Lyam Doente?

 

1 Parte

 

Na minha frente está 30 alunos, roupas esfarrapadas, fuligem por seus rostos e alguns emitido um odor peculiar. Parecem que acabaram de sobreviver a uma guerra.

Se vocês perguntar o que aconteceu com eles, a resposta é simples.

Acabaram de ter sua primeira lição e a mais importante de todas.

“Vejo que todos aguentaram os 10 minutos, bom não estou surpreso, eu peguei leve com vocês.” Eu sorri para ele e com um gesto liberei minha energia divina os curando com magia divina [Cura milagrosa] do livro rei divino do sol.

Curei todos menos uma garota demônio chamada Charlotte, parece que a energia divina e como veneno para os demônios. Devo dizer que os demônios nesse mundo são belos, apesar de não terem chifres. Uma coisa que anda me incomodando e seu vestido gótico, tenho certeza absoluta que é idêntico ao do meu mundo.

Depois vou de que interrogar essa garota sobre a as origens desse vestido gótico!

A academia não está sendo tão ruim quando eu pensei, na verdade está sendo divertido. Além do fato que conheci uma bela mulher meia elfa, ah, só de pensar nela me faz suspirar de paixão.

É isso que chamam de amor a primeira vista?

Bom, voltando a história.

Depois que os curei fazendo os parecer menos miseráveis eu falei:

“Antes de passar por essa experiencia, acredito que todos vocês acreditavam ser gênios de sua época, orgulhosos de suas magias, mas eu digo: vocês não são nada, menos ainda do que uma simples besta mágica que pode ser derrotado em 1 segundo!” Lancei meu olhar para todos alunos que com os rostos vermelhos abaixaram suas cabeças.

Menos um aluno, Charlotte.

Venho sentido seu olhar intenso desde que eu fiz meu discurso, talvez ela se apaixonou por mim?

Se esse for o caso é um sério problema, como instrutor não posso ter uma relação amorosa com uma aluna!

….Apesar que se ela for um pouco insistente……

Depois vou ter uma conversa séria com ela e fazer desistir de qualquer sentimento amoroso.

Continuei com minha lição:

“Qual é o sentimento de descobrir que são menos que nada? Que a força qual se orgulhavam mal permite vocês sobreviverem á uma besta mágica?” Eu perguntei e ninguém respondeu. “Agora eu pergunto, o que vocês vão fazer? Se lamentarão por sua fraqueza? Ou trabalharam duro para se tornarem fortes?”

“É quem é você para nos dizer que somos nada? Quem te deu o direito de nos chamar de fraco?!” Perguntou a garota demônio chamada Charlotte.

Em seus olhos queimavam uma forte vontade, uma vontade indomável.

“Quem me deu o direto?” Eu zombei e ao mesmo tempo conjurei uma lança carmesim e com um simples gesto eu lancei na parte distante da arena.

*BOOOMMMM*

A lança atingiu o solo, explodindo, laçando detritos para todos os lados enquanto uma fumaça escura subia aos céus. Chamas que continuaram queimar, tornando a arena um lugar extremamente quente.

“Esse é o meu direito: poder!” Eu sorri e perguntei: “Pode você fazer isso?”

Ela não respondeu.

“Não, não pode, então que direito você tem de me repreender?”

Ela cerrou suas mãos, mas não respondeu.

“Fraca, mas corajosa e determinada!” Eu sorri para ela e voltei minha atenção para os alunos que tremiam como coelhos assustados. “Todos nós nascemos fraco, sem poder, porém não admito pessoas fracas ao meu redor, não na minha classe. Nesse cinco anos irei transformar vocês de corpo e alma nos magos mais poderosos que uma vez apareceu nessa academia! Hoje você perceberam sua ignorância e ao mesmo tempo se tornaram mais fortes! Agora vamos para a sala de aula!”

Saímos da arena e fomos para a sala qual eu vou os ensinar por cinco anos.

