Kuork

Apenas Tradutores Errantes

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Intermissão 2

 

Sob as estrelas do céu, uma figura prateada voa livremente em direção a uma grande montanha antiga. Seus olhos azuis celeste brilhavam de raiva, atrás do elmo em forma da cabeça de um lobo.

Abaixo dele, havia um mar de árvores que escondem várias ruínas da era de ouro, magníficas cidades destruídas durante a era demoníaca. Era aonde fendas surgiram em todo céu, de onde saíram hordas de demônios infernais.

Os demônios vindos dos portais eram poderosos e extremamente violentos, não diferentes das bestas mágicas. Comparado com os demônios da época atual, e como comparar um leão com um gatinho.

Ele sobrevoou as ruínas da era de ouro, seguindo para grande montanha Fylaki. Ao redor da montanha, há quatro colossais estátuas gigantes localizados nos quatros pontos cardeais, com ambas mãos estendidas para a montanha.

Ele parou, flutuando, e desembainhou sua espada branca, liberando um ar gélido.

Espada classe divina [Págos], criada na forma de uma katana.

Ele brandiu sua katana, criando quatros lobos ilusórios que contém o próprio inverno. Os Quatros lobos ilusórios atacaram as quatros estátuas, as mordendo com suas presas fantasmagóricas. As quatros estátuas que foram mordidas foram lentamente se congelando até se tornarem enormes blocos de gelo.

Ele brandiu outra vez sua katana, criando lâminas de gelo, destruindo as estátuas congeladas, desfazendo a barreira invisível que envolve a montanha Fylaki. Ele prosseguiu para dentro da montanha, passando pela entrada cheia de armadilhas que ele foi desativando com sua outra espada classe divina [Télos], espada criado a partir dos fragmentos de uma poderosa espada espiritual. Télos tem a forma de uma katana como sua outra espada branca Págos, ambos dados por alguém que uma vez ele amou, mas agora o odiava.

Apollo, seu coração se tornou sufocado, por ódio, raiva e um forte desejo de vingança.

Ele prosseguiu até o centro da montanha, que na verdade era um vulcão adormecido. No centro havia um grande demônio ancestral, longos chifres curvados e olhos vermelhos sangue, sua boca era como a de um dragão e sua pele tão escura como o abismo sem fim. Ele estava amarrado por centenas de correntes divinas, e centenas de estátuas que levantavam uma barreira sobre o demônio ancestral.

O demônio ancestral moveu sua cabeça lentamente em direção da figura prateada e cabeça de lobo, como se tivesse despertando de um longo sono.

A voz ancestral e demoníaca falou:

“Τι κάνεις εδώ Θείο Βρέφος(O que esta fazendo aqui criança divina)?” Perguntou a voz profunda no idioma antigo.

“Ήρθα την απελευθέρωση, Demon βασιλιάς(eu vim o libertar, rei demônio)!” Respondeu ele.

“σε ποια τιμή(a que preço)? ” Perguntou o rei demônio.

Naquele momento ele apertou o símbolo do lobo que adorna sua placa peitoral, emitindo um brilho prata, fazendo seu elmo desaparecer, revelando um par de olhos azuis celeste e cabelos loiros escuros, seu rosto era belo, mas a parte esquerda de seu rosto tinha uma aparência horrível, a pele era enrugada, como papel amassado, sinais de uma queimadura.

Ele sorriu, um sorriso sinistro e falou com uma voz profunda:

“Θέλω εκδίκηση, να καταστρέψουν Argus, Απόλλων Άρη(Eu desejo vingança, destrua Argus, mate Apollo)!” Gritou ele com fúria e seu elmo reapareceu escondendo seu rosto.

“Θα καταστρέψει τον εχθρό σου και όλα όσα αγαπά! Δώστε μου ελευθερία, Θείο Βρέφος(Eu vou destruir seu inimigo e tudo que ele ama! Me conceda a liberdade, criança divina)!” Disse em uma voz profunda, como raspar de pedras.

Ele brandiu suas duas katanas destruindo as estátuas e as correntes que prendiam o demônio ancestral, e por último gravou palavras de morte na pele dele, para garantir que ele cumprisse sua missão.

Ele desapareceu após libertar o demônio ancestral, e o vulcão adormecido, despertou lançando fogo, enxofre e uma fumaça negra que obscurece aquelas terras esquecidas.

No horizonte uma grande figura demoníaca saiu voando da boca do vulcão em erupção, voava em direção de Argus, de Cysgod, com um só objetivo, matar Lyam.

Uma calamidade sem precedentes se aproxima de Argus.

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