Antes de mais nada, queria me desculpar com vocês, eu estava planejando postas ontem esse capitulo, mas acabo que a internet foi cortada, então, novamente se tiverem sugestões, criticas e etc, por favor deixem nos comentários, e se acharem algum erro me perdoem.

Boa leitura

 

 Nossa futura amiga? (parte 1)

Desde o dia do meu renascimento um tempo já se passou, e com esse tempo eu me refiro há obviamente três anos. Por quê? Simples, todas as light novels que eu já li de renascimento, sempre acontece algo aos três anos do individuo, sempre! Claro, tem algumas exceções, mas elas não vêm ao caso.

Com esse três anos, acabei descobrindo algumas coisas sobre minha família e meus arredores, até porque mesmo tendo parte do conhecimento do vermelhão, esse conhecimento vem de uns milênios atrás, pouca coisa, mas depois eu falo mais detalhadamente sobre isso. Voltando ao assunto da minha família, descobri que meu pai é um nobre real, e minha mãe foi uma aventureira top, o que sinceramente deve ter sido muito mais legal do que ser um nobre.

Como o nome já indica, meu pai tem parte do sangue da realeza, não é puro, mas ele ainda conseguiu o titulo de nobre real, o que não é poca coisa. Nossa mansão esta entre os muros do castelo do rei, onde os sangues puros (me lembrei de Harry Potter agora kkkk) moram (no castelo), e em volta esta as outras famílias de nobres com parte do sangue real, nos incluindo claro, moram, o que é bem movimentado, tem diversas crianças que andam de um lado para o outro, há também uma pequena praça muito elegante com pessoas que passam seu tempo lá, adultos indo de mansão em mansão para tratar de negócios, empregados indo ao distrito comercial, que fica fora dos muros do castelo, para estocarem os depósitos de comida das mansões e . . .

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Ahen, me desviei um pouco do assunto. Meu pai tem com o titulo, uma porção de terras onde estão alojadas algumas vilas de agricultores. E com o trabalho de administrar os negócios da família, eu quase nunca o vejo sair do seu escritório, quando ele não esta viajando. Por causa disso, passei há ficar muito tempo com minha mãe, não que eu não goste, ate porque eu a amo mais do que ninguém nesse mundo. Ela, como eu havia dito, era uma aventureira, maga, o que não tinha falado, e logicamente eu tinha pedido para que me ensinasse magia, só que infelizmente, para todos os seres vivos nesse mundo, só pode ser manifestada e então aprendida ao completar cinco anos de idade, ou seja, mais dois anos de espera.

Agora onde estamos. Estou na capital real Abili, do reino de Pendragon (novidade de nome) situado no continente Sapiens (sacaram) onde é governado pelos humanos, claro que há outros reinos no continente, mas eles não importam, há também o continente Nelo, composto por florestas onde habitam os demi-humanos, elfos, anões e outros, cujos humanos tem preconceito, e acho que os Drugans podem estar refugiados lá. E por fim o continente Iphons, que é o lar dos demônios, o que para minha surpresa não estão em guerra com os humanos, ainda pelo menos, mas os humanos tem preconceito com eles também.

A, esse mundo se chama Lavis.

Também tem o conhecimento do vermelhão, que com o tempo àquela minha teoria se provou verídica, agora tenho conhecimento de línguas e escritas de diversas raças, magias, e técnicas de espadas entre outras coisas, mas mesmo tendo o conhecimento dessas magias e técnicas, não significa que eu as sei utilizar elas, no caso da magia terei de esperar mesmo então foda-se, mas as técnicas terei de pratica-las eu mesmo, até porque mesmo sabendo o teórico, não significa que sei botar em pratica com meu corpo, por isso venho tendo treinos leves de movimentação e outras coisas quando atingi dois anos e meio.

Agora, sobre as transformações do meu corpo e aparência, o que pude ver já que graças a deus nesse mundo tem espelho. Bem, minha aparência é de um pirralho de três anos de cabelos negros, iguais aos da minha mãe, longos o suficiente para tapar meus olhos, olhos cor vermelho carmesins, que eu descobri recentemente que eles emitem um pequeno brilho, tipo de gato, muito loco, e um rosto meio redondo com traços finos iguais aos de meu pai. E as transformações, meus reflexos e sentidos são muito aguçados, posso ver a boas distancias e claramente no escuro, assim como sinto o cheiro e ouço coisas pelo menos cinquenta metros de distancia se eu me concentrar, também tenho um tipo de sexto sentido que sinceramente não sei como funciona.

