JNH: Capítulo 2


Capa JNH

Because Janitor-san Is Not a Hero

Autores: Péng huā xún píng (棚花尋平)
Tradutor: Pyown

Uma Pessoa Sozinha Ficando Sozinha

Kurando percebeu que estava em outro lugar quando o vento varreu seu rosto.
Devido à luz brilhante, Kurando percebeu que ele estava dentro de uma caverna.
Do lado de fora, um mundo branco e azul se estendia até onde seus olhos podiam ver.
Kurando andou involuntariamente em direção à entrada da caverna.

Ele não estava preocupado com o ar frio que estava picando sua pele eo frio gelado que estava fluindo por suas narinas.
Diante dele, havia um céu sem fim e montanhas brancas sem igual.
Kurando olhou para o sol. Ele notou algo acima dele. Era um pássaro grande, ou algo mais?
Na montanha, há um felino branco com uma cauda bizarramente longa. Avançando ao longo das grandes rochas na montanha.

As obrigações passadas de Kurando pareciam ter passado.
Tinha uma forte sensação de que suas dificuldades e inconveniências, sua situação, sua moral, a quantidade de dinheiro que ganhava, seu preconceito e até mesmo seu respeito próprio haviam sido perdidos.

Quanto tempo ele duraria?
Sentiu seu corpo ficar mais frio. Kurando ainda estava nas roupas de trabalho de zelador. Um casaco cinza de cima a baixo, uma camisa de mangas compridas preta de pescoço-v, a toalha branca em torno de seu pescoço, um relógio de pulso analógico barato e botas resistentes azul marinho. Eles não são algo que alguém usaria quando em uma montanha.
Enquanto pensava que seria difícil deixar esse lugar Kurando voltou para dentro da caverna.

Nesse caminho de volta, ele encontrou uma grande mochila verde-musgo no corredor.
Kurando lembrou as provisões que a misteriosa voz lhe havia informado.
Lembrou-se da paisagem lá fora e do espaço em branco onde ouviu aquela voz misteriosa. Somente depois, Kurando entendeu que realmente viajou para um outro mundo.

Por enquanto, Kurando decidiu sentar-se.
Ele colocou casualmente sua mão na mochila; ela estava vazia.
Como ele pensou que não havia um ano de suprimento de água e comida, nenhuma faca, e nenhum livro de magia estavam dentro da mochila.
Kurando começou a pensar que não havia nada dentro.
Sem comida, nenhum suprimento?
Algum arroz, ou biscoito duro? Que tal, pão quadrado?
Enquanto pensava nisso, Kurando sentiu algo repentinamente tocar sua mão.
Ele puxou algo semelhante a um pedaço de pão francês da mochila. Em exame mais atento, a firmeza é semelhante ao pão torrado ou um biscoito assado. Kurando supõe que essa é uma ração preservada.
「É isso que eu deveria comer?」 (Kurando)
Voz levemente deprimida do Kurando ecoou por toda a caverna.
Depois, ele pode tirar tantas rações quanto quisesse. Kurando foi capaz de tirar um barril de água, uma faca grande e algo parecido com um livro didático de magia.

Kurando colocou todo o resto na mochila, exceto a faca. Ele se levantou e colocou a mochila sobre seu ombro.
A luz do sol diminuia.
Antes que ficasse completamente escuro lá fora Kurando precisava garantir uma cama ou um lugar para dormir.
Se ele fosse dormir agora, o vento o perturbaria enquanto dormia.
Ele avançou mais fundo na caverna enquanto segurava a faca em sua mão direita.
A largura da caverna escura tinha tamanho suficiente para caber duas pessoas. Quanto à altura da caverna, Kurando tinha uma margem superior de cerca de 30 centímetros considerando que ele é um pouco abaixo de 170 centímetros de altura. As paredes da caverna não tinham musgo crescendo sobre elas; Fazia a caverna parecer recém-feita, e não havia outro cheiro senão o cheiro do solo.
Kurando não notou nada mais fora do comum.
No entanto, ele avançou com a maior atenção possível.
Ele, felizmente, chegou à parte mais funda da caverna sem encontrar outros habitantes.
No final, havia apenas um espaço vazio do tamanho de 6 tapetes de tatames japoneses.
Naquela noite, quando a luz do sol já não entrava na caverna Kurando dormiu ali.
Ele poderia estar indefeso à noite, mas não podia ser ajudado quando Kurando caiu em um sono profundo.

◆◆◆

Na caverna mal iluminada, Kurando despertou com um som alto.
Embora ontem à noite foi relativamente fria, é atualmente refrescante o frio.
Com olhos sonolentos, Kurando cambaleou para se levantar. Tentado pela luz fraca ele abriu caminho através da passagem.
Do que ele podia ver havia uma nevasca ocorrendo fora.
No entanto, a luz do sol da manhã brilhava.
A temperatura tinha diminuído quanto mais perto chegava da entrada da caverna; Isso fez Kurando tornar-se desperto grandemente.
Depois de dar 10 passos fora da caverna, o frio extremo o fez virar e voltar para dentro.
Kurando pensou que ele deveria rapidamente fazer o seu caminho de volta para o quarto dentro da caverna.
Ele precisa encontrar uma maneira de manter o interior da caverna quente. E, também conseguir algum tipo de fonte de luz é necessária.
Se Kurando não tivesse uma experiência semelhante a morar no Japão, ele poderia morrer.
Ele vai morrer.
Isso é certo.
Kurando tinha que aprender isso da maneira mais difícil.
Morte e sobrevivência é apenas um lance de pedra.
Era melhor Kurando perceber isso, ou ele logo morreria.

Kurando correu para o pequeno quarto na parte de trás da caverna; Ele alcançou a mochila e tirou a enciclopédia livro didático de magia. Ele então avidamente virou através das páginas.
Felizmente para Kurando as páginas são feitas de papel grosso de alta qualidade. Embora, é uma enciclopédia não há números de página.
Ele não teve problemas para ler os caracteres.
Kurando então começou a estudar, pois sua vida dependia disso.

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