Kuork

Apenas Tradutores Errantes

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Começo da lenda!

 

 

Filho bastardo de um deus, é isso que os poetas cantam em suas baladas sobre mim.Filho bastardo de um dragão, é isso que os mais renomeados historiadores afirmam nos salões de suas universidades.Um milagre de deus, é o que meus malditos sacerdotes prega em suas igrejas ao povo. A questão é que meu nascimento pode ser contado de diversas maneiras. Me divirto escutando os debiloides discutindo horas a fio sobre a verdade da minha origem.

A verdade era a mais simples: eu nasci um humano.

Me lembro perfeitamente daquele dia.

O dias que nasci em Argus….

Após minha morte, escuridão, então mãos grandes e cheios de galos me segurando, retirando da escuridão. Com dificuldade, aos poucos meus olhos acostumaram com a luz ambiente. A primeira coisa que eu vi ao chegar no mundo, foi uma mulher de rosto redondo e cabelos crisalhos. Usava uma túnica cinza e sorria de ponta a ponta me segurando.

“Minha Senhora, é um menino!” falou a mulher com uma imensa alegria.

Me enrolou em um pano aveludado e me entregou a uma bela moça de olhos lilases. Estava deitada em uma grande cama. Seus cabelo era uma bagunça, várias gotas de suor cruzava sua testa. Parecia extremamente cansada, mas, não diminui sua beleza feérica.

Ela me segurava delicadamente, seus lábios secos formavam um imenso sorriso. Havia em seus olhos um puro amor maternal. Não conseguia pensar claramente, estava confuso, tentei falar, gritar, apenas um choro de bebe ecoava naquele quarto estranho de pedra iluminado por velas. Mulheres de túnicas cinzas correndo de um lado para o outro gritando algo que não pude ouvir.

Não conhecia aquelas pessoas. Não compreendia porque me olhavam com tanto amor. Talvez eu tivesse morrido e parado nos céus ou algo parecido. Mas logo minhas dúvidas foram esclarecidas.

As portas do quarto foram abertas. Um homem alto, de ombros largos e rosto de traços nobres e olhos azuis como o céus límpido. Usava um estranho manto vermelho.

Tinha um ar rigoroso ao seu redor. Mas, quando nossos olhos se encontraram, seus lábios formaram um sorriso cheio de orgulho. Se afastou dos três senhores de idade, costas curvadas, segurando cajados.

“Minha querida esposa, deixa eu ver nosso filho!” falou o homem de cabelos negros em um tom afável, cheio de amor e respeito. A bela mulher de olhos lilases me entregou delicadamente.” Um menino! Olhem todos! Meu filho, futuro líder do clã Marwe!”

As mulheres de túnicas cinzas – descobriria mais tarde que eram servas -, e os anciões do clã Marwe me olhavam como se fosse um tesouro valioso. E naquelas palavras do homem de cabelos negros, finalmente percebi o que estava acontecendo.

Estou relutante em acreditar. Mas não havia outra explicação. Depois daquele evento bizarro, que causou minha morte. Eu renasci nesse mundo.

Mas fala sério, um evento tão clichê atrás!!

Só não compreendi porque eu conseguia compreender o que falavam. Normalmente em histórias de reencarnação, o personagem não compreendia a linguagem usada no mundo que nasceu.

Bem que seja, um trabalho a menos.

Após surtar e me acalmar. O homem de cabelos escuros, que acredito ser meu pai, conversava com os três senhores de idade de rosto enrugados e longas barbas brancas. Usavam mantos vermelhos como o do homem de cabelo escuro.

“Um bom menino, e forte, vejam como ele não chora e seus olhos inteligentes!!” falou um dos anciões. Sua voz era mansa e arrastada, mas cheio de sabedoria.

“Sim, sim, meu filho parece ser forte,! ” afirmou o homem de cabelo escuros. Depois seu rosto foi preenchido com cautela e perguntou:“Ancião pode verificar a saúde do meu filho?”

Um ancião de olhos fechados, talvez o mais corcunda dos três, concordou com um grunhido fraco. Com suas mãos trêmulas, retirou um varinha de madeira curta e apontou para mim.