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(tock tock) (abre)

Com as batidas na porta, uma pessoa entra e se dirige ate mim para me acordar enquanto me balança e falava levemente.

  • hora de acordar jovem mestre, o café já esta na mesa (???)

  • hum, mais cinco minutos (Devlin)

  • acorde jovem mestre, estão todos te esperando (???)

Abro levemente meus olhos e vejo a figura familiar que vem me acordando todos os dias, era a Cheila, minha empregada pessoal, ela tem longos cabelos ruivos que desciam ate sua cintura, olhos cor de mel e um rosto redondinho muito bonito, um corpo bem avantajado, ela tem por volta dos dezoito anos, uma das empregadas mais jovens de casa.

Levanto-me da minha cama e boto uma camiseta simples de cor branca e calças pretas com o auxilio de Cheila. A caminho da sala de jantar, passo pelos funcionários de casa e os cumprimento, assim como escuto seus sussurros com minha audição sobre humana.

  • eu já me acostumei um pouco com os olhos do jovem mestre durante esses três anos, mas ainda me põem um pouco de medo quando ele olha diretamente para mim (empregada A)

  • sim, esses dias eu estava indo ao banheiro no meio da noite e me encontrei com ele indo cemor alguma coisa, quando eu vi seus olhos com aquele brilho no meio da noite, não pude faze nada senão correr (empregada B)

  • mas ainda assim ele é uma boa criança, pena que não tem nenhum amigo (empregada A)

  • mas isso não pode ser ajudado, os pais das crianças daqui não deixam que cheguem perto dele (empregada B)

  • falando nisso, esses dias eu o vi sentado no meio da praça das flores, enquanto os outros o evitavam, me deu um desagrado no coração assisti aquilo (empregada A)

Hug, mesmo que já estamos longe ainda posso escutar seus sussurros, ainda não me acostumei com esses ‘poderes’. Mas bem, como vocês escutaram da conversa delas, pela cor dos meus olhos, eu não tenho nenhum amigo, assim como todos da vizinhança me evitam, isso me da um sentimento parecido de quando o vermelhão foi esquecido pelo seu povo.

Mas minha vida ate que não esta tão má mesmo falando que eu praticava algumas coisas, eu ainda saio bastante e brinco por ai, só que nunca fora do muro do castelo, parece que renascer acendeu a minha criança interior, se bem que agora sou uma criança mesmo.

Também tenho minha mãe que de noite ela vem ao meu quarto e lê para mim, ou conta suas aventuras a fora.

Chegando à sala de jantar, me dei de cara com uma enorme mesa que poderia caber mais de dez pessoas, apesar de se estarem sentados minha mãe e meu avô. Minha mãe veste um vestido de seda leve branco enquanto meu avô esta com um colete vermelho em cima de uma camiseta branca, com causas pretas e um manto o cobrindo de cor branca.

  • bom dia, dormiu bem? (mãe)

  • sim, sonhei com uma de suas aventuras (Devlin)

  • isso é bom, agora se sente e coma (mãe)

  • bom dia vovô, vai sai? (Devlin)

  • sim, bom dia, recebi uma mensagem de seu pai e estarei de partida hoje (avô)

Sim, meu pai esta viajando novamente, já tem um tempo que não o encontro. E falando nisso, acho que não descrevi meu avô, se bem que não tem muita coisa para descrever, ele é basicamente um cara baixo com uma enorme barba, que acho que poderia ser maior que ele, cabelos brancos, o que restou, e uma cara enrugada, realmente não sei o que ele era, ate porque nunca me interessei, mas ele tem um bom relacionamento com meu pai, e acho que ele o vê mais do que eu.

Depois de acabar meu café da manha, avisei a minha mãe que iria ao parque das flores, que era aquele parque elegante que havia falado antes, e como o nome já diz, ele e um parque com muitas flores em volta dele, a um chafariz no centro e alguns bancos, e por causa da atmosfera desse lugar é o meu favorito para passar o tempo. Eu estou levando um livro junto sobre aventureiros, apenas para ter o que fazer, e comigo esta vindo a minha leal e inseparável, empregada pessoal Cheila.