A sala de aula é espaçoso e minha mesa uma escrivaninha luxosa. Ao invés de sala de aula, parece um escritório. Dentro da sala fiz aparecer 30 uniformes especial feitos com os melhores materiais fornecidos pela academia mágica real.

Para os garotos; uniformes iguais aos blazer do meu mundo anterior; bordados requintados; luvas negras mágicas; no peito o símbolo do sol cruzado por dois raios – marca que vai representar a classe olimpo.

Para as garotas; uma jaqueta com o simbolo do sol cruzado por dois raios; vestido de couro vermelho; um par de botas; e luvas de seda.

“Esse uniforme é uma criação especial minha para todos os alunos da classe olimpo. Sua defesa é melhor do que uma armadura mágica, aumenta sua agilidade, força, magia, regeneração, entre outros efeitos.” Eu expliquei outros detalhes técnicos e entreguei os uniformes para todos alunos.

Todos eles foram escolhidos pela diretora Engelil por seu potencial. O grupo é dividido entre 15 garotos e 15 garotas, com idades e raças variadas. Um grupo bem diversificado e equilibrado.

Depois de entregar os uniformes cada um foi para uma sala diferente e se trocaram, pensei em dar uma espiada nas garotas. Não por motivos pervetidos, mas para apenas verificar se seus corpos são saúdaveis!

Quando retornaram para sala, pareciam pessoas diferentes.

Principalmente a garota demônio, o uniforme combinou perfeitamente com seu corpo esbelto, se adaptando as suas asas e a cauda negra. Confesso que estou controlando a vontade de tocar em sua cauda.

Eles estavam alegres, sorrindo de ponta a ponta por estar usando uma vestimenta mágica.

Menos a garota demônio, na verdade ela parecia irritada.

Por que será?

Talvez ela queira minha atenção?

Por hora vou ignorar esse assunto.

Com todos vestindo seus uniformes eu entreguei papeis para eles ler e assinar os documentos.

Muitas caras confusas surgiu, então eu expliquei:

“Essa classe foi criada com o propósito de formar um esquadrão mágico especial. Esses cincos anos será o treinamento e quando os cincos anos acabar vão fazer parte do esquadrão especial regido por mim. Saiba que uma vez assinado esses papéis não haverá mais volta, não vão poder retornar para seus clãs ou casas e tudo que fizemos será mantido em segredo. Caso uma dessas condições sejam quebrada, pagaram com suas vidas!”

Expliquei outros detalhes sem revelar nada comprometedor e dei alguns minutos para decidirem.

Conversando com a rainha sugeri a criação de uma força especial. Uma força especial criada para lidar com situações especiais, além de desenvolver artefatos mágicos, agentes para coletas de informações, um pouco de tudo.

Tipo Black Ops.

Uma força especial que pode lidar com qualquer evento inesperado. A rainha gostou da ideia e o que seria para ensinar alguns alunos se tornou todo um projeto complexo. A diretora também está ciente desse projeto, além de me auxiliar em algumas coisas que não compreendo.

Felizmente por causa do projeto da criação das forças especiais vou ter que passar boa parte do meu tempo com a diretora além de poder mergulhar nos projetos deixados por Aurorus.

Serei bastante ocupado no futuro e mal posso controlar esse sentimento de euforia por ser responsável pela criação de uma força especial.

Depois de vários minutos, assinaram os papéis e de 30 alunos apenas metade permaneceu. Não foi um problema, isso já foi previsto pela diretora, com o tempo iremos recrutar mais alunos para esse projeto. Por enquanto esses quinze serão os alicerces de uma nova era que está por fim.

Não seria demais ter uma Era com seu nome, tipo: Era Lyam ano xxxx!

Deixando meus devaneios de lado, para minha surpresa ou talvez não, a garota demônio permaneceu.

Não imaginava que seu amor fosse tão grande por mim!

Olhei para todos alunos a minha frente e falei:

“Agora formalmente vocês são da classe olimpo, alicerces de uma nova força do reino. Em cinco anos serão uma força a ser temida, protegeremos o reino de ameaças internas e externas, seremos os guardiões de Argus!”

