Kuork

Apenas Tradutores Errantes

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Relatório de Guerra e Reencontrado um velho amigo!

 

 

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O reino estava uma bagunça devido ao ataque súbito do Império Demoníaco. As ruas eram movimentadas com a inda e vinda de tropas para o fronte leste para impedir o contínuo avanço da horda do Império Demoníaco.

Os céus também eram agitados com as naves mágicas de cargas transportando recursos de outras áreas para a capital real. Daqui era distribuído entre as novas tropas e mandados para o fronte leste.

De certa forma era uma visão espetacular ver centenas de naves cruzar o céu sobre a cidade. Essa era uma verdade ainda maior para o povo refugiado de outras cidades, pessoas que talvez nunca viram tão de perto um navio mágico.

O motivo era porque os navios mágicos eram muito caros. Grandes reinos compravam até uma pequena frota para usos militares. Já os grandes comerciantes alugavam os navios mágicos do Reino Mágico Mageia – local aonde fica a matriz da Associação Mágica -, além de fornecer outros produtos e armamentos mágicos.

O aluguel não era muito caro, permitindo que até médios comerciantes, ou até companhias comerciais – formados por vários pequenos comerciantes -, possam alugar um navio mágico para transportar suas cargas. Dessa forma a rota comercial foi expandida de forma segura, evitando os perigos de transportar suas cargas via terrestre.

Graças aos contratos de locação o Reino Mágico Mageia enriqueceu seus cofres. Permitindo financiamento em larga escala de outras invenções fornecidas pela Rainha do Ocidente, minha bela e deslumbrante, Arian.

Obviamente quanto mais Mageia ganhava com os contratos de locação, mais os cofres de Arian eram enriquecidos. Ambos adquiriram uma grande fortuna e influência sobre os reinos do continente leste.

A era atual se beneficia de meus antigos projetos deixados para trás. Me pergunto qual impacto teria no mundo, um único projeto atual criado por mim?

Obviamente mudaria completamente o mundo novamente.

Contudo não tenho intenção de mudar o mundo radicalmente outra vez. Não tão rápido. Ao longo do tempo, depois de revelar minha verdadeira identidade ao mundo, irei introduzir novas tecnologias, mudando o mundo gradualmente com um passo de cada vez.

Os primeiros passos de um plano muito maior, mas essa é uma história para outro momento.

Com a incursão repentina do império demoníaco, 70% da Ordem dos Argonautas junto com 50% do exército do reino marcharam – boa parte em navios mágicos – para o fronte leste, numa tentativa de parar a invasão brutal do império demoníaco.

Esse ato, na minha opinião, era o mesmo que tentar bloquear as ondas do mar com uma pedrinha.

A rainha era uma mulher astuta. Sabia muito bem que mesmo com todo exército de Argus não seria o suficiente para vencer a horda de 300.000 mil do império. Provavelmente ela planejava sacrificar metade do exército e 70% da Ordem para ganhar tempo.

O restante da Ordem permaneceu em Cysgod para ser a última linha de defesa. E a outra metade do exército foi estacionada na fronteira norte e oeste para desencorajar qualquer tentativa de invasão de outros reinos.

Sim, minha falsa rainha loli era uma mulher muito astuta.

E em poucos dias eu teria que enfrentar essa mulher astuta em um combate one-on-one. Minha única vantagem era que Ellena não pode manifestar todo seu poder como uma Arquidragonesa Real do Vazio. Da mesma forma que eu não posso manifestar todo poder de um Chaos Ruler no plano mortal. No máximo vamos lutar com o poder equivalente de um quase Deus Verdadeiro. Mas, por sua vasta experiência, Ellena tem uma grande vantagem no combate sobre mim.

Um duelo em que eu tenho 5% de chances de vencer.

Mas eu sabia que eu venceria. Não porque eu vou despertar o poder do cosmo dentro de mim como os cavaleiros do zodíaco. Nem ficaria forte do nada por simplesmente acreditar no poder da amizade como em muitos animes.