“【Analise】!” grunhiu o ancião. A varinha irradiou uma luz pálida que fluiu para meu corpo, fazendo me reluzir como prata polido.

Pode ser que o ancião é um mago?

Claro, eu tinha que renascer em um mundo com magia! Por que não? Todos personagens de historias de fantasias e novel renascem em um mundo mágico. Por que eu seria uma exceção?

Pode ser….Que eu posso me tornar um mago?

O ancião de olhos fechados, abriu seus olhos, arregalando-os, e seu rosto enrugado se tornou tão branco como se tivesse perdido todo sangue. Pensei naquele dia que aquele velhinho tinha batido as botas na minha frente.

Com a reação estranha do ancião todos no aposento se tornaram aflitos. Até eu estava preocupado!

“Ancião” chamou meu pais com cautela para não acabar matando o ancião.“Existe algo errado com meu filho?”

Como tivesse acabado de acordar, a cor retornou ao seu rosto enrugado e como não acreditava no que via, voltou a conjurar a magia【Analise】mais três vezes.

Com uma voz atordoada, o ancião falou:

“Lorde Drilfin, seu filho…É portador de duas proteções divinas!!!”

Drilfin – nome do homem de cabelos escuros -, fez uma careta como se alguém tivesse acabado de contar uma piada sem graça. Não só ele como a mulher que me deu a luz franziu a testa com um olhar cheio de seriedade.

Não pude deixar de pensar naquela voz que falava quando eu estava morrendo. Será que era uma benção ou habilidade que eu adquiri como em novelas e mangás?

“Ancião, tem certeza que meu filho e portador de duas proteções divinas?” Drilfin perguntou num tom sério. O ancião balançou a cabeça vagarosamente confirmando.” As chances de uma criança ser agraciado com uma proteção divina é de uma em um milhão…., mas ter duas proteções divinas. Nunca houvi falar em algo parecido em todo reino.”

“Não há engano, lorde Driflin, seu filho foi agraciado com a proteção divina 【Deusa Suprema da Luz】e do【Deus Supremo do Fogo】! Não posso imaginar as glórias que nosso clã recebera no futuro!!”

Apesar de toda confusão visível em seu rosto. Meu pai, lorde Driflin, permitiu-se sorrir. Um sorriso cheio de orgulho.

“Lilia, minha querida esposa, nosso filho é amado pelos céus!” exclamou ele em júbilo.

“É nosso amado filho, é natural ele ser amado pelos céus” falou com ternura e um radiante sorriso.“Meu amado esposo, como chamaras nosso filho?”

“Nosso filho é amado pelos céus e brilha mais do que um baú cheio de ouro. O chamarei de Lyam, nome de nosso honrado antepassado que fundou o clã Marwe!”

Lilia, minha mãe, sorriu satisfeita e todos servos e anciões me tocaram como se fosse um amuleto de boa sorte.

Estava um pouco confuso, cheio de dúvidas, mas era apenas um bebê e podia apenas assistir o júbilo do meu pai e mãe desse novo mundo. Em minha vida passada, nunca conheci minha mãe ou pai, e nunca soube como era ter uma família. Vê-los tão orgulhosos de mim, com todo aquele amor de um pai para filho, de alguma forma aquecia meu coração.

Um sentimento estranho, mas agradável.

Naquele mesmo dia a noticia de uma criança com duas proteções divinas se espalhou pelo reino como fogo em palha seca. Causando um alvoroço entre os mais renomados magos e clãs nobres.

O primeiro alvoroço de muitos que eu causaria. Assim eu era no passado, assim sou até hoje. Uma fonte interminável de alvoroços.

Assim foi meu nascimento naquele mundo mágico sem nome.

 

***********

 

Três anos se passaram desde meu nascimento.

Nesse tempo passei a compreender como esse mundo funcionava ao escutar a conversa das servas e os soldados que que protegem o castelo. A mulher de olhos lilases, e chamada de Lilia Muggul – um clã de magos que controlam o atributo 【Água】.

No reino que vivemos, Argus, é um dos clãs mais influentes por seu atual Líder ser um dos quatro Paladinos do reino – o que te certa forma é irônico um clã de magos ser influente por seu líder ser um Paladino, o que é uma espécie de guerreiro poderoso.