É….Poderei testar minhas criações em vocês mufuufufu!

Obviamente eu não falei nada, apenas rindo secretamente.

Naquele dia as sementes de uma nova força foram plantadas.

2 Parte

Após o termino das aulas levei os quinze alunos para a sede da classe olimpo. Uma mansão dentro da academia mágica dada para ser a base provisoria da força especial – por enquanto sem nome.

A mansão é enorme, contento dezenas de quartos e abaixo da mansão um espaço secreto criado para testamos minhas criações. Deixei todos em suas respectivos quartos e caminhei alegremente para o prédio de administração.

Subi as escadas do prédio de administração da academia e com uma leve batida na porta.

“Quem é?” Perguntou uma doce voz.

“Sou eu, Lyam.” Eu respondi.

“Por favor, entre!” Ela respondeu um pouco desajeitada.

Abri a porta revelando uma bela meia elfa. Seus cabelos loiros não cumpriam totalmente as pontudas orelhas élficas de Engelil. Olhos verdes enquadrados por longos cílios dourados, rosto de belos traços e lábios vermelhos como uma doce flor.

O que mais chamava atenção nela além de sua beleza estonteante era suas duas protuberância em seu peito, iguais ou se não maiores do que Llachar.

Gradualmente um sorriso gentil foi se formando em seus belos lábios o que foi mesmo que ver uma flor desabrochar.

Case comigo, eu iria gritar.

“Ora, você veio bem rápido, como foi a classe?” Perguntou ela enquanto apoiava seus cotovelos em sua mesa, revelando parte daqueles excepcionais par de seios.

“Foi bem, dos 30 alunos a metade ficou, fora que alguns alunos possuem habilidades mágicas interessantes.” Eu respondi enquanto tentava espiar dentro do corte em “V” de sua túnica.

“Foi como o esperado, com o tempo vamos recrutar outros alunos……..Ora, para onde você está olhando?!” Perguntou ela ajeitando sua postura, escondendo o que não devia ser escondido.

“Eu estava olhando para uma obra de arte divina.” Eu respondi com seriedade.

“Obra divina?” Perguntou ela confusa.

“Sim, todo um belo conjunto simétrico que enche meus olhos de veneração!” Eu lancei um olhar para seu seios.

Ela acompanhou meu olhar e soltou uma risada baixa e falou:

“Seu bobo, não é muito cedo para estar flertando comigo?” Perguntou ela com um sorrio gentil.

Eu balancei a cabeça e respondi:

“Idade é algo irrelevante para mim, eu não seria um homem se não louva-se sua beleza transcendental, sua graciosa forma e esse conjunto divino de perfeição!”

Bem acabei exagerando um pouco.

“Eu vivi por 120 anos, vi muitas coisas, ouvi muitos galanteios, mas nunca alguém tão hábil na magia, nas palavras, na criação de artefatos mágicos. Você pode ter tudo o que quiser, jovens garotas bonitas vão pular aos seus braços se você pedir.” Ela falou gentilmente em tom melódico, voz que parecia entrar em minha mente e dançar.

“Poderei ter você?” Eu perguntei.

“Você já não tem aquela bela garota chamada Arian, Llachar, talvez aquela garota de armadura verde, não é você rodeado por pelas garotas? Você já não é amado demais, ou é um demônio da luxúria qual quer se deitar com todas mulheres do mundo?” Ela falou com um semblante sério.

“Sim, eu tenho Arian e a respeito e amo do fundo do meu coração. Llachar é apenas uma amiga que adora me provocar e em resposta eu a provoco também, nada além…..Eu acho. Anna é uma garotinha ainda e também amiga que me serve, no futuro talvez nos tornamos amantes. Talvez você tenha razão e eu seja amado demais, mas o amor e uma coisa engraçada qual não podemos controlar. Desde que a te vi senti meu coração ser movido por esse belo sorriso e esses olhos verdes que parecem conter toda bondade do mundo.”

