iLivro

O grande forjador de armas!

1 Parte

Voltamos para Ddrisfa montados em Safira.

Posso dizer que dessa vez eu senti menos de medo….

……Porque Arian voou em altitude mais baixa e evitou aquelas piruetas no meio do ar.

Queria fazer um retorno triunfante.

Mas não saiu bem como o planejado.

Quando chegamos as muralhas da cidade fomos recebidos calorosamente pelos soldados de Ddrisfa.

Calorosamente, regado por gritos e uma saraivada de flechas. Corriam pelas muralhas enquanto gritavam algo como “Ataque de besta mágica”, e disparavam flechas contra nós.

Por precaução criei uma barreira em volta de nós, fazendo as flechas caírem no chão ao atingir a barreira física.

Ignorando os gritos de pavor seguimos para a liga dos aventureiros. Chegando lá descemos em frente da liga dos aventureiros o que acabou se tornando uma comoção.

Vários aventureiros veteranos nos cercaram e estavam prestes a cobrar para Safira até eu descer com minha aparência imponente.

Com minhas roupas destruídas durante a luta contra os golens mímicos. Eu é Arian voltamos usar nossas roubas “chamativas” para não dizer outra palavra. Se fosse na minha antiga vida seria o mesmo de estar carregando uma placa dizendo: Por favor me roube!

Tenho um pressentimento que nesse mundo talvez não seja tão diferente.

Vendo Arian descer da Safira com seus longos cabelos azuis banhando sobe a luz do sol. Foi o mesmo que ver a descida de uma deusa para o mundo dos mortais, uma deusa que me amava.

Sinceramente, senti meu ego nas alturas.

A beleza dela fez todos homem suspirar de admiração enquanto outros literalmente estavam vomitando arco-iris.

Não os culpo mas……

Eu me aproximei de Arian e coloquei meus braços envolta de sua cintura mostrando para todos que somos amantes.

“Eh?!” Soltou ela um grito surpreso adorável enquanto suas bochechas rosadas foram tingidas de vermelho.

Ah, não canso de ver essa expressão tímida!!

Por um momento considerei queimar os olhos de todos que lançavam olhos quentes para ela, mas não sou tão cruel.

Eu devia mandar Safira dar um susto neles? Congelar? Cortar?

Arian roubou vários suspiros, isso até Llachar entrar na linha de visão de todos presentes.

No momento a armadura dela está quase completamente destruída o que deixava a mostra parte de sua pele branca além de um deslumbre do seus fartos seios. Seus cabelos vermelhos como chamas vivas sobe o sol da manhã era uma visão divina.

Uma deusa fogo, selvagem e sexual.

Captei vários olhares lascivos vindo das pessoas em volta o que me irritou. Só havia uma pessoa no mundo que poderia olhar de tal forma lasciva – eu.

Com meu outro braço livre segurei a cintura de Llachar, pressionando parte do seu corpo quente contra o meu.

“Ohh, tão ousado.” Llachar falou em um tom divertido enquanto começou a pressionar seu corpo ainda mais contra o meu, o que sinceramente me deixou muito feliz.

Mas não era o momento para isso!

lancei um longo olhar feroz para todos que tinham um “?” em sua cabeças então falei bem alto:

“Elas são minhas mulheres, então se continuarem a olhar para elas prometo que serão a última coisa que vão ver nessas suas breves vidas!” Eu falei com mal humor.

“O-oque? Maldito pirralho!”

“Não vá se achando!”

“Bastardo arrogante, vou dar te dar uma lição!”

Gritaram, falando que iriam me ensinar uma lição o que me fez pensar se tinham esquecido da enorme Safira do meu lado.

Ou simplesmente eram muito corajosos.

“ROAAARRR” Quando foram para cima de mim. Safira caminhou elegante para frente enquanto mostrava suas presas, seguido por um longo rugido de gelar os ossos.

“Hiiiii!”

“B-besta mágica!!!”

“S-socorro!”

Imediatamente correram como coelhos assustados deixando um rastro molhado pelo chão da cidade.

Prefiro não comentar o que era o rastro molhado, isso deixo para suas imaginações.

Mas, tipo, sério eles tinha esquecido da presença da Safira?

Bom, depois de gritar miseravelmente eu retornei Safira para o livro.

Antes devo dizer que eu não sou ciumento.

Apenas não gostei da forma que as olharam!