Falando do meu pai, lorde Driflin Marwe e o atual líder do clã Marwe – um clãs de magos que controlam o atributo【Fogo】. Não é um dos clãs mais influentes, mas está em boas condições com o reino. Por esse motivo, meu pai e lorde da cidadela Toh-ku.

Na minha vida passada. Quando eu me matava de tando trabalha, fazendo horas extras. Eu havia pedido para Deus, que caso eu morresse, que na minha próxima vida eu nascesse em um família rica.

Parece que Deus havia me escutado e exagerou um pouco.

Em contrapartida. Tenho o peso das expectativas de todo clã em meus ombros. Chegar ser sufocante seus olhares cheios de expectativas. Mas não posso reclamar. E como um provérbio chinês diz: não exite algo como almoço grátis.

E não existe mesmo. Tudo tem seu preço e o meu e a expectativas do meu clã.

Era o que eu acreditava na época. Mal poderia imaginar os terríveis preços a pagar por minha grande sorte.

Sobre minhas proteções divinas. Lilia explicou que raramente algumas crianças eram agraciadas pela proteção de algum deus daquele mundo. Chamam de “Proteções divinas”. No meu caso eu fui agraciado por duas proteções divinas. O que nunca tinha acontecido em toda história.

Pelo fato de eu ser agraciado com duas proteções divinas me tornar mais forte do que qualquer criança normal e meu futuro é ilimitado. Perdi a conta de quantas vezes ouvi Lilia falar orgulhosamente sobre o que posso ser no futuro, ou os planos para me tornar uma grande nobre em Argus.

Mesmo nascendo em uma família rica vou ter que trabalhar duro nesse mundo.

Uma coisa que me fez entusiasmado foi a existência da magia. Como eu suspeitava, aquele ancião havia conjurado uma magia básica chamado【Analise】, para verificar se eu não estava doente. No fim acabou por descobrir que eu era abençoado com duas proteções divinas.

Magia, não existe na terra, mas imaginava de como funcionava – quem imaginava que todos aqueles livros de fantasia me ajudariam a não pirar com a ideia da magia e aceitar mais facilmente esse novo mundo.

Enfim eu implorei para Lilia, que também é uma maga, para me ensinar. Mas ela disse que era muito cedo e só após os cinco anos, vou poder praticar e estudar magia.

Caso eu tenha aptidão mágica.

Não é todos que nascem com o dom da magia.

Dentro do meu clã, há uma garota, minha prima para ser mais exato. Ela se chama de Arian Muggul, um garota de olhos cinzentos e cabelos azuis – cor de olhos e cabelos incomuns o que tornar ela uma bela garota. Ela tem uma alta aptidão mágica e conseguiu conjurar seu primeiro feitiço aos cinco anos de idade.

Ás vezes quando eu me esgueiro para o pátio de treinamento do castelo. Fico observando-a praticar e confesso que a magia era bem mais incrível do que eu imaginava. Muitas vezes ela me ignora, outras vezes me conta uma coisa ou outra sobre a magia.

Não cansava de ficar falando como somente um gênio consegue conjurar um feitiço aos cincos anos. Segundo era um mago precisa ter um bom controle de sua mente, do poder mágico em seu corpo, e depois um controle preciso da magia lançada. Existe várias etapas necessária para realizar a conjuração de um feitiço.

Mas vou deixar esses detalhes para um outro dia.

Suspeito que não vou demorar tanto assim, se as habilidades que eu recebi durante minha morte valer nesse mundo. Serei um grande mago nesse mundo.

Uma boa família, um mundo com magia e nasci com um corpo com habilidades nível trapaça.

Mal posso espera para fazer cinco anos.

***********

 

Dois anos se passaram em um piscar de tempo.

Agora eu tenho cinco anos de idade.

Hoje era um grande dia para mim.Um grande dia para todos do clã Marwe, como diria minha mãe.

Os velhotes, anciões do clã Marwe, vão realizar um teste para verificar se tenho aptidão mágica – por algum motivo desconhecido a magia dentro de uma pessoa pode ser identificado somente após completar cinco anos. Nenhum dia a mais e nenhum dia a menos.

