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Os Heróis e o senhor apocalipse!

1 Parte

Ponto de vista herói

 

Me chamo Seiji Tanaka em meu mundo anterior eu era um estudante do ensino médio comum. Não praticava esportes, não participava de atividades de clubes, evitava me destacar. Meu alívio eram os livros. Em cada página uma aventura diferente, um mundo diferente. Em cada página fugia da realidade fingindo ser o protagonista, salvando o reino e beijando a donzela.

Eu era um cara entendiante, sem nada a oferecer, sem nada a contar, sem um objetivo para viver.

Um covarde que vivia se escondendo nas páginas de livros. Fechando os olhos quando colegas sofriam bullying. Não e da minha conta, repetia para mim mesmo. Ignorando o que via, se escondendo nas páginas dos livros.

Incidentes misteriosos começaram acontecer ao redor do mundo. Pessoas desaparecendo em flashs de luz. Religiosos chamaram o fenômeno de arrebatamento, diziam que era o chamado de deus, ou algo assim. Na minha terra natal casos parecidos aconteceram e quando menos esperava minha classe foi pego nesse fenômeno sobrenatural.

Os mais espertos correram para fora da classe e apenas uma porção foi pega na luz sobrenatural. Ao contrário do que os religiosos acreditavam, não era o chamado de deus, muito menos o paraíso.

Fomos convocados para outro mundo – um mundo mágico de monstros e magia.

Da minha classe apenas eu sobrevivi a travessia entre mundos. Não estava só havia mais seis garotos e garotas com aproximadamente dezesseis anos a dezessete. Eram de nacionalidades e etinias diferentes, mas pelas roupas era claro que eram da terra.

“Bem vindos heróis!”Disse um senhor de idade vestindo trajes sacerdotais, em cada dedo havia anéis com símbolos estranhos. Sua mão direita segurava um cetro de ouro ricamente enfeitado por joias e entalhes estranhos.“Sei que estão confusos por serem tirados de seu mundo de origem, mas, logo sera explicado o motivo de os convocar, espero que nos perdoe!”

O rosto gentil do senhor de idade exalava tranquilidade e uma paz confortante. Não havia como alguém no mundo odiar um senhor tão gentil. Cavaleiros trajados com armaduras pomposas protegiam o sacerdote, com mão no cabo de suas espadas, prontos para sacarem ao menor sinal de perigo.

A principio entrei em pânico. Eu era um covarde e não um herói. Medo e outros sentimentos assombravam minha mente. Outros convocados estavam em estado de pânico assim como eu, levou bastante tempo para nos acalmar.

“Eu me chamo túlio Benignus, alto sacerdote do império santo!” O senhor de idade se apresentou após os ânimos se acalmarem.

Ele contou sobre a guerra entre o império santo e o império demoníaco – história que poderia ser encontrada em qualquer light novel de fantasia. Narrou a criação do império e após vários minutos contou o motivo da nossa convocação para esse mundo.

“Séculos atrás nosso grande profeta Rolraron o abençoado, primeiro imperador da santa luz, previu ascensão e queda de nosso império. Antes de sua morte registrou uma terrível profecia, um mal supremo que transformaria o império em cinzas e escravizaria todas nações livres!” Disse ele com um lamento, um outro sacerdote apareceu segurando um pergaminhou antigo.

O sacerdote pigarreou e narrou a profecia escrita:

“Ele nascerá dotado de sabedoria, poder e beleza. Sua eloquência conquistará seguidores. A principio pensaram ser a chega de um nobre santo, espalhando conhecimento e curando enfermos. As pessoas iram pedir sua bença e as mulheres se jogaram ao seus pês. Sua influência se espalhara pelo mundo como fogo na palha, porém logo iram compreender seu engano. Ele comandara uma legião, usando armas estranhas e gigantes de ferros que rasgam o céu. Não há reino, império ou continente que ficará de pé. Ele queimara o mundo em sua ambição!”