Eu sabia que venceria, porque eu deseja Ellena. Acreditava no poder do meu coração, para ser mais exato, acreditava no poder do meu libido onipotente. Sim, com o poder da ganância e do libido, vou superar o poder dos cosmo e da amizade, derrotando a falsa rainha loli.

Só te pensar em Ellena na sua forma adulta, em meus braços, começava a babar fufufufufu.

Enquanto mundo estava sendo consumido pelas chamas da guerra, tudo que eu conseguia pensar era no maravilhoso corpo voluptuoso da Rainha de Argus.

Esse era o meu jeito Lyam de ser!

……Devo admitir que essa é uma péssima frase de efeito…

 

 

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Era Santa ano 567, Mês 2 (Verão), Dia 25. Localização: Reino Argus, Área Comercial, Armazém 55.

 

 

 

Vagões completamente carregados de minérios e outras matérias primas estavam estacionados de frente ao portão de um grande armazém que pertence a mim. Toda área ao redor era fortemente protegida por cinco mobile armor e uma divisão de soldados fortemente armados que constantemente fazem rondas.

Atualmente eu estava do lado de fora do armazém 55 ao lado do meu filho idiota que me olhava como se tentasse decifrar os segredos das pirâmides. Na terra quando assistia reportagens sobre os mistérios das pirâmides, sempre me perguntava:e dai se foi os alienígenas que construíram as pirâmides?

Se foram alienígenas, espers de atlantis, gigantes ou magos do passado, não importa. Eram só ruínas agora, e descobrir quem foi o filha da mãe que as construiu não faria a menor diferença – pelo menos para mim.

Vejo que desviei um pouco do tópico tehehe.

Eos estava escaneando os vagões, conferindo seu conteúdo e liberando-os para serem puxados por trabalhadores musculosos para dentro do armazém. Entre esses trabalhadores grande parte era das periferias do lado de fora das muralhas. Minha maneira discreta de ajudar os necessitados e dar um sentido para suas vidas.

Sinceramente, eu era um deus muito benevolente, não é?

Toda manhã era agitado daquela maneira com os trabalhadores braçais levando os materiais dos vagões para dentro do armazém. Materiais essencial para a construção de novas armas que eu havia projetado para meu exército particular.

Esse armazém na verdade era um de muitos que eu tenho na capital real. Por fora pareciam simples armazém, mas seu espaço interior havia sido alterado e expandido por magia espacial, transformados em fábricas industriais.

Eu estava pessoalmente no armazém 55 porque ele é um pouco especial. Dentro do Armazém 55 não estava só sendo criado armas. Eu estava criando uma nova forma de vida também. Minha própria raça, criado a minha imagem e semelhança. Minha raça de conquistadores.

Aposto que alguns devem estar pensando que eu estou criando um exército de mahou shoujo para enfrentar a horda demoníaca, certo? Admito que a ideia de criar um exército de lolis mágicas passou por minha cabeça por um instante, mas acabei desistindo por ficar estranho uma raça de conquistadores ser um bando de garotinhas com vestidinhos rosados com cajados em forma de coração.

De toda forma, minha raça de conquistadores não era um bando de lolis mágicas e nem espers como Juno e seus irmãos. Minha raça de conquistadores eram sublimes tanto na aparência e em suas habilidades de guerra.

A primeira geração já havia amadurecido e estava pronto para combate, enquanto as demais gerações estavam em processo de amadurecimento. Se tudo ocorrer como planejado em até dois meses terei um exército de dez mil seres da raça de conquistadores.

Pode parecer um número pequeno quanto comparado com a horda de 300.000 do Império Demoníaco, mas, com seus equipamentos e habilidades transcendentais, serão mais do que suficiente para lidar com a horda do Império Demoníaco.

Por hora manterei suas aparências em segredo para terem uma surpresa.

―Os preparativos para convocar nossos convidados estão próximos, minha amada coelha?