Meu pai e outros membros do clã temem que eu não tenha aptidão mágica. É raro uma criança de um clã de magos não ter aptidão mágica. Mas não falta casos de crianças assim nascendo em um clã de magos, que acabam sendo expulsas do clã e tendo uma vida miserável.

Eu até podia imaginar o resultado do teste….

Arian, me tranquiliza falando que era impossível eu não ter aptidão mágica. Já que eu possuo duas proteções divinas. Fora que ambos meus pais são grandes magos.

Deixando meus desvaneio de lado. Nesse momento estou em meu quarto com minha prima Arian Muggul. Ela está me ajudando a vestir uma túnica negra como a noite, bordado com fios de ouro e costurado com um broche de um leão branco – simbolo do clã Marwe.

Arian tem dez anos, um garota amável que me trata com muito carinho. Não era assim antes. No começo era fria e me ignorava, mas com o tempo que passamos juntos, criamos um lanço de amizade e carinho. É um sentimento estranho, ter uma prima, todo esse amor e novo para mim.

Entretanto eu achava seu carinho excessivo demais.

Não sei como as coisas se tornaram daquela forma, mas de repente somos inseparáveis, tomando banhos juntos, dormindo juntos….Coisas de crianças. Arian é extremamente bela, com seus cabelos azuis e olhos cinzentos como uma tempestade. Voz e suave como água de um lago e um sorriso gentil que faria mil homens cair de joelhos.

Para uma garota de dez anos sua beleza não era nada inferior ao de qualquer mulher do castelo. No futuro. Sua beleza vai estar no nível em que chamo: fazer reinos entrar em guerra por causa de sua beleza.

“Lyam, você ficou bem nessa túnica!!” falou Arian com um sorriso radiante.

“Arian, você me elogia demais!!” resmunguei.

“Hoje é o dia do teste” falou ela com certo nervosismo.“Espero que ocorra tudo bem, todos membros do clã vão estar presente hoje.”

“Tudo vai dar certo” falei com confiança.“Arian como foi no dia do seu teste?”

“H-humm, no meu teste estava bem nervosa e com medo de não possuir aptidão mágica” falou olhando em meus olhos, depois desviou os olhos, brincou com uma mecha azul de seu cabelo enquanto falava:“Os anciões vão usar a varinha antiga, Llew, para analisar sua aptidão mágica. Felizmente acabei tendo uma alta aptidão mágica.”

Não só eu, mas ela também carrega muitas expectativas do clã em seus pequenos ombros. Houve uma batida rápida na porta. Minha mãe entrou no quarto, elegante como uma fada, usava uma bela túnica verde vibrante.

“Lyam, Arian! Venha meus queridos está quase na hora!” falou Lilia em seu tipico tom melódico.

Seguimos Lilia por vários corredores e jardins até chegar a uma das salas do castelo que estava preenchida com mais de cem membros do clã Marwe. Não só o clã Marwe mas também o líder do clã Muggul, meu avô, Raux Muggul, pai de Lilia.

Ele trajava cota de malha de mitral – um metal bem raro – com um tabardo verde ordenado com o símbolo de uma árvore branca. Esse era o Lorde Raux Marwe, conhecido como Paladino das águas furiosas.

Lilia me levou até seu pai e fizemos uma reverência como a etiqueta nobre manda.

“Pai, esse é seu neto Lyam” falou com uma voz respeitosa.

Seu olhos eram Lilases, profundos, e afiados como espadas.

“Eu vejo, ele puxou você minha querida filha!” falou Raux Muggul com uma voz grave.”Lyam, vim hoje especialmente para ver as habilidades que meu neto pode carregar. Espero que não me decepcione!”

“Agradeço pela atenção, não vou decepciona o senhor meu avô!” falei com uma voz solene e respeitosa. Sinceramente. Toda aquela aura de guerreiro endurecido por inúmeras batalhas era intimidante demais.

“Eu vejo, bom garoto!!” falou com grunhido.

Com isso todos se sentaram em seu lugares.

O líder do clã na frente, os velhotes anciões nas primeiras fileiras e os resto do clã em ordem de poder, do maior para o menor. Raux Muggul sentou-se ao lado de Drilfin como convidado de honra. Servos e soldados presentes ficaram nas paredes assistindo o teste que viria a seguir.