A única vez que beijei Llachar foi quando eu estava quase morrendo, depois daquilo ela me provocou algumas vezes e eu também, mas nenhum desenvolvimento no sentindo sexual. Talvez eu deva dar mais atenção para Llachar e carinho, fora que ela disse ser minha amante naquele dia, devo fazer uma investida?

Sinto que ultimamente tenho me tornado um tipico protagonista japonês de anime , estou ficando com medo de mim mesmo!

Hoje a noite devo pedi para Llachar curar essa doença!

Sem menos perceber comecei com meus devaneios.

Voltando para a realidade, o que falei sobre gostar de Engelil é verdade. Pode ser mais desejo do que realmente gostar, mas há uma tênue linha que separa desejo e amor.

Engelil ficou em silêncio e depois de alguns segundos ela respondeu:

“Você realmente sabe como mexer com o coração de uma mulher, mas não muda a diferença de nossas idades, além que você está confundido amor com desejo.”

“Não é o desejo uma forma pura de amor?” Eu retruquei.

“Bem…Isso….É verdade…Mas…” Ela não conseguiu responder.

“Você realmente não sente um minimo desejo em relação a mim?”

“Sim, mas não é certo!” Ela protestou.

“O que é certo? O que é errado? Quem define isso? Se saberes me diga, pois eu irei mudar todos os conceitos do mundo para você ficar comigo!” Eu disse aquelas palavras vergonhosas.

Uau, até meu coração palpitou agora!

Seus olhos se arregalaram e suas belas orelhas élficas vermelhas.

Eu me andei até sua direção até ficar cara a cara com aquela bela mulher. Aproximei lentamente meus lábios até aqueles graciosos lábios vermelhos. Suas orelhas élficas se tornaram mais vermelhas e vibravam e gradualmente fechou seus olhos e moveu sua cabeça em minha direção.

É…….

*Toc!* *Toc!* *Toc!*

Alguém bateu na porta.

Engelil abriu seus olhos como se tivesse acabado de desperdar de um sonho e me empurrou para longe.

“Quem é ?” perguntou ela desajeitada.

“Sou eu diretora, preciso de sua assinatura para alguns documentos…” A pessoa do outro lado começou a falar sobre ele ter que assinar alguns papéis.

Ela recuperou sua face calma e permitiu a entrada do funcionário. Encerrei meus assuntos com a diretora, voltei chorando para casa.

A vida é cruel.

Uma hora a vida entrega o doce em suas mãos, na outra retira o doce!

A vida zomba de mim!

3 Parte

Na mansão.

Apresentei Llachar e Anna para os quinze alunos.

Tivemos um delicioso jantar e uma boa conversa sobre magia e outros assuntos da vida diária. Gostei bastante desse grupo, humildes, divertidos e um pouco loucos. Suas histórias são divertidas, um jantar divertido, regado por risos.

Um ótimo clima.

Apesar que a garota demônio não parecia muito feliz, será que ela está triste por eu não estar conversando com ela?

Ignorei mais uma vez esse assunto.

Não por muito tempo.

“Tome isso!”A garota demônio me entregou uma carta.

Céus, será que é uma carta declarando seu amor?

“Charlotte eu aprecio seus sentimentos, mas não é certo um instrutor se relacionar com sua aluna! Espero que entenda!” Eu recusei sua declaração.

Ela fez uma cara estranha que gradualmente se tornou vermelha.

“Bastardo, não é isso, você está confundido as coisas!” Ela gritou e se virou correndo para seu quarto.

Espero não ter ferido seus sentimentos….

Quando estava me dirigindo para meu quarto notei a carta que ela estava tentando me entregar no chão. Eu peguei a carta e por curiosidade a li, encontrado um monte de nome de comida.

“Humm….Esse tipo de poema e bem abstrato, será que está na moda se declarar dessa forma?” Me perguntei surpreso e naquele instante a garota demônio voltou aparecer com o rosto vermelho. “Sabe o poema é um pouco estranho, mas aprecio seu sentimento.”