Agarrada ao meu braço esquerdo, estava a formosa e bela Ania. Diferente de suas vestes habituais, ela estava vestido um kimono tradicional japonês puro preto, como o céu noturno estrelado, bordado com cabeças de coelhos demoníaco. Sua cintura era enfeitada por uma faixa de seda vermelha. Seu cabelo liso estava solto caia até suas costas.

Após tornar-se uma Senhora Demônio das Sombras, os olhos de Ania se tornaram puro vermelho e os pelo de sua orelha se tornaram puro preto. Sua pele havia se tornado pálida como mármore polido. Sua força e agilidade estava em um reino além do que qualquer pessoa poderia sonhar em alcançar. Fora essas mudanças, Ania, continuava sendo a mesma bela e gentil coelha que conheci em Aayós.

Ania particularmente não gostava de sua atual aparência. Na maioria do tempo usava magia de ilusão das sombras para parecer com sua forma antiga.

Eu havia dito inúmeras vezes que ela ficava muito melhor na aparência atual, mas mesmo assim ela prefere sua aparência simples. Ania era uma mulher modesta que não gostava de chamar atenção de forma desnecessária. Por essa razão, acredito eu, ela preferia ter uma aparência simples.

Ela era tudo o que eu não era. Se fosse colocar de uma forma mais clara, eu era como um sol ardente no céu azul. Enquanto Ania era uma silenciosa e discreta lua no céu noturno, com sua luz pálida, brilhando timidamente.

Eu amava Ania pelo seu modo de ser……E claro por seus dois grandes e amplos seios generosos.

Uma coelha gentil com um corpo voluptuoso de primeira.

Arius lançou alguns olhares de reprovação, mas eu como um bom pai fingi não notar nada.

De todos meus filhos ele era o mais inteligente e uma pessoa séria. Por ser uma pessoa séria ele não aceitava que eu me relacionasse com outras mulheres, enquanto eu tinha sua mãe.

Falando sobre Arian.

Felizmente, superando todas minhas expectativas, Arian aceitou muito bem as outras garotas – apesar que durante o jantar ela lança olhares cheios de uma sede de sangue para todas garotas presentes.

Em pouco tempo era marcou seu território e deixou claro quem era a primeira esposa na hierarquia discutida entre elas.

Eu, como um bom marido, fiquei calado e não interferir na discussão entre as garotas. Houve algumas brigas que terminaram com parte da minha mansão sendo destruída, mas fora isso, nada demais aconteceu.

Por alguma razão misteriosa, quanto todas se reuniam na hora do jantar, meus sentidos de uma crise iminente de vida disparava feito louco.

Um fenômeno realmente misterioso.

Meu harém era bem único e de certa forma assustador. Por que todas garotas eram seres que tinham transcendido sua humanidade. Não seria um exagero descrever meu harém como um “Harém de Deusas”. Não somente pela beleza divina de cada garota, mas também pelos poderes divinos que agarravam.

Sim. Eu sou um homem muito sortudo.

Ania fechou seus olhos por um momento, ativando algum tipo de habilidade divina, quando voltou abrir seus olhos, ela falou de uma forma suave e ao mesmo tempo séria:

―A Matriz de Teletransporte está quase concluída do outro lado, meu senhor. De acordo com a previsão do grão-mestre da Ordem da Cruz de Ferro, todos preparativos vão estar prontos em até trinta minutos.

―Ótimo! ― eu disse com um sorriso. ―Me pergunto se aquela história absurda contado por Charlotte é realmente verdadeira? Apesar de eu não acreditar em milagres tudo é possível nesse mundo.

A Ordem da Cruz de Ferro era um ordem de clérigos e cavaleiros do Império da Santa Luz. Essa ordem foi fundada dez anos atrás por uma pessoa que eu conhecia: o ex-herói Seiji Tanaka.

Após minha suposta morte ao derrotar o rei demônio ancestral. O relacionamento do reino com o império da santa luz melhorou muito. Seiji Tanaka permaneceu no reino junto com os outros heróis por um tempo. Até ele receber um convite por um Bispo do Império para retornar e fundar uma nova ordem.