O sacerdote guardou o pergaminho e retirou uma bola de cristal, liberou um clarão e a paisagem mudou – era uma visão.

Na visão, havia uma gloriosa cidade de torres altas e catedrais. Pessoas alegres corriam pelas ruas, cavaleiros santos ajudavam na segurança da cidade. Sacerdotes cantavam louvores nas praças enfeitadas por flores, alegria era contagiante e casais felizes conversavam alegremente sobre a glória de deus.

Porém a paz não durou, a música morreu, rostos felizes foram tomados pelo desespero. No horizonte surgiu o que parecia uma tempestade, da tempestade surgiu algo jamais visto, uma hora era dragão, outra hora anjo com centenas de asas. Suas escamas eram ouro branco, aqueles que a olharam se perderam na ganância. Aqueles que resistiram a visão da criatura, enlouqueceu com o fulgor dourado exalado por seu enorme corpo. Aqueles que sobreviveram ao ver a criatura lutaram, lançaram flechas e lanças, magias sagradas, mas nenhuma arma deve efeito, flechas e lanças se quebravam como pau podre, magias sagradas se dispersavam antes de o atingir.

Não havia arma mortal que pudesse o ferir.

Céu e terra tremiam com seu rugido poderoso, seu sopro de fogo destruía tudo em seu caminho. Suas centenas de asas criavam tempestades sobre tempestades, varrendo árvores, montanhas e qualquer edificação sob a terra.

Atrás do glorioso ser seguia uma legião de gigante de ferros, negros como a escuridão, aparência de demônios e asas de fogo. Lançavam uma chuva de fogo com suas armas mágicas.

Reino após reino caiu diante dele, os que sobreviveram a desolação se tornaram escravos, acorrentados a um fila sem fim de escravos.

O céus se tornaram vermelhos, a terra seca e sem vida, os mares secaram e a morte reinava. No fim da desolação restou apenas uma cidade tecnológica localizada no pico de um monte.

O responsável pelo futuro sombrio assumiu uma aparência humana, sentou se em um trono feito por incontáveis cavaleiras humanas, sua beleza era transcendental e seus lábios um sorriso sedutor. No vasto salão incontáveis soldados vestindo trajes tecnológicos se curvavam a ele, glorificando como um deus. Ao lado do trono incontáveis mulheres de belezas de tirar o fôlego o servia e um grande estandarte adornava todo salão – um sol cruzado por dois raios.

Todos o saudaram, nome que invocava medo e respeito: Apollo!

A visão terminou, muitos estavam assustados pelo que viram. Todos compreenderam a natureza das armas tecnológicas, ficou claro quem fosse Apollo com certeza era do mesmo mundo que o nosso.

“O chamamos de falsa luz, senhor do apocalipse e aqueles que carregam sua marca agentes da ruína. Passamos séculos vigilante, recentemente encontramos ele. Vive no reino de Argus, servindo a rainha monstro Ellena Argus!” Disse ele com um medo profundo.

Ele se ajoelhou e implorou por nossa ajuda. Eu estava com medo, apavorado. Quatro heróis juraram deter o senhor do apocalipse, eu e mais dois não prometemos nada, apenas dizemos que queríamos retornar para casa. Mas, uma vez convocado naquele mundo, não havia como retornar.

Estava presso naquele mundo mágico.

Sem muita escolha iniciamos nosso treinamento. Cada um de nós recebeu uma habilidade e profissão heroica. A cada mês que se passava nosso poder aumentava aponto dos cavaleiros santos não serem mais jogo para nós. Exploramos labirinto, derrotando monstros, aprimorando nossas habilidades.

Minha covardia foi desaparecendo aos poucos, determinação e um senso de justiça outrora desconhecido para mim, dominou meu coração. Treinamos com um só objetivo em mente – era isso que eu pensava até quatro de nós fugirem do império.