Entrei dentro da aliança dos aventureiros encontrado o careca moreno na recepção.

“Parece que vocês estão bem!” Falou o careca morena.

“Sim, vim relatar que completamos a subjugação da pantera dragão das neves!”

Llachar tirou o núcleo mágico da pantera dragão das neves e entregou ao careca moreno.

O careca moreno pegou o núcleo mágico e disse:

“[Identificar]! ” Com suas palavras uma energia pálida envolveu o núcleo mágico e com a voz cheio de espanto e louvor falou:“É realmente um núcleo mágico de uma pantera dragão das neves!”

Dito isso fomos para o terceiro andar pegar a recompensa com a grã-mestre da guilda aventureiros de Ddrisfa.

Deixando o careca moreno, surgiu uma dúvida.

Qual era o nome dele mesmo?

Com essa dúvida seguimos para o terceiro andar e quando entramos no escritório no deparamos com Drilfin é um senhor de cabelos grisalhos que vestia uma túnica roxa berrante.

“Grã-mestre, a equipe de aventureiros olimpianos retornou!” O secretario dela anunciou nossa chegada e ao mesmo tempo eu quase tentei correr para fora assim que notei Drilfin sentando no sofá.

Naquele momento pude ouvir a música de game over soando em minha mente.

2 Parte

Sabe aquele sentimento de quando você está namorando com uma garota e os país da garota que não sabem sobre o namoro e os pega em sua casa no meio de um amasso com sua filha?

Bem eu estava sentindo isso, não foi a mesma situação, mas o sentimento era o mesmo.

Foi como ser pego com as calças baixar.

Drilfin estava sentando no sofá ao lado do senhor de roupas roxas berrantes. Senti que alguém teria que dizer para ele que aquelas roupas eram estranhas. Mas dada a situação preferi ficar em silêncio.

Como líder dos olimpianos eu devia anunciar que completamos a missão, mas minha voz estava relutante em sair.

Llachar deve ter notado nossos rostos pálidos e seguiu em frente falando:

“Grã-mestre Nahar, completamos a missão!” Falou ela com um tom sério, diferente da primeira vez que nos encontramos com a Grã-mestre da liga dos aventureiros de Ddrisfa.

“Oh, é bom ouvir isso! estávamos preocupados pelos três dias sem noticias e estávamos prestes a formar uma expedição para os procurar!”

“Não foi nenhum problema, Apollo e Fada azul acabaram com a pantera dragão das neves em minutos e passamos o resto do dia caçando na floresta.” Falou Llachar com um sorriso orgulhoso.

“Entendo, Lorde Drilfin e Lorde Barion, esses são os jovens aventureiros rank-diamante que eu tinha falado.”

Nahar tinha escolhido a pior hora para nos apresentar.

Drilfin se levantou nos encarando com olhos duros que perguntava “O que vocês estavam planejando em fazer?” mas antes que pudesse falar algo o senhor de cabelos grisalhos que foi chamado de Lorde Barion se levantou e com uma gargalhada falou:

“E pensar que o jovem Lyam o portador de duas bênçãos era o tal rank-diamante Apollo!” Ele gargalhou com tal vitalidade que chegou a ser irritante.

Llachar e Nahar lançou olhares sobre nós dois com rostos que queriam fazer muitas perguntas.

Eu usei minha habilidade especial chamada “mudar de assunto” e falei:

“Lorde Barion é um prazer em te conhecer e obrigado por revelar meu verdadeiro nome!”

Lorde Barion voltou a gargalhar ainda mais o que me fez pensar o que era tão engraçado e ele falou:

“Não precisa agradecer garoto, eu que devo lhe agradecer por se livrar da pantera dragão das neves. Agora podemos finalmente reabrir a floresta dos sonhos!”

Continuamos trocar palavras sobre o som das gargalhadas do Lorde Barion o que devo dizer não foi nada agradável. Ele parece ser o tipo de tio fanfarrão que toda família possui, mas esse era mais o tipo fanfarrão irritante.

Descobri depois que ele era o Lorde da cidade de Ddrisfa, Lorde Barion Gyferbyn.

Eu contei sobre nossa heroica aventura na floresta, omitindo apenas sobre a caverna e a torre de Aurorus. Prefiro que não seja conhecido por terceiros. Em outro momento conto a verdade para Drilfin, prefiro não esconder nada da minha família.

Lorde Barion, Drilfin e Nahar tinham olhares preenchidos de louvor e admiração sincera.