Dentro do castelo real, uma garotinha fala mimada mente com um homem que aparenta cansado, esses eram a pequena princesa e o rei tendo uma pequena discussão.

  • pai, eu já sou grande, então porque não me deixa sair do castelo (garotinha)

A garotinha que se chama Luize Philmor Pendragon (o criatividade) possui longos cabelos cacheados da cor dourado, olhos verdes afiados e um pequeno rosto redondo.

  • haaaaa, como eu já disse, você ainda é muito nova, ate que complete seus cinco anos você não vai sair do castelo (rei)

O rei, que falava cansadamente, se chama Romeu Philmor Pendragon, possui um corpo robusto, cabelos curtos castanhos, e olhos azuis, por volta dos quarenta anos.

< por que inventei de ter mais um filho!? > (rei)

  • hu, eu já tenho três anos, por que não posso ao menos andar em volta das muralhas? (Luize)

  • haaa, como eu já disse vo- (rei)

  • perdão por lhe interromper vossa majestade, mas se estiver tudo bem para o senhor, eu poderia escoltar a princesa por volta do castelo (???)

  • . . . tem certeza Evan, já não esta muito ocupado com seu trabalho, não seria um peso desnecessário escoltar minha mimada filha para apenas dar uma volta nos arredores (rei)

A pessoa que se voluntariou a escoltar a princesa era Evan, o general do exercito real, uma pessoa com aparência elegante, curtos cabelos loiros e olhos castanhos, um corpo trabalhado e trajado em uma armadura prateada com uma espada presa em sua cintura.

  • não há problema, acabei meu trabalho a pouco tempo e escutei a sua discussão, se não se importar ficarei honrado em levar a princesa a um passeio (Evan)

  • . . . humm, se for você que a estiver acompanhando, acho que não terá problema, certo, Luize, você esta autorizada a sair do castelo, porem, apenas se Evan estiver disposto a lhe escoltar (rei)

  • ebaaaaaaaa (Luize)

Assim, a pequena Luize corre a uma velocidade que deixaria qualquer maratonista para traz enquanto arrastava Evan pela sua pequena mão.

  • e-ei, não .. . . corra, haaaaaa, por que todas minhas filha tiveram que puxar a energia da mãe? (rei)

(perspectiva de Luize)

Depois de receber a permissão do meu pai, fiquei andando admirando tudo o que via ao meu redor, apesar de poder ver o que a fora do castelo pelas janelas, a sensação é diferente quando se esta vendo mais de perto. Depois de cumprimentar pessoas que conhecia e não conhecia, pedi para o meu guarda costas me levar para o tão falado no castelo parque das flores, onde escutava das empregadas que era um lugar muito relaxante.

Quando pude ver as flores do local, sai correndo para poder chegar mais rápido, quando meu guarda costas me para abruptamente.

  • !?!?!?! o que aconteceu? (Luize)

  • . . . sobre isso, acho melhor irmos para outro local (guarda costas)

  • hãããã, por que? (Luize)

  • bem, seria melhor para você não se envolver com aquela pessoa (guarda costas)

Falando isso, ele aponta para a direção de um menino que parecia ter a mesma idade que eu, ele tinha cabelos pretos e como estava de costas não conseguia ver seu rosto, me parecia que ele estava a ler um livro enquanto estava sentado de frente para o chafariz da praça.

  • por que temos que evita-lo? (Luize)

  • bem, isso, apenas é o melhor (guarda costas)

  • por que é o melhor? (Luize)

Depois de perguntar novamente, parecia que ela havia dado um pequeno suspiro de compreensão e levemente falou.

  • bem, então por que não vá falar com ele, assim que o ver de frente, vai entender (guarda costas)

  • ok (Luize)

Não entendendo o por que dele me pedir para fazer isso, me dirijo ate ele, e quando me aproximo o suficiente para ver seu rosto . . . eu não consigo tirar meus olhos nos do dele.

  • que surpresa, você não fugiu, e também não sinto cheiro de medo (garoto)
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