Aqueles que prometeram derrotar o senhor apocalipse fugiram.

Todas esperanças dos sacerdotes estavam sob nós três. Nosso treino se tornou mais duro para que pudesse enfrentar o senhor apocalipse. Um plano foi criado pelo alto sacerdote e a sétima legião da luz. O sacerdote Nathan se infiltrou na capital real com ajuda de um nobre.

Não era certo nosso sucesso ao enfrentar o senhor apocalipse. Com seus mercenário iria assassinar a fonte do mal antes que se tornasse o senhor apocalipse. Se conseguisse vamos apenas fornecer suporte ao Santo Inquisidor Aaron Aquilae, durante sua batalha contra a rainha monstro.

A profecia do senhor apocalipse era um segredos que poucos sabiam. O senado da luz não queria arriscar espalhar medo e confusão por causa de uma profecia.

Meses se passaram e tudo estava pronto. Recebemos a confirmação da morte do senhor apocalipse, sacerdotes e cavaleiros soltaram vivas alegres, eu e os outros heróis pulamos de felicidade por não ter que enfrentar um monstro tão perigoso. A rainha monstro seria um oponente difícil mas com um inquisidor e três heróis convocados não haveria chances dela vencer!

O grande dia tinha chegado, o dia de libertar Argus da tirania de um monstro!

2 Parte

Centenas de sacerdotes se reuniram do lado de fora da capital imperial, abriram um portal, avançamos para o lugar combinado pelo sacerdote Nathan.

Assim que atravessamos o portal a paisagem mudou, porém não fomos recebidos pelo sacerdote Nathan ou qualquer legionário. Diante de nós, no horizonte estava a capital real Cysgod. Na frente das muralharas quinze gigantes de ferro escuro, parecidos com demônios. Atrás deles magos, cavaleiros e soldados segurando armas de fogo.

“Isso é mal, estavam esperando por nós!”Disse o santo inquisidor Aaron.

Jeane uma garota francesa de cabelos escuros e mechas vermelhas, tremia assustada, seus lábios estavam ressecados. Trajava uma armadura branca pomposa, duas espadas curtas enfeitavam sua cintura. Seu corcel branco lhe dava uma imagem de princesa guerreira. Will, um americano boa pinta tremia também, o bater de seus dentes era audível para todos cavaleiros. Como Jeane ele trajava uma armadura pomposa, escudo e espada. O corcel negro que montava estava tão agitado quanto ele.

Eu trajava a mesma armadura, porém usava uma grande espada de duas mãos adornada com caracteres divinos. Meu corcel de guerra era branco, puro, e trajado com armadura para o proteger.

Olhei para Jeane e Will e falei com determinação:

“Não temam, vamos vencer essa batalha! Vou proteger você dois, porque somos amigos!”Gritei mais meia duzia de palavras de coragem acalmando os dois heróis.

O santo inquisidor me olhou com aprovação e avançamos com seis mil legionário em direção as forças inimigas.

Porém tudo mudou, os corcel se tornaram agitados e o sol brilhou intensamente. O ventos açoitavam nossos rostos e o toda legião foi jogada no caos. A primeira coisa que entrou em meu campo de visão foi suas escamas ouro branco, depois sua enorme cabeça e uma bocarra lançando um jato de fogo dourado sob a legião. Will usou uma habilidade heroica defensiva. O santo inquisidor junto com outros sacerdotes levantaram barreiras sob os legionários.

Os raios do sol tornavam suas escamas mais brilhantes, era como se uma montanha de tesouro tivesse ganhado vida. As quatros enormes asas projetavam sombras sobre nós, em seu breve rasante dois mil legionário foram queimados vivos. Uma segunda sombra surgiu, suas escamas era de azuis cristalino, seu corpo menor e mais fino do que o dragão anterior, seu corpo exalava uma névoa branca congelante e com um sopro seu metade dos sobreviventes foi congelados até a morte. O enorme primeiro dragão de escamas ouro branco aterrizou sob os sobreviventes, esmagando barreiras defensivas, transformando legionários em carne e metal picado. Sua longa cauda lançava legionários centenas de metros para o alto, varria o solo, esmagando aqueles que tentavam o flanquear. Garras, jatos de fogo dourado, engolfava esquadrões inteiros, transformando em cinzas.