Uma nova ordem que teria como patrono o mago santo Lyam Marwe, que sacrificou sua vida pelo bem da humanidade.

Pode parecer uma piada sem graça, mas era a pura verdade.

O herói idiota aceitou o convite e fundou a Ordem da Cruz de Ferro usando como base os sete princípios da Ordem dos Argonautas.

Em menos de uma década sua ordem atraiu inúmeros seguidores por ser um dos poucos homens vivos que conheceu o santo mago, tornando-se assim em um curto período de tempo uma das maiores ordens do império da santa luz.

De certa forma, por sua ligação com pessoas influente de Argus e ser financiado por minha querida Arian, a Ordem da Cruz de Ferro se tornou uma poderosa ordem e com o tempo o braço direito do Imperador.

….Resumindo de uma forma que todos possam entender claramente: Seiji Tanaka de um heroizinho perdedor ele se tornou um homem de grande influência no império da santa luz.

O mudo realmente era uma caixinha de surpresa.

―Pai para qual proposito você chamou o grão-mestre da Ordem da Cruz de Ferro? ― perguntou Arius franzindo a testa. ―Sei que vocês são amigos, mas chama-lo diretamente para o Armazém 55 não acredito que seja uma boa ideia.

―Não se preocupe ― eu disse lhe despreocupadamente. ―Não o chamei para o Armazém 55 apenas por ser meu amigo….Tenho outro motivo, logo você irá compreender.

Arius franziu a testa várias vezes até voltar a sua habitual expressão indiferente. Sua mão descansou no pomo de sua nova espada criada por mim, Págos.

Originalmente planejava criar uma arma classe Astral, mas temia que uma arma Astral era poder demais para um mortal controlar. Por essa razão, usando os mesmos materiais utilizados na criação do Rifle Astral Longinus Gungnir, criei uma espada japonesa na forma de uma katana.

A espada Págos faz parte do Armamento Divino, Godslayer Fenrir – na verdade a espada e armadura era uma replica igual ao do meu filho do futuro, Fenrir.

Não sabia o que exatamente havia acontecido entre ele e minha versão do futuro, mas acreditava que as coisas seriam diferentes.

Nessa realidade não vou permitir que meu filho sofra.

―Filho, está gostando de sua nova espada, Págos? ― perguntei.

Ele assentiu positivamente.

―É uma boa espada. Sua lâmina é tão afiada que pode cortar ao meio um mobile armor.

―Sua lâmina pode cortar até a mais poderosa barreira mágica. Ativando o Armamento Divino Godslayer Fenrir, seu poder é levantado em várias dobras. Em seu atual estado você pode manter o Armamento Divino ativo por até dez minutos, o tempo limite muda conforme seu poder mágico cresce.

Quando um Armamento era ativo, consome poder mágico do usuário. Quanto maior for o nível do Armamento, maior será o consumo de poder mágico. Uma pessoa com um poder mágico médio, não iria conseguir manter ativo um Armamento Divino nem por um segundo.

Ania com seu antigo Armamento Demoníaco, Rabbit Busty. Pode manter seu Armamento Demoníaco ativo por várias horas sem estar em combate. E Júlio relâmpago santo com seu Armamento Fantasma Godsword em uma intensa batalha contra mim manteve ativo seu equipamento do inicio ao fim de nossa batalha, revelando que ele possuía uma grande reserva de poder mágico.

Para minha filha Lhyana eu também havia criado um Armamento Divino igual ao que minha filha do futuro, Skhmet utilizava. Diferente de Arius, ela pode manter seu armamento divino ativo por até uma hora.

Para não falar que os dois estão recebendo tratamento especial, criei Armamento Divinos para Ílios e meu filho desaparecido, Abriel. Cada Armamento tinha suas características únicas que fortalece cada ponto forte de seus usuários.