Principalmente do Lorde Barion que descobrir depois ser um dos quatro Paladinos de Argus.

Apesar que sua aparência lembra mais um guerreiro fanfarrão do que um Paladino.

Mas é como aquele ditado popular; nunca julgue um livro pela capa.

A conversa seguiu até recebemos a recompensa de 50 moedas de ouro o que dividimos igualmente entre nos.

Devo dizer que os olhos de Llachar eram chamas em brasas vendo todo aquele ouro a sua frente.

O olhar apaixonado de Llachar pelo ouro era encantador e não pude evitar de sentir um pouco ciumento.

Llachar parece ter percebido meu olhar triste e falou com um sorriso encantador:

“Não sinta para baixo, você é um tesouro inestimável para mim!” Disse ela.

Se eu não reconhece-se aquele olhos ganancioso eu teria meu coração tocado por suas palavras.

Traduzindo o que ela dize foi:“Você é mais valioso do que esse ouro, por que você trará mais ouro para mim!” Ou algo assim, mas resumindo é que ela me olhou como se fosse um saco de ouro ambulante.

Bom, não há nada que eu possa fazer.

Cada pessoa tem seu jeito e suas paixões, apesar dito tudo isso eu confio em Llachar.

Depois de muita conversa voltamos para a pousada, Llachar nos seguiu e se hospedou na mesma pousada.

Tomamos um bom banho, nas águas quente do banho real. Comemos muita comida regados por muito vinho doce de llus.

Se eu continuar dessa forma não duvidaria se ganha-se resistência a veneno.

Além da comida boa, minha visão estava sendo premiada com um par de protuberâncias de Llachar.

Ela vestia um vestido escuro embelezada com algumas jóias e seu cabelo amarrado em um rabo de cavalo elegante. A mulher a minha frente tinha uma aura sedutora avassaladora o que me fez babar sem parar.

Principalmente quando olhava para seus seios fartos.

Minha mão as vezes se movia por instinto em direção aquele par desonesto de peitos. Mas era impedido por uma faca que era lançada por Arian, que ao mesmo tempo ela tinha uma expressão “você pode tocar os meus!” Mas quando eu olhava para os dois, só podia soltar um suspiro triste.

O que provocou a fúria de Arian.

“I-idiotaa!” Resmungou Arian, e eu apalpar secretamente seus seios para acalmar aquela deusa irritada.

Drilfin parecia estar incomodado com algo, então ele falou:

“Quem é você? É qual é a relação com meu filho?” Perguntou Drilfin para Llachar, enquanto bebia seu vinho.

“Eu sou Llachar, sou amante do seu filho! Por favor cuide de mim!” Disse ela com uma cara encantadora e sem vergonha, como se fosse natural.

“Pffffffffffff……Hã?!!!” Drilfin se engasgou e colocou todo vinho para fora após ouvir a palavra “amante” o que devo dizer que foi muito engraçado.

Foi um pouco difícil explicar para Drilfin sobre Llachar e vergonhoso também.

Dei uma história resumida para ele que por momento aceitou a história de minha amante o que me fez pensar que Drilfin aceitava bem as coisas.

Um grande pai devo dizer!!!

Depois da noite seguimos para nossos quartos e o pensamento de invadir o quarto de Llachar me passou pela cabeça, mas teria que deixar para outra oportunidade.

Tinha algo importante para fazer!

3 Parte

Dentro do meu quarto retirei vários pergaminhos e materiais do bracelete de armazenamento de Aurorus.

Todos pergaminhos eram projetos de armas, golens e o que parecia ser um robô o que sinceramente chamou minha atenção, o que não durou muito tempo após ver o projeto do que parecia ser um canhão anti-aéreo mágico a laser.

“Não era para ser uma história de fantasia medieval? O que há com esses projetos de história de ficção cientifica?!” protestei ferozmente em meu coração me sentindo ultrajado pela mudança de história.

O que durou exatamente dez segundos, sendo substituído por admiração.

Muitos de seus projetos eram tecnologicamente avançados, muito além da tecnologia da minha vida anterior. Parecia que Aurorus foi um grande gênio ou algo do tipo e percebi que esse mundo não era tão simples quando parecia.

“Mas sinceramente com tudo isso eu posso criar minha próprias armas usando minha vontade e energia espiritual, assim com a energia divina também!!” Exclamei eufórico.