O dragão de gelo, era menos impiedoso e mais cruel.

Chutei com os calcanhares meu corcel de guerra avançando até o monstruoso dragão de escamas ouro branco. Jeane e Will calvagaram ao meu lado enquanto gritaram:

“Seiji, você enlouqueceu?!” Perguntou os dois ao mesmo tempo.

“Temos que os salvar!!’ Respondi com o grito.

“Está engando, temos que nos salvar!” Gritou Will e continuou:“Aquela coisa não vai demorar muito para exterminar a sétima legião. Quando ele termina adivinha que será o próximo alvo?”

Jeane concordou com Will. Eram estranhos que nos sequestraram de nosso mundo. Não precisamos arriscar nossas vidas por eles.

“Eu sei muito bem disso, mas….Não e certo os abandonar, não quando eles tem fé em nós! Seremos piores do que covardes se fugimos agora!” Eu gritei palavras heroicas tiradas de algum livro que eu li.

“Cara, você é um idiota! Mas eu gosto de idiotas como você e também não e todo dia que se pode enfrentar um monstro desse nível!” Gritou Will.

“S-se vamos morrer, que seja lutando como heróis!” Disse Jeane.

“Não vamos morrer, não vou permitir, avante amigos!”Eu gritei e avançamos contra o enorme dragão de escamas ouro branco.

Antes de chegar a cem metros dele, ele virou seu longo pescoço serpentino em nossa direção, no fitando com seus olhos dourados como sol.

Ele desenhou o que parecia ser um sorriso assustador.

Abriu sua enorme bocarra, rugindo, rugido que fez os cavalos desmaiarem, nos jogando no chão. Ele avançou lentamente, estraçalhando qualquer ser vivo a sua frente.

Ver ele se aproximando era como estar preste a ser atropelado por um carro. Mesmo com uma boa distância você fica paralisado enquanto vê o carro se aproximando lentamente.

A situação era a mesma, a diferença que não era um carro, mas sim um enorme dragão!

O dragão parou a poucos metros de distância, nos observou e farejou o ar ao nosso redor.

“Olá, heróis!”Disse o dragão com um tom grave, quase como um trovão.

Ninguém respondeu, estávamos com medo demais para falar algo.

“Um chinês, inglesa esnobe e um alemão….Heróis bem diversificados……Me pergunto qual será o sabor de um herói!” Ele lambeu sua boca enquanto nos fitava.

Engoli em seco, não sei de onde eu tirei a coragem, mas eu falei:

“Errado, eu sou japonês e não chinês, ela é francesa e ele americano!”

“Oh, você disse japonês? Kakakaka!”Gargalhou ele e continuou:“Não acredito que seja japonês, pequeno herói….Mas tenho um teste infalível para descobrir se realmente é um japonês!”

Havia humor em seus olhos e voz. Não sabia aonde ele queria chegar com aquelas palavras.

O dragão moveu suas garras em direção da Jeane e a pegou com um movimento ágil, segurando ela em suas garras. Jeane entrou em estado de pânico, chorava e gritava por ajuda.

“Dragão, solte-a agora!”Eu gritei.

“Não sou um dragão, eu sou marararoraromanon, rei dos anjos!” Disse ele quase rindo e sua enorme língua lambeu o rosto de Jeane a deixado com os cabelos bagunçados e toda babada.

“Que nojo, me solte monstro!”Gritou Jeane, chorando.

“Humm…Talvez eu faça você minha mulher, o que acha herói chinês?” Perguntou ele com uma nova gargalhada.