Pensei em criar Armamentos Divinos para minhas garotas, mas em seus níveis atuais seria inútil. Todas possuem habilidade que pode conjurar trajes mágicos de batalha de poder equivalente ao de um Armamento Divino.

O mesmo vale para mim. Claro, no caso de um Armamento Astral, a história seria completamente diferente. Mas infelizmente não tenho materiais necessários ou conhecimento suficiente para criar um Armamento Astral.

Esse era o meu limite atual.

Enquanto eu divagava, trinta minutos se passaram e havia chegado o tempo de rever um velho conhecido. Voltamos para dentro do Armazém 55 entrando em uma sala especial vazia, aonde ficava a matriz de teletransporte que conectava com outras matrizes nos armazém. E agora seria conectado com a matriz que Seiji Tanaka estava criando no Império da Santa Luz.

A Matriz de Teletransporte era uma grande formação mágica composta por vários círculos mágicos complexos sobrepostos. Para ativar a formação tudo que era necessário era um pouco de poder mágico dentro do usuário. Até mesmo pessoas comuns que não são magos podem utilizar a formação.

Uma verdadeira obra prima criado por mim que vai facilitar em muito as viagens no futuro.

―Meu senhor eles estão vindo.

A formação brilhou e após um feixe de luz branca, surgiu um grupo de cavaleiros equipados com tabardos branco bordado com inúmeras pequenas cruz de ferro. No elmo de prata e em suas capas vermelha havia o brasão da Ordem da Cruz de Ferro – uma cruz de ferro sob um sol radiante.

O grão-mestre da Ordem da Cruz de Ferro, deu um passo adiante ficando de frente aos seus subordinados. Ele era um homem robusto vestindo um elegante tabardo carmesim bordado com várias pequenas cruz de fios de ouro. Seu manto dourado lustroso caia em dobras até o chão.

Ele colocou suas mãos em seu glorioso elmo de ouro, com uma crista de espigões imitando os raios do sol, e retirou revelando um rosto de traços oriental com uma cabeleira que chegava até seu ombro.

A pessoa diante de mim exalava um ar heroico.

Eu olhei para ele e me perguntei: quem diabos era ele?

―Vossa Santidade, Lyam? ― perguntou ele me encarando com espanto.

Após recuperar do meu espanto eu ri e falei com humor:

―Errado. Eu sou o rei dos anjos, Marararoraromanon!

―Vossa Santidade, Marararoramanon! ―disse ele de forma impecável e cheio de orgulho, como se tivesse treinado por anos para falar aquelas palavras. ―Fico feliz por você ter retornado são e salvo de outro mundo.

Eu assenti e então me lembrei da história que Charlotte havia me contado. Sinceramente eu não acreditava, na verdade eu não queria acreditar. Mas vendo-o hoje temo que a história seja verdadeira.

Meus lábios se contorceram em um sorriso assustador.

―Eu soube que você se casou ― ao ouvir minhas palavras seu rosto se tornou branco. ― Vejo que você seguiu ao pé da letra minhas palavras naquela época e conquistou uma bela meia-elfa em Cysgod.

Ele sorriu sem graça e agora me olhava como se eu fosse seu maior pesadelo.

Meus olhos se estreitaram então eu perguntei:

―Seiji Tanaka ― eu disse seu nome lentamente, como se fosse um juiz em um tribunal. ―Você se casou com a ex-diretora da academia mágica, Engelil Taflen?

Para minha pergunta, com todo seu corpo tremendo, ele assentiu levemente com a cabeça.

Um único pensamento surgiu em minha cabeça:Seiji Tanaka, descanse em paz!

Assim morreu o grão-mestre da Ordem da Cruz de Ferro……

……Só brincando, eu não sou uma pessoa tão mesquinha.

……Mas……

……Desgraçado, aquela elfa loira peituda era minha!

―…Entendo….Entendo…Temos muito o que conversar…

―Sim, Vossa Santidade! ― respondeu ele quase chorando.

E assim eu reencontrei o ex-herói Seiji Tanaka.

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