Olhei detalhadamente o projeto dos golens mímicos e me surpreendi por ser um projeto tão complexo.

Devo admitir que eu pensei que era só pegar o martelo, pensar e martelar até o golem ganhar formar.

Um pensamento muito tolo, construir um golem não era tão fácil.

Vendo os projetos do que parecia ser um robô o que de longe era muitas vezes mais complexo do que os golem mímicos.

Esse projeto exigia muitos minerais e algo chamado de “tecido vivo” o que era um tecido de cor laranjada que parecia ser vidro, como cabos de fibra ótica. Com a ajuda da habilidade [Olho do Rei espiritual] identifiquei muitos itens dos quais eu desconhecia, ganhando um vasto conhecimento.

Passei horas vendo os projetos de Aurorus até ganhar um entendimento razoável sobre forjar armas simples como espadas, adagas, machados, lanças, arcos e escudos.

No momento era a única coisa que eu podia fazer com os equipamentos atuais. Diferente dos outros projetos, esses só necessitavam do martelo divino qual ganhei de Aurorus e a habilidade [Arte da criação]

“Agora vamos fazer uma pequena experiência!”

Peguei uma pedra espiritual e segurei o martelo divino o alimentado com minha energia divina o que fez o martelo reluzir como os raios do sol. Fechei meus olhos,  mentalizar uma adaga requintada e elegante.

Era importante pensar em um marca, algo que pudesse identificar como sua criação. Aurorus tinha passado mentalmente que isso era muito importante, ter sua marca pessoal.

Depois de pensar muito, pensei na minha marca pessoal – um sol cruzado por dois raios.

Tive essa ideia após pensar nos deuses da mitologia grega – o grande sol e os raios de Zeus.

Perfeito, esse será minha marca pessoal!

Com minha marca em mente e ter todos detalhes da adaga mentalizada. Golpei a pedra espiritual com o martelo divino que reluziu uma luz fantasmagórica e se distorceu e gradualmente ganhou a forma de uma adaga requintada com o símbolo do sol cruzado por dois raios.

Usando minha habilidade [Olho do Rei espiritual] vi a seguinte informação da adaga:

Adaga espiritual (Lendário)
Dano: 100/100
Durabilidade: 80/80
Descrição: Criado a partir de uma pedra espiritual e forjado pelas marteladas de um martelo divino. Essa adaga ganhou propriedades espirituais únicas permitindo que seu usuário possa causar danos a qualquer oponente mesmo que esteja usando o mais resistente das armaduras, além de causar dano a própria alma do oponente.
Opção: 90% de negar a defesa do inimigo. Aumenta a resistência a ataques espirituais em 20 %

Quando olhei aquela descrição eu pensei, sério?

Porque uma adaga tão poderosa foi criado com uma simples martelada?!

Ahhh, cara isso é demais!

Depois de criar a adaga comecei criar vários tipos de espada, lanças, arcos e machados de guerra. Um melhor do que o outro, pensei em vender algumas armas para arrecadar fundos para comprar mineiras e elementos que poderei precisar no futuro.

Eu posso criar roupas também com habilidade [Arte da criação] e com o uso das ferramenta apropriadas. Felizmente o bracelete tinha todas ferramenta que um artesão precisa, além que todos eram aparentemente classe divina.

Sinto que não falei sobre isso, mas, nesse mundo itens e armas são classificados por seus efeitos. Um exemplo são os anéis que comprei, que podem ser considerado como um item de qualidade inferior.

Os itens são classificados; inferior, comum, raro, lendário e divino.

Em alguns países, armas e itens classe raro são considerados como tesouros nacionais e uma arma classe lendário seria motivo de países entrar em guerra!!!

O que aconteceria seu colocasse algumas de minhas armas em uma casa de leilões?

Melhor manter essa habilidade em segredo, se não posso até imaginar eu sendo sequestrado ou sendo eliminado como uma ameaça, mas, pensando bem porque eu devo esconder tais habilidades como um rato medroso?

Quer saber, não vou esconder nada! Irei mostrar minhas habilidades na forja e me tornar uma grande autoridade em Argus.

Sinto que acabei de tomar uma péssima decisão, mas que seja!

Seja o que deus quiser!

Após uma decisão rebelde os dados do destino foram jogados é a música de game over ficou mais clara.

> Titulo adquirido: O grande forjador de armas

Ultimamente venho ganhando muitos títulos.

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