“Caramba, eu sou japonês! Solte-a agora Mararara….” Tentei dizer o nome dele e acabei mordendo minha própria língua.

“Kakakaka tolo meu nome não é algo que mortais podem pronunciar….Bom agora vamos ao teste!” Gritou ele mudando de assunto.“Você já beijou essa garota?”

Eu fiquei em silêncio por alguns segundos. Meu rosto ardia, envergonhado pela palavra beijo. Não era uma situação para romances fora que eramos novos demais para beijar, tinha acabado de completar dezesseis anos!

“Claro que não, um beijo e algo que não se pode dar casualmente sem ambos estivermos crescidos e adultos e com certeza absoluta de nossos sentimentos um pelo outro!” Gritei envergonhado.

Ele soltou Jeane e soltou uma gargalhada tão grande que quase estourou meus tímpanos. Ele tombou no chão e rolou de um lado para o outro esmagando algumas tropas, enquanto ria sem parar.

“Cara, esse dragão está zombando de você!” Disse Will segurando um riso.

“Esse dragão estragou meu penteado! Mas entendo por que ele está rindo!” Disse ela também segurando uma risada.

Não conseguia compreender o que estava acontecendo. Por algum motivo estavam zombando de mim, não só o dragão, mas meus companheiros heróis também.

O que havia de errado em minhas palavras?

“Eu me rendo, não há como o derrotar, não depois de quase me matar de rir! Kakaka!”

Seu corpo exalou uma luz dourada e todo seu corpo diminuiu até adquirir uma forma humana. Sua aparência era a mesma do senhor apocalipse da visão. Ele limpou o que parecia uma lágrima de riso e falou:

“Provei que meu teste de identificar japoneses e infalível! Imaginei que iria se comportar como o herói bonzinho e todo puro! Ao invés de montar um corcel de guerra, deveria montar um unicórnio!”Zombou ele e meus companheiros assustados pela aparição do senhor apocalipse começaram a rir sem parar.

Meu medo estava dando lugar a raiva por ser zombado por ele.

“Ah, me perdoe pela brincadeira……Agora vamos falar sério! Primeiro deixa eu me apresentar, eu sou Lyam Marwe, Duque de Nótos e devo corrigir seu engano, não sou somente um dragão, sou parte celestial e um demigod!” Ele vez uma mensura formal e nos fitou esperando uma apresentação.

Eu não iria me apresentar para um inimigo!

“Eu sou Jeane, você me deve uma por estragar meu penteado!” Ela se apresentou amigavelmente.

“Eu sou Will, sou de Nova York!” Ele se apresentou sem jeito.

“Ah, prazer em conhecer vocês!” Disse ele com bom ânimo.

“Ei, pessoal porque estão sendo tão amigáveis com o inimigo?!”

Will e Jaene franziram a testa, me olhado como se eu fosse algum tipo de idiota.

“Cara, você realmente é um idiota!” Ele soltou um suspiro e explicou:“Olhe aquele monte de corpos, você realmente acha que ele fosse um cara do mal ele iria fazer ótimas piadas? Se ele fosse nosso inimigo ele teria feito nos de churrasco a muito tempo!”

“Eu vou ser sincero, se eu não soubesse de antemão que eram heróis invocados eu teria os transformados em churrascos. Sabe esses idiotas do império da luz, apontaram armas para minha mulher, me mataram e vem com um exército até o reino da minha querida rainha!” Disse ele com olhos brilhando em fúria, suspiro, e continuou:“Mas você são tão vitimas nisso tudo como eu sou, por esse motivo vou permitir que vivam! Estão livres para irem para onde quiser, mas eu aviso fiquem longe do império da luz, eles não são mocinhos!”

Will e Jeane agradeceu Lyam e contou tudo sob a profecia e outros detalhes da capital imperial. Eu estava perplexo demais com a facilidade que eles confiaram em Lyam, ignorando a visão dele destruindo o mudo.

