepiar.

Mia levantou-se, e com ela, subiu uma aura feroz que submergia todos ao seu redor.

―Vocês duas chega!―gritou Mia.―Sem brigas dentro da jala de jantar!

Sofie empinou o nariz e com um “hum” indiferente, voltou a comer tranquilamente. Lhachar apenas sorriu e não falou nada.

Naquela altura muitos empregados estavam desmaiados, babando uma espuma branca.

Mia que se tornou uma「Besta Divina Asura」,havia se tornado a mais forte entre elas. Mais forte em questão de nível de poder. Em uma batalha real, Lhachar com sua experiência, provavelmente venceria. Digo “provavelmente”, por que nem eu consigo calcular com exatidão o poder total das garotas.

Essas garotas se tornaram existências que pode colocar abaixo Deuses Falsos com um único movimento.

Sentamos em nossos lugares, como sou o chefe da família Einloflt, me sentei na ponta da longa mesa. Enquanto as outras garotas estavam sentadas nas laterais.

De lá podia observar todas garotas. Héstia, minha filha -geneticamente criada com meus genes e com de Ania -, comia aos pouquinhos, como um passarinho, enquanto Ania falava gentilmente com ela. Lhachar e Sofie provocavam uma a outra. Pandora e Júpiter brigavam. Mia, como eu, observava todos com um sorriso alegre.

―Nos tornamos uma família ―disse ela para mim.―É um sentimento caloroso, gostaria que esses momentos pudessem durar para sempre.

―Eu também.

―Mentiroso ―disse ela com um sorriso divertido.―Você odeia rotinas. Odeia a paz.

―A paz é tediosa ―respondi. ―Então sim, Mia, eu odeio a paz.

―Mesmo esses momentos de paz?

―Esse tipo de paz, não odeio. Pelo contrário, eu amo.

Sendo sincero eu não odiava a paz. Minhas melhores lembranças eram dos dias de paz em minha infância. Treinando, vivendo tranquilamente no castelo da cidadela Toh-ku, com minha família, com Arian…

Agora que paro para pensar, a partir do momento que sai pela primeira vez da cidadela Toh-ku, foi o momento que a paz havia terminado. E os dias de aventuras havia começado: registrando na aliança dos aventureiros; conhecendo Lhachar; enfrentando a pantera dragão do gelo; explorando a caverna da floresta dos sonhos; lutando contra os golem mímicos; depois salvando Anna do minotauro dragão; causando na prova para tirar licença de um mago na Associação Mágica; destruindo todo espaço dimensional com uma super magia…..

Foram tantas aventuras, tantos momentos….Tudo em um período de tempo tão curto.

Naquele momento um sorriso involuntário surgiu em meu rosto. Sempre sorria ao me lembrar daquela época.

―Faz um mês que estamos em Cysgod ―disse Mia, pensativa.―Mas, parece que estamos aqui a tanto tempo….Lyam, você predente voltar quando para Aayós?

―Eis, uma boa pergunta, Mia ―eu disse-lhe.―Pergunta qual eu não sei responder. Tenho muito o que fazer em Argus. Muito trabalho. Atualmente o reino vive com a tensão de uma possível guerra contra o Império Demoníaco. Guerra que irá transformar o florescente Reino de Argus em ruínas. Até resolver esse problema terei que manter meu foco em Argus, e deixar o retorno para Aayós para o futuro.

―Com seu poder―falou momento depois. ―Com o poder de um Chaos Ruler, e nosso poderes, podemos resolver esse problema em um estalar de dedos

Balancei a cabeça negativamente.

―Não é tão simples. Não acredito que o Império mais antigo do continente leste, seja tão fácil de lidar. Apesar de tudo eles são descendentes de Demônios Ancestrais. Não seria uma surpresa eles ter algum artefato demoníaco ou, provavelmente, tenham um Diabo Imortal como patrono de sua raça. Para lidar com eles o melhor método é agir com cautela.

Mia assentiu positivamente.

Quando me tornei um Chaos Ruler ganhei conhecimento das respectiva raças de Imortais usados na evolução. Das raças Imortais Infernais, Diabos, eram um dos mais poderosos e temidos em todo universo. Eram seres cruéis, malignos, que ganham seu poder ao corromper mundos.

Verdadeiros representantes do mal no Universo.

Nunca acreditei nas forças da Ordem e do Caos. Nem no Verdadeiro Mal ou no Verdadeiro bem. Para mim as coisas eram como eram, sem nem mais, nem menos.

Eu estava errado. Muito errado.

Na minha ascensão para o Chaos Ruler, descobri que as vinte e seis dimensões conhecidas. Não era nada mais do que um dos vários planos mortais do universo. E que acima do plano mortal havia o plano superior, Plano Divino, lar de todos Deuses conhecidos.

Além do Plano Divino havia inúmeros mundos inferiores, Planos Infernais. E o mundo das trevas eternas, aonde o Verdadeiro Mal reside aprisionado pelo Criador, chamado de Grande Abismo.

Planos Astrais, Planos Celestiais, Plano Dragônicos, Planos do Submundo….

Na vastidão do universo, aonde uma guerra entre as forças da Ordem e do Caos acontecia, Argus era nada mais do que um grão de areia.

Com aqueles pensamentos profundo terminei o almoço e deixei a mansão indo até uma de minhas oficinas para Forjar uma arma para meus filhos.

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