Drilfin olhou para todos membros do clã confirmando se não faltava nenhum membro.

” Hoje meu filho Lyam Marwe completou cinco anos! Seguindo a tradição do clã será realizado o teste para definir aptidão mágica e se é agraciado com habilidades mágicos!” Drilfin falou com um sorriso orgulhoso, como se quisesse mostrar algo para todos.

Assim como as proteções divinas. Às vezes, uma criança nasce com uma habilidade ou uma linhagem herdada de seus antepassados. Compreendi que as coisas nesse mundo funciona como um clássico jogo de rpg.

Por exemplo: Eu estudei bons modos e por causa disso ganhei a habilidade【Etiqueta】. Ou um mago que pratica o controle todos dias de sua magia interna, vai acabar ganhando a habilidade 【Controle Interno de Poder Mágico】e assim por diante. Porém existem crianças que já nascem com essas habilidade ou com habilidades únicas o que é mais raro.

Se minhas suspeitas estiverem corretas. Todas habilidades que eu adquiri na minha morte vão aparecer nesse teste.

Caso isso acontecer como eles vão reagir?

Por algum motivo um sorriso divertido surgiu em meu rosto.

Um dos anciões de manto vermelho se levantou e pegou um pano em cima da mesa de obsidiana. Dentro do pano havia uma varinha mágica com 30 cm, feito de marfim branco, entalhados com a figura de um leão – varinha antiga llew.

Ele olhou diretamente para mim e acenou com a cabeça para ir até sua localização.

“Lyam mostre suas costas, iniciarei agora a magia de analise profunda para verificar se possui aptidão mágica!”

Mostrei minhas costas. O ancião encostou a varinha mágica em minha costa e falou:

“【Analise Profunda】!”

Com essas palavras senti uma energia estranha em minhas costas ressoar com meu corpo. Quando todo processo terminou, o ancião caiu de joelhos tremendo como se visse algo aterrorizante. A mesma expressão de quando eu nasci, mas dessa vez parecia que ele estava a ponto de entrar em colapso.

Temia que o velho fosse morrer.

“Ancião, qual o resultado?” pergunto Drilfin com o rosto cheio de ansiedade.

Com o rosto pasmo e gaguejando o ancião falou:

“P-p-profundo….como um oceano sem fim…Ele tem 【Alta Aptidão Mágica】…Habilidades……”

Quando essas palavras saíram todos membros do clã se tornaram sombrios, até mesmo Raux Muggul expressou um rosto sombrio.

Como eu imaginava, nasci nesse mundo com todas minhas habilidade.

O que me faz pensar que as habilidades ficam gravadas na alma.

Depois de um longo tempo terminou de falar:

“Habilidades: 【Atributo Luz】, 【Atributo fogo】, 【Sem necessidade de canto para invocação】……É também possui【Atributo Espiritual】….” Depois dizer isso ele desmaiou, espumando pela boca.

Fiz uma oração silenciosa pelo ancião.

Atributos são o tipo de magia que um mago pode conjurar. Ou seja, eu posso utilizar três tipos de magia diferentes. Normalmente, um mago nasce apenas com atributo. Pelo visto fui abençoado demais por aquelas entidades sobrenaturais.

Os membros do clãs estavam em choque, Metade dos anciões desmaiou e o resto me olhava como se fosse algum tipo monstro.

Nesse momento Raux se levantou e disse bem alto:

“Tenham autocontrole de si mesmos!!!” gritou ele. Sua voz soou como um trovão em um dia claro. Raux pegou a varinha e fez mais quatro vezes o teste e o resultado era o mesmo.”Para uma criança nascer com tanto poder, e ainda possuir duas proteções divinas e como não se fosse o suficiente ter um 【Atributo Espiritual】…….É a primeira vez na história de todo reino! Seu futuro será ilimitado!”

Parece que nesse mundo não é normal uma criança ter todo esse talento. Não há nada que eu possa fazer. Além de esperar que essa “Proteção” não traga nenhuma calamidade futura.

Naquele dia a noticia correu por cada parte do reino me tornado um tipo de lenda.

Em Argus me tornei famoso.

Era apenas o início da minha lenda.

 

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