“Senhor apocalipse……Rolraron o abençoado….Essa profecia, tem certeza que era verdadeira?” Perguntou ele perplexo.

“Não sabemos, pode ser verdadeira ou apenas uma projeção falsa para nos manipular. Porém o desespero deles para se livrar de você é verdadeiro. Eles o temem mais do que o próprio império demoníaco!” Disseram eles para Lyam e continuaram:“Você não é desse mundo, certo?’

“Eu era do mesmo mundo que vocês, mas eu morri em um acidente e quando recuperei minha consciência tinha reencarnado como um bebê nesse mundo. No começo foi difícil, mas logo vão se acostumar e amar esse mundo!” Ele sorriu e perguntou:”Então o que vão fazer?”

“Não sabemos, não temos um lar nesse mundo. O alto sacerdote Túlio disse que não a modo de retornar para nosso mundo. Talvez vamos viajar por esse mundo e procurar por um modo de retornar.”

“Acredito que se invocaram vocês para esse mundo, deve haver como retornar. O universo e dividido em várias dimensões, uma delas deve ser a terra, mas o poder necessário para realizar a travessia e surreal. Infelizmente não tenho poder ou conhecimento suficiente para mandarem vocês de volta. Mas enquanto estiverem nesse mundo, minha casa será seus lares!”

Will e Jeane assentiram maravilhados, agradecendo a bondade dele. Mas eu não podia aceitar. Passamos meses treinando, ficando mais fortes para derrotar o senhor apocalipse.

O que eles estavam fazendo não era diferente do que os quatros heróis fizeram! Não era certo abandonar aquelas pessoas que confiaram em nos!

Apontei minha espada de duas mãos para ele e gritei:

“Não vou cair em seu truque! Ahhhhhhh!” Eu corri em sua direção e gritei:”[Corte divino]! ”

Minha espada emanou uma aura divina, criou uma greve poderosa de aura divina, forte o suficiente para cortar uma colina no meio. A pressão criada pelo golpe rachava o solo e ele apenas moveu uma mão, segurando o poderoso golpe divino. A terra ao seu redor rachou, mas ele não deu o menor passo para trás e não havia o menor sinal de ferimento em seu corpo.

Crack! Crack! Crack!

Sua mão segurou a lâmina da espada sagrada e sem qualquer esforço aparente, quebrou a lâmina como se fosse algo fácil. Ele recuou sua mão, fechou em um punho, e disparou um soco em minha direção.

Seu soco provocou uma pressão sem igual. Minha armadura rachou e quebrou em inúmeros pedaços e meu rosto foi açoitado pelo vento de tempestade. Ele não me acertou, parou seu soco a poucos centímetros do meu peito.

O rosto de todos perderam a cor e sabíamos que se ele quisesse estaríamos mortos. Quando virei meu pescoço, atrás de mim havia uma enorme ravina profunda.

Eu cai de joelhos sem força, não havia como eu o derrotar. Mesmo se eu usasse todas minhas forças contra ele, mesmo se legiões o atacassem ao mesmo tempo, nãos seria o suficiente para provocar um arranhão nele.

“Se quiser ser um herói de verdade, vá a Cysgod, encontre uma boa mulher e a beije. Só assim você será um herói de verdade em meus olhos. Até lá não passará de um garotinho sem poder algum! Saiba meu caro, que nesse mundo, nessa história o único herói de verdade sou eu!”

Ele voltou a se transformar na forma de um dragão celestial e falou:

“Subam, vou dar uma carona até a capital!” Disse ele para nós.

Will e Jeane me ajudaram a subir e nos seguramos em seus espinhos de um azul espectral. Ele golpeou o ar com suas poderosas asas e disparou em direção a Cygod.

Aprendi naquele dia o que era força de verdade.

Eu tinha muito que aprender com Lyam, a partir de hoje vou seguir seus sábios conselhos e me tornar um herói de verdade.

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