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O nascimento da ordem e a águia ganha suas asas!

 
1 Parte

Estava diante da rainha, vestindo um robe vermelho carmesim bordado com detalhes em ouro. Atrás de mim estava os quinze alunos que vestem robes escuros bordados em detalhes em prata. Em sua cintura uma espada de aurerum, flutuando em cima de seus ombros um Solis.

Na lateral esquerda havia dezesseis titãs ajoelhados com as cabines abertas a espera de seus pilotos. Entre eles o Titã Hipérion-2 era o mais poderoso e chamativo com sua cor vermelha e os espigões dourados na cabeça formando uma coroa – quase destruído durante meu renascimento se não fosse por minha decisão rápida de o armazenar em meus espaço dimensional criado.

Anna se ajoelhou a minha esquerda, trajando o vestido armadura [Águia heroica], sua capa caia em dobras no piso branco, segurando sua poderosa lança. Llachar se ajoelhou a minha direita, trajando a armadura [Raposa gananciosa], segurando sua poderosa espada classe divina.

Nobres, cavaleiros dragões e os misteriosos mantos azuis eram as testemunhas. Soltei um longo suspiro e entreguei um pergaminho para a rainha, qual o nome, dever e virtudes estavam escritos. Ela abriu o pergaminho, leu e releu e ficou em silêncio. Ela fez um sinal de mão para um servo que trouxe pena e tinta em uma bandeja de prata.

Ela molhou o bico de pena e assinou o pergaminhou -escrita elegante digno de uma rainha.

Ela se levantou e todos se ajoelharam, ela lambeu os lábios e falou em uma voz imponente:

“Eu, rainha Ellena Argus, primeira e única rainha de Argus, dragon lord do gelo eterno, portadora do inverno. Aprovo a nomeação da nova ordem, qual Lyam Marwe, imperador das chamas místicas, portador do fogo divino. Será o comandante responsável pela ordem!”

Ellena fez uma pausa e continuou:

“Levanta-se, comandante Lyam Marwe e me diga, qual é o nome que escolheste para sua ordem?”

Eu me levantei. As luzes do lustre projetavam sombras dos titãs no piso branco. As respirações cessaram e seus olhares se fixaram em minhas costas. O vento soprou, passando pela porta destruída, causando ondulações em meu robe.

O sopro da mudança, eu pensei comigo mesmo olhando aquele par de olhos verdes. O que nasceria hoje mudaria toda Argus, se não todo mundo. Não poderia voltar atrás, nem hesitar ou colocar o peso da responsabilidade da ordem em outros ombros.

O que me assustava era o poder confiado em mim, poder que pode corromper a mais pura das almas. O poder de ser o juiz e o carrasco, apontar um dedo para quem eu decidisse ser culpado e seria executado imediatamente.

A pressão da responsabilidade estava esmagando meus ombros.

Fechei os olhos e me concentrei. Pensei no nome que escolhi para ordem e a história por trás do nome.

Com a voz firme eu falei:

“Em um reino muito longe daqui e a muito tempo esquecido. Havia uma lenda em que um grupo de heróis de grande renome e valor, vindos de todo mundo. Se reuniram, embarcando em uma árdua aventura, enfrentando monstros e provas impostas pelos deuses. Esses celebres heróis foram chamados de argonautas!” Eu disse e continuei:“Diante da rainha e das ilustres testemunhas, nomeio a ordem como: a ordem dos argonautas!”

Ellena assentiu e me entregou o pergaminho assinado, voltou a se sentar e eu iniciei a cerimônia de ordenação dos membros da ordem dos argonautas. Entreguei um broche em formado de uma estrela de prata para os quatorze alunos- agora oficialmente pilotos da cavalaria mágica blindada.

Entreguei uma estrela de ouro para charlotte e falei:

“Charlotte Gwaed, a nomeio Capitã do primeiro esquadrão da cavalaria mágica blindada Prometheus!”Eu a parabenizei.

“Obrigado, comandante perv….Lyam, vou honrar essa estrela de ouro com meus serviços a ordem!”Disse ela em um tom respeitoso – quase me chamando de comandante pervertido.

Com todos usando os broche em seus robes me virei para Llachar e falei:

“Llachar, por seu poder e todos esses cinco anos me protegendo a nomeio líder do esquadrão especial musas de Apollo, qual o principal objetivo e minha proteção!” Eu a entreguei um broche feito de aurerum no formado da cabeça de uma raposa.

“Juro por minha espada que eu vou te proteger até meu último suspiro!”Disse ela, seus lábios vermelhos formaram um gracioso sorriso.

Eu sorri, aproximei meus lábios ao dela, a beijando na frente de todos. O fogo em meu interior se agitou, em resposta o corpo dela tremeu, me desejando.

Nossos lábios se separaram, eu falei:

“Não haverá último suspiro, viveremos para sempre minha raposa gananciosa!” Eu disse a ela e sussurrei em seu ouvido:“Nós seremos deuses!”