Seus olhos lagrimejaram e ela correu enquanto gritava:

“Não é isso, não gosto de você! Eu te odeio!” Gritou ela até sumir de vista.

Uma vez li que entre o amor é ódio existe uma tênue linha que os separa.

Então que dizer que agora ela me odeia após eu recusar sua declaração?

As vezes a vida é complicada.

Voltei para meu quarto, mas não consegui dormir. Minha grave DDPJ (Doença do Protagonista japonês) estava tirando meu sono.

Me levantei e andei até o quarto de Llachar.

Bati levemente em sua porta para não chamar atenção de ninguém.

Não demorou muito e Llachar abriu a porta enquanto preparava para me acertar com sua espada.

“Lyam?!” Ela franziu a testa e guardou sua espada. “Me desculpe pensei que poderia ser algum assassino!”

Bem, não acredito que um assassino bateria na porta, mas vamos ignorar.

“Algum problema?” Perguntou ela.

“Na verdade, eu quero te contar sobre um assunto sério!” Falei com um meio sorriso. “Podemos conversar dentro do seu quarto?”

Ela assentiu e eu entrei dentro do seu quarto.

Llachar vestia um curto vestido de dormir que revelava várias partes do seu corpo. Só de olhar para ela senti minha DDPJ estava lentamente sendo curada.

Fiz a decisão certa em procurar Llachar!

Eu me sentei em sua cama enquanto quase babava olhando suas belas coxas.

“Então o que aconteceu? É algo muito sério?” Perguntou ela com um rosto preocupado.

Fiz uma cara triste e falei:

“Llachar, eu….Eu…Eu estou doente!” Eu quase chorei ao falar aquelas palavras.

Sua expressão mudou radicalmente e pude ver medo em seus olhos.

“É muito sério? Que doença é, talvez eu possa fazer algo por você!”

“Essa doença é muito grave, se chama DDPJ, temo que se eu não for curado…Eu…Talvez….Não consigo dizer essas palavras é muito assustador!” Uma lágrima rolou no canto do meu olho.

Llachar colocou as mãos em meus ombros e perguntou aflita:

“Nunca ouvir falar nessa doença, mas não existe algo que podemos fazer?!”

Eu funguei um pouco e falei com a voz um pouco chorosa:

“DDPJ é uma doença rara, não tão rara em um certo reino, mas felizmente há um modo de me salvar, a cura é….” Eu cochichei a cura em seus ouvidos e completei: “É a única cura, o único modo de me salvar!”

“……Meu corpo?!”

Llachar ficou parada por um segundo até um estranho brilho aparecer em seus olhos e um sorriso muito, muito, muito malicioso surgiu em seu rosto.

“Pode deixar comigo, vou curar você completamente com meu corpo!!!” Ela gritou enquanto retirou sua roupa ficando completamente nua.

O ambiente era um pouco escuro, mas eu podia ver cada contorno sexual de seu corpo.

Mas por algum motivo não gostei do sorriso de Llachar, um sorriso bem estranho.

“Sabe Llachar, sinto que me recuperei….” Llachar me empurrou para cama e selou meus lábios com os seus, em um quente beijo.

“Não fale, doente ou não, hoje a noite você é meu!” Ela lambeu meus lábios e voltou a me beijar, chupando minha língua, fazendo eu perder meus sentidos. Ela retirou minha roupa tão rápido que pensei não estar usando nenhuma desde o começo.

Ela montou em cima de mim enquanto seus olhos brilhavam loucamente com as chamas do desejo.

Eu pedi ajuda para a pessoa errada, ou a certa?

É como dizem um dia é do caçador outro da caça, nessa noite eu era a caça.

Llachar foi intensa, uma mulher quente e fogosa que as chamas não se apagavam, selvagem, uma deusa do amor.

Minha doença foi erradicada….

….É no dia seguinte não houve aula.

Comentários