Após nomear Llachar me virei para Anna e falei:

“Anna, reconheço sua força como heroína, mas não e o suficiente para fazer parte das musas de Apollo.” Eu desenhei um meio sorriso.

Anna piscou surpresa e seus olhos se tornaram úmidos, quase chorando, antes dela começar a chorar eu continuei:

“Levante-se e venha até mim, águia sem asas.”

Ela se levantou e ficou diante de mim. Nossos olhos se fixaram um no outro; seus belos olhos cor de mel tão puros e cheios de inocência. Seus lábios tremeram sob meu olhar de dragão. A pressão que meu corpo exalava não era qualquer um que poderia suportar. Mas lá estava aquela garota menor que eu, suportando minha pressão e me olhando nos olhos com uma determinação inabalável.

Eu dei um passo para trás e perguntei:

“Pequena águia sem asas, quer ganhar asas?”

Ela deu um passo a frente e voltou a me fitar com seus olhos puro mel, com seus lábios úmidos falou:

“Me de asas, ó grande dragão!” Disse ela cheia de determinação.

Eu sorri com sua resposta. Eu a envolvi em meus braços, e as maçãs de seu rosto ganharam uma tonalidade avermelhada. Batidas rítmicas de seu coração eram dois tambores de guerra, sua respiração irregular, quente embriagava meus sentidos.

“Então vou te dar asas, minha pequena águia…” Aproximei meus lábios aos seus e a beijei. Nossos lábios se movem em perfeita sincronia, sua pequena língua desajeita entrelaçada a minha, sentimento embriagante e por um momento quase esqueci que estamos na presença da rainha.

O beijo era necessário para uma habilidade racial celestial [Contrato Angelical], habilidade que transforma um ser humano em um celestial de hierarquia baixa – anjo. Após me tornar um demigod dragão celestial eu perdi a habilidade [Contrato dos amante] em troca adquiri duas habilidades raciais de pacto: contrato celestial e contrato dragônico.

Ambas habilidades que me permite aumentar minhas forças, transformando humanos em anjos ou em dragonewts.

Eu infundi fogo divino na minha língua. No beijo passei uma pequena parte do meu poder para Anna. Ela tremeu ao receber meu poder, eu continuei o beijo injetando meu poder. Sua temperatura foi aumentando, todo seu corpo ficou ensopado de suor.

Eu ativei a habilidade [Contrato Angelical] envolvendo o corpo dela em chamas douradas. Os gemidos de dor era abafado pelo beijo e quando as chamas cessaram eu a soltei.

Seus cabelos castanhos ganharam uma tonalidade ouro branco. A cor de seus olhos continuaram cor de mel. Em sua testa havia um padrão de tatuagem que cintilava como se fosse poeira de uma estrela. Em suas costas estavam gloriosas asas brancas, exalando um fulgor branco.

> Contrato Angelical realizado com sucesso!

> Anna se tornou um anjo!

> Você deixou de ser humana. Sistemas de trabalho será substituído pelo rank-up de evolução!

> Técnicas raciais adquiridas:[Modo: Anjo da tempestade][Lança do vento celestial][Rajada de luz][Rasante da luz][tornado celestial][Escudo angelical]

> Habilidades racial adquirida:[Manipulação da luz e do vento][Voo][Regeneração][Corpo etéreo][Visão espiritual][Velocidade celestial][Predição angelical][Aura celeste][Teletransporte]

> Título adquirido: Musa dos ventos celestes!

O fulgor de energia divina que seu corpo exalava causava um pressão invisível aos demais. A rainha franzia sua testa em duvida e os nobres humanos tinham um olhar fanático, choravam, caiam de joelhos em júbilo.

Verifiquei seu poder total com meus olhos de dragão.

Nome: Anna
Especie: Anjo Idade 18
Rank-up: requisitos completados para próxima evolução 2 de 10
Proteção divina: Nenhum
Titulo: Musa dos ventos celestes
Força 5.300 Vitalidade 6.000
Destreza 7.140 Agilidade 8.460
Sabedoria 3.900 Inteligência 3.600
Carisma 3.200 Fé: 4.200
Energia divina 6.500 Resistência contra ataques mágicos 5.000
Técnicas raciais:[Modo: Anjo da tempestade][Lança do vento celestial][Rajada de luz][Rasante da luz][tornado celestial][Escudo angelical]
Habilidades raciais:[Manipulação da luz e do vento][Voo][Regeneração][Corpo etéreo][Visão espiritual][Velocidade celestial][Predição angelical][Aura celeste][Triplicada divina][Teletransporte]

Fiquei de boca aberta ao ver os números. Comparando com antes foi como ver um bebê se tornar um adulto. Verifiquei suas habilidades e técnicas, descobrindo o motivo da comoção dos humanos. Sua habilidade racial [Aura celeste] provoca o estado de júbilo em humanos.

“Humanos entram nesse estado na presença de um ser celeste….Vai ser uma dor de cabeça…” Ellena soltou um longo suspiro.

“Me desculpe!” Eu disse a ela.

“Tudo bem, na verdade eu sou grata”Disse ela com um sorriso zombeteiro.“Posso até ver a cara dos sacerdotes do império santo sendo esmagados por um anjo que tanto adoram! Kukukuku!”

Fiquei confuso sob afirmação da rainha Ellena.

Ela me explicou:

“Os assassinos eram da companhia corvos da tempestade. Uma notória companhia conhecida por se especializar na caça de magos. Eles trabalha com o império santo á muitos anos e nunca ouvir qualquer rumor deles abandonando o império santo. Não é difícil imaginar que o império santo esteja por trás desse golpe!” Disse ela entediada.

“Se o que você estiver dizendo for verdade, suspeito que esses ataques seja uma distração. Mas o que estariam planejando?” Perguntei perplexo.

“Ah, não se preocupe pirralho….” Disse ela em um tom despreocupado.“Essa tática é velha, usada inúmeras vezes para derrubar reinos. Primeiro eles atacam os alvos que colocam o plano em perigo. Segundo vão atacar e dominar os pontos estratégicos da capital real e na terceiro, a legião da luz invade o reino.”

Não era nada demais, apenas um invasão eminente estava preste acontecer!

Eu não perseguir o assunto, fitei Anna que tocava as penas de sua asa e pigarreei chamando sua atenção. Ela guardou suas asas e ficou imóvel aguardando minhas palavras.

“Anna, você será a segunda em comando do esquadrão especial musas de Apollo!” Eu a entreguei um broche esverdeado no formado de uma águia.

Voltei minha atenção para os pilotos e falei:

“Cada argonauta seguira os sete princípios da ordem; Buscar o conhecimento; seja cortês e bondoso; proteger os mais fracos; todos são iguais independente da raça ou classe social; seja valente e justo; diga a verdade mesmo que custe sua vida; procure a luz da ordem e afaste as trevas do caos.”

Eu continuei:

“Aqueles que não pode seguir esses setes princípios que se retire desde salão e entregue o broche da ordem dos argonautas! Aqueles que aceitam os sete princípios da ordem desembainhem suas espadas curtas e corte a palma de suas mãos e jurem seguir os setes princípios!” Eu disse em tom duro e no mesmo instante sem hesitação desembainharam suas espadas celestes e cortaram a palma de suas mãos, manchando o piso branco com seu sangue.

“Juramos; buscar o conhecimento; seremos cortês e bondosos; protegeremos o mais fracos; trataremos todos iguais independente da raça ou classe social; seremos valentes e justos; vamos dizer sempre a verdade mesmo que custe nossas vidas; iremos sempre procurar a luz da ordem e afastaremos as trevas do caos!” Todos repetiram em uníssono o juramento.

“Vocês não são mais meus alunos e eu não sou seu instrutor. Que o corte os lembre desse dia e dos sete princípios que vocês juraram! Agora são meus irmãos Argonautas e juntos iremos servir ao bem de todos e buscar sabedoria, explorando o desconhecido, lutando contra o caos e melhorando a nós mesmo!” Eu gritei, quase um rugido e todos gritaram comigo.

Uma chuva de palma irrompeu, som glorioso, marcando o nascimento da ordem dos argonautas.

Me virei para rainha, me ajoelhando, fitei sua face entendiada e falei:

“Vossa majestade, irei cumprir sua ordem e quando os primeiros raios de sol banhar Cysgod, todos traidores e os lixos do império santo estarão mortos!” Eu prometi a ela.

“Oh, tem certeza que pode cumprir essa promessa?” Perguntou ela arqueando sua sobrancelha.

Eu assenti.

Ela se levantou e falou em um tom autoritário:

“Comandante Lyam Marwe, cumpra sua promessa, e eu irei te recompensar com o título de Duque e terras no sul de Argus!”

Eu assenti com seu pronunciamento e me virei para os pilotos e com um gesto de mão todos entraram nas cabines. Eu entrei na cabine, me sentei na cadeira e movi minhas mãos nas telas de cristais.

“Eos, Teia, Hipérion iniciem a ativação do titã Hipérion-2!”

Eos, Teia e Hipérion se encaixaram nos três espaços circulares no painel de controle. Iniciamos a sincronização e minha visão mudou, meus pensamentos se tornaram mais rápido. Eu, os Solis e o mecha nos tornando uma só entidade. Abaixei a mão do mecha, oferecendo apoio para Anna e Llachar.

Subam, eu falei por telepatia.

Ela subiram e se apoiaram ao lado da cabeça do mecha.

No canto lateral do campo de visão aparecia quinze quadrados menores, contendo informações e status dos outros mechas. Criei uma conexão com todos mecha e falei:

“Argonautas vamos retornar para academia mágica real e garantir a segurança da diretora Engelil Taflen!”

“Ententido!” Todos responderam.

Quinze mechas com dez metros de altura saíram do salão